Quanto maior a desarmonia social, mais longe a ideia de encontrarmos o senso comum, esse ponto na régua dos hábitos e costumes vivenciados pela sociedade. Pois bem, estamos atravessando um ciclo de intensa dissonância cognitiva, caracterizada por dúvidas, incertezas, polêmicas, que se formam no espírito de um tempo carregado de desolação. Querelas de toda a natureza se espraiam no espaço nacional, a mostrar as diferenças entre alas e grupos. Em tempos idos, dois temas embutiam conflitos de posições: futebol e religião. Hoje, o campo se alarga com a inserção da política, dos governos e suas gestões e, sem dúvida, da crise sanitária deflagrada pela covid-19 e suas variantes.
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A democracia prevaleceu! Essa foi talvez a principal frase que o novo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, falou em seu discurso de início de mandato na semana passada. Isso significou que, apesar de todas as acusações infundadas de fraude, sem provas, o sistema eleitoral americano conseguiu eleger seu 46º presidente sem nenhuma interrupção do sistema democrático desde a independência do país, em 1776.
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É fato inquestionável que a modernização melhorou a base material da civilização. Mas teria contribuído para melhorar as dimensões morais e éticas da Humanidade? A resposta é não. E a argumentação leva em conta aquilo que o professor Samuel Huntington, de Harvard, chama de "paradigma do caos": Estados fracassados, anarquia, repulsa aos princípios democráticos, inclusive no seio das maiores democracias mundiais, caso dos Estados Unidos, quebra da lei e da ordem, ondas de criminalidade, cartéis de drogas, deterioração dos valores da família e assim por diante.
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Gaudêncio Torquato (*)
A verdade acima de tudo
Postado: 28 Janeiro 2021 às 09:15 - em: Falando Nisso
A mentira é uma das maiores pragas desta era da Humanidade. Tão devastadora de reputação e tão danosa ao espírito do tempo quanto esse vírus que realiza um morticínio pelos quadrantes do planeta. Pior é constatar que, enquanto a ciência avança, a tecnologia e a inteligência artificial descobrem trilhas do progresso biológico, contribuindo para o aumento da vida útil dos seres humanos, mas a mentira e suas variantes – versões farsescas, abordagens estapafúrdias, visões apocalípticas – ganham volume nas narrativas absurdas lideradas por oportunistas nas redes tecnológicas. Tristes tempos.
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O tema começa a frequentar os foros mais avançados da democracia: a influência da tecnologia e da inteligência artificial na esfera da política. O pressuposto central é o de que a personalidade de uma pessoa pode ser decifrada por processos de reconhecimento facial, que tem como base os estudos feitos por um controverso professor da Universidade Stanford, o polonês Michal Kosinski. A polêmica ganha intensidade desde a campanha americana de 2016, a da eleição de Donald Trump, que teria usado algoritmos extraídos de feições para identificar a orientação política de eleitores. E, a partir daí, influenciá-los com intensas cargas de conteúdos.
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Em meio ao maior desmonte de sua história, a Caixa Econômica Federal completou 160 anos, esta semana, com passado e presente brilhantes e um futuro sob ameaça. Mesmo diante de um atual cenário nada positivo, o aniversário do banco 100% do país — que atua estrategicamente como o principal agente das políticas públicas federais — é motivo de orgulho para os brasileiros e os mais de 84 mil empregados da empresa.
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Em 2020, muitas empresas tiveram que se adaptar e investir em novas ferramentas para que o seu produto pudesse chegar ao consumidor. Em 2021, essa tendência vai continuar e os negócios que não priorizarem a tecnologia em suas estratégias serão duramente impactados pelo movimento natural de preferência dos clientes por serviços e produtos mais eficientes.
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Enquanto o mundo assistia em choque a invasão à sede do Congresso americano na tarde de quarta-feira (6), durante o processo de certificação da vitória do presidente eleito Joe Biden, outro importante acontecimento se desenhava, demonstrando que é preciso estarmos atentos às mudanças sociais e políticas pelas quais está passando o mundo globalizado. Em regiões tradicionalmente republicanas, houve levantes de apoio à Joe Biden, candidato democrata, mas não porque condados mudaram de lado, e sim a porque a participação mudou e impulsionou fortemente a vitória em defesa das minorias. O perfil dos novos eleitores é diferente. São mais jovens, engajados, têm educação superior e estão fortemente conectados às redes sociais.
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Gaudêncio Torquato (*)
Igor Macedo de Lucena (*)
Gaudêncio Torquato (*)
José Lucas da Silva (*)
Gaudêncio Torquato (*)
Sérgio Takemoto (*)
Ricardo Teixeira de Araújo (*)
Nelsinho Trad (*)