O Flamengo divulgou nota na noite anterior informando que 38 pessoas do clube, incluindo três jogadores do time profissional cujos nomes não foram revelados, testaram positivo para o novo coronavírus após testes feitos no fim de semana em 293 pessoas. Conforme a nota, todos são "positivos assintomáticos" e onze, incluindo dois atletas, se encontram com anticorpos IGG positivos. As 38 pessoas estão em quarentena. Na última segunda-feira, Jorginho, massagista do Flamengo havia 40 anos, morreu vítima da Covid-19 aos 68 anos. Leia mais no link abaixo.
Comunicado - Testes no futebol https://t.co/mS8gXUw0LJ
— Flamengo (de ????) (@Flamengo) May 7, 2020
Morreu aos 68 anos hoje no Rio de Janeiro, vitimado pela Covid-19, Jorge Luiz Domingos, o Jorginho, que atuava há 40 anos como massagista do Flamengo, que estava internado há duas semanas em um hospital na Ilha do Governador e sofreu uma parada cardiorrespiratória no início da tarde. Jorginho ingressou no clube em 1980, acompanhou a geração comandada por Zico e era o único que participou dois títulos do clube na Libertadores. Também integrou comissão técnica da seleção brasileira que conquistou o penta Coreia e no Japão, em 2002. A morte de Jorginho ocorre depois que o Flamengo realizou exames no elenco neste fim de semana e aguarda o resultado para voltar às atividades. "A perda de seu funcionário mais antigo e um dos mais queridos, no entanto, é um baque nos bastidores", diz o site Globo Esporte. No Twitter, o Flamengo divulgou nota lamentando a perda.
É com muita tristeza que o Clube de Regatas do Flamengo comunica o falecimento do massagista Jorginho, funcionário mais antigo do Departamento de Futebol e com quatro décadas dedicadas com muito amor, carinho e seriedade ao clube. #JorginhoEterno
— Flamengo (de ????) (@Flamengo) May 4, 2020
Nota: https://t.co/kAxhKHbO7q pic.twitter.com/Ng2NUVlVb9
Presos há 32 dias em Assunção, os ex-jogadores Ronaldinho Gaúcho e seu irmão Assis conseguiram hoje o direito a cumprir prisão domiciliar em um hotel na capital do Paraguai, enquanto corre o processo por terem entrado no país vizinho com documentos adulterados no início de março. A defesa depositou US$ 1,6 milhão (R$ 8,3 milhões) no Banco Nacional de Fomento como garantia de que os dois brasileiros não deixarão o país. Em caso de fuga, o dinheiro será resgatado pela Justiça paraguaia. As condições foram aceitas pelos irmãos hoje em audiência por videochamada com o juiz paraguaio Gustavo Amarilla. Veja o vídeo exibido pela rádio ABC Cardinal.
[AHORA] Caso #Ronaldinho: Videollamada entre Ronaldinho, su hermano y el juez Gustavo Amarilla.
— ABC Cardinal 730 AM (@ABCCardinal) April 7, 2020
???? Ambos aceptaron las medidas y ahora serán trasladados a hotel donde cumplirán prisión domiciliaria.#730AM - https://t.co/1KK3N26YQr pic.twitter.com/AE1Eoesf1k
A Associação de Futebol Argentino (AFA) divulgou um vídeo pedindo a conscientização e união da população para seguir as regras das autoridades de saúde e ficar em casa para tentar virar o jogo contra a Covid-19. Em analogia com o futebol, a entidade diz que hoje o país enfrenta a "partida mais difícil de nossa história" e pede para as pessoas respeitarem a distância, evitar aglomerações e avisa que o rival "é perigosíssimo" na hora de atacar. "Vamos Argentina, essa partida só ganhamos jogando em equipe". Veja o vídeo.
#YoMeQuedoEnCasa
— AFA (@afa) March 28, 2020
¡Juntos podemos lograrlo! ???????????????? pic.twitter.com/Z3D8TGkwIu
O jogo Atalanta 4 a 1 Valencia que levou 45 mil torcedores ao estádio San Siro, em Milão, está sendo apontado na imprensa italiana como possível causa da explosão da epidemia de coronavírus em Bergamo, província da Lombardia que é a casa da Atalanta. Até a goleada do dia 19 de fevereiro, que praticamente assegurou a classificação do clube às quartas de final da Liga dos Campeões da UEFA, a cidade não tinha casos. Três dias depois começou a registrar o vírus e agora concentra 11% dos casos na Itália, tendo apenas 1,8% da população do país. "Passou-se um mês daquela partida. Os prazos são pertinentes. A aglomeração de milhares de pessoas a dois centímetros umas das outras, associadas em compreensíveis manifestações de euforia, gritos, abraços, pode ter favorecido a replicação viral", disse ao jornal Corriere dello Sport (leia aqui) o imunologista Francesco Le Foche, do Hospital Policlínico Umberto I, de Roma. "Estamos falando da ênfase coletiva de uma partida histórica, com muitos gols. Devo imaginar que quase todos foram àquele jogo, incluindo assintomáticos e febris", acrescentou o médico.