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Elizeu Dionízio em meio a um dilema nas horas que antecedem a votação sobre Temer na CCJ: se correr o bicho pega, se ficar...

Postado por Marco Eusébio , 12 Julho 2017 às 12:15 - em: Principal

Com a retomada hoje da sessão da CCJ da Câmara para discutir o parecer do deputado Sérgio Zveiter (PMDB-RJ) – que recomenda a admissibilidade da investigação da denúncia contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva, feita por Rodrigo Janot ao Supremo – tucanos de Mato Grosso do Sul estão de olho no voto do deputado federal Elizeu Dionízio (PSDB-MS). 
 
Até agora, Elizeu não manifestou oficialmente sua posição. Nas mídias sociais – que estão monitorando os votos – ele aparece como um dos seis tucanos na comissão que devem votar a favor da investigação. Porém, como o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) intensificou o diálogo com o presidente e seus ministros para agilizar o andamento de projetos federais e a liberação de recursos da União para obras em MS, um voto de Dionizio contra Temer pode pôr tudo a perder. 
 
Diante do impasse, Elizeu teria sido lembrado ontem por tucanos de alta plumagem regional que é deputado federal como suplente porque Marcio Monteiro se licenciou da Câmara dos Deputados para ser secretário de Fazenda de MS. E que, nessa condição, o titular da cadeira, se necessário, pode voltar à Câmara a qualquer momento.



Elizeu Dionízio (MS) votou a favor, defendeu reforma e criticou sindicatos

Postado por Marco Eusébio , 25 Abril 2017 às 20:00 - em: Principal

A comissão especial que trata da reforma trabalhista na Câmara aprovou hoje parecer do relator Rogério Marinho (PSDB-RN) por 27 votos a favor e 10 contra. Único deputado de Mato Grosso do Sul no colegiado, Elizeu Dionízio (PSDB) votou a favor da reforma, afirmando que ela "moderniza uma legislação ultrapassada" e vai gerar "mais empregos" tirando trabalhadores da informalidade. "Quem está perdendo não são os trabalhadores, são os pseudos representantes destes trabalhadores: os sindicatos", disse Elizeu, sobre o fato que o projeto retira a obrigatoriedade da contribuição sindical, que passará a ser opcional. O texto segue à votação no plenário da Câmara, que deve começar nesta quarta-feira e ser concluída até quinta, conforme prevê o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Para ser aprovada no plenário, a reforma precisa de maioria simples do quórum mínimo de 257 deputados na sessão. A oposição criticou a proposta, afirmando que ela retira direitos dos trabalhadores.