O Brasil vai entrar 2020 ainda conflagrado em crise econômica, política e social. Fruto de uma polarização capitaneada por duas figuras que lideram pelo carisma, porém, com altíssima rejeição dos dois lados. No Brasil de hoje, não há corrente de opinião, o que há é corrente de contraposição.
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Há um ano, o ator José de Abreu se proclamou presidente do Brasil. Buscava assim ironizar Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, que havia assumido como presidente interino daquele país após o ditador Nicolás Maduro ser considerado ilegítimo pela Assembleia. Passado um ano, José de Abreu anunciou que está de mudança. Foi satirizado por internautas porque não terá a Venezuela como destino. Irá para a Nova Zelândia, um paraíso liberal.
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Gaudêncio Torquato (*)
O respeito à liturgia
Postado: 10 Fevereiro 2020 às 16:30 - em: Falando Nisso
Cada governante com suas manias. Idi Amin, ditador de Uganda, dizia que conversava com Deus. Um jornalista jogou a pergunta: "quando"? Ele: "todas as vezes que se faz necessário". Um contador de lorotas. A história registra casos de governantes que se colocavam em pé de igualdade com Deus. Em Gana, os ganenses comparavam o ditador Nkrumah a Confúcio, Maomé, São Francisco de Assis e Napoleão. Ele é "imortal, nosso messias". Franco proclamava-se "Caudilho da Espanha pela graça de Deus".
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A arquitetura política no Brasil precisa de grande reformulação, a começar pelo reforço das identidades partidárias, hoje esgarçadas como pano roto imprestável. Partidos abandonaram seus programas iniciais, arrastados pela débâcle das ideologias, cujo marco foi a derrubada do Muro de Berlim.
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É interessante o "Efeito LGPD" (Lei Geral de Proteção de Dados) que estamos presenciando no Brasil. Com a proximidade de sua implantação – ou da iminência de um adiamento por parte dos poderes Executivo e Legislativo –, ainda lidamos com diferentes visões e pouca assertividade geral acerca da relevância de sua vigência.
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Gaudêncio Torquato (*)
Judiciário sob tiroteio
Postado: 28 Janeiro 2020 às 10:15 - em: Falando Nisso
A arquitetura dos Poderes no Brasil apresenta fissuras, comprometendo os princípios de autonomia, harmonia e independência, conforme reza a letra constitucional. Ora, é o Poder Executivo, que costumeiramente invade a seara do Legislativo, por meio de uma grande quantidade de Medidas Provisórias, sem caráter de urgência, conforme elas exigem; ora é o Poder Legislativo, que deixa imenso vácuo ao não aprovar legislação infraconstitucional para fechar os buracos abertos pela CF de 88.
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Dourados, segunda maior cidade e economia de Mato Grosso do Sul, com quase 250 mil habitantes, deverá apresentar em 2020 um crescimento extraordinário, por conta principalmente de seu povo aguerrido e trabalhador. O aumento das exportações deverá alavancar o agronegócio da região, assim como de todo país, a curtíssimo prazo.
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A recente fuga em massa de internos de um presídio paraguaio na fronteira com o Brasil nos leva a reflexão sobre o funcionamento do sistema prisional brasileiro. Resolver ou pelo menos minimizar para níveis aceitáveis a violência na fronteira, principalmente aqui no Mato Grosso do Sul, requer ações coordenadas e articuladas dos órgãos que compõem o sistema de justiça criminal.
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As lágrimas do comediante, disse um dia Denis Diderot, filósofo francês e estrela do Iluminismo, escorrem de seu cérebro; as do homem sensível jorram de seu coração. Na política também é assim. Políticos, como atores, vivem de representações. E criam projeções que passam a se confundir com os personagens que representam. Poucos, muito poucos, podem dizer que o “eu” e o “ele” são a mesma coisa. Alguns construíram perfis sobre um conceito negativo, que, de tanto banalizado, passou a ser aceito pelos cidadãos. É o caso, por exemplo, do "rouba, mas faz".
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Yves Drosghic (*)
Pedro Fernando Nery (*)
Gaudêncio Torquato (*)
Ricardo Becker (*)
Eduardo Campos Filho (*)
Pedro Lima (*)
Alírio Villasanti Romero (*)
Gaudêncio Torquato (*)