Senador Nelsinho destaca impacto econômico e ambiental da COP15 em Campo Grande

Fotos Rogério Cassimiro/MMA e Selfie Nelsinho
Senador Nelsinho destaca impacto econômico e ambiental da COP15 em Campo Grande
Nelsinho representa o Senado na COP15
Ao participar neste domingo da Cúpula dos Líderes, que antecede a 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP15) que começa hoje em Campo Grande, o senador Nelsinho Trad (PSD-MS) ressaltou a importância internacional e os impactos positivos imediatos para a capital sul-mato-grossense da conferência que reúne representantes de 133 países e deve atrair mais de 3.500 participantes ao longo da programação nesta semana. “Na COP15, estou na condição de representante do Senado, muito feliz em ver o que o evento está fazendo com a cidade. Campo Grande está bombando. Essa é a palavra. Eu vi aqui embaixadores, pessoas de várias áreas. Não se acha vaga em hotel, em restaurante. A cidade está muito forte. Isso é pujança”, afirmou.
 
Nelsinho destacou que eventos dessa magnitude fortalecem a economia local e devem ser apoiados por toda a sociedade, independentemente de posicionamentos políticos. “Na minha avaliação, qualquer evento dessa magnitude tem que ter o apoio de quem gosta da cidade, de quem quer ver Campo Grande cheia, com as pessoas ocupando os espaços públicos, as feiras, o Mercadão Municipal, os restaurantes, os hotéis. Quem vive de Uber, de táxi, todo mundo é beneficiado. Um evento como esse precisa ser apoiado”, pontuou. O parlamentar também relembrou sua atuação para viabilizar a realização da conferência na capital sul-mato-grossense.
 
“Eu sempre estive na linha de frente para que esse evento viesse para Campo Grande. É lógico que estamos em um ano eleitoral e surgem discussões políticas, mas nesse momento precisamos olhar o lado positivo e o legado que esse evento vai deixar para a cidade”, disse. Além do impacto econômico, o senador enfatizou a relevância ambiental da COP15, especialmente para Mato Grosso do Sul, que abriga grande parte do Pantanal. “Além das questões ambientais, nós temos aqui o Pantanal, e cerca de 60% dele está em Mato Grosso do Sul. Não podemos deixar de discutir esse tema. Se a gente não ocupar esse espaço, outros ocuparão”, observou.


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Postado por: Marco Eusébio, 23 Março 2026 às 16:00 - em: Principal


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