Heitor Freire (*)
Mato Grosso do Sul - 46 anos
Postado: 10 Outubro 2023 às 13:00 - em: Falando Nisso
Estamos comemorando 46 anos da criação do nosso estado, por força da Lei Complementar nº 31, assinada em 11 de outubro de 1977, pelo presidente Ernesto Geisel, que nesse ato tornou realidade um sonho quase secular da nossa gente. É importante ressaltar que o fato histórico foi a criação de um novo estado e não a divisão do estado de Mato Grosso, como tem sido divulgado, erroneamente.
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A destituição do presidente da Câmara dos EUA, o republicano Kevin McCarthy, nesta 3ª feira, 3, por meio de uma moção que teve 216 votos a favor e 210 contra, abre espaço para grandes interrogações. Como isso pode ocorrer no seio da maior democracia do mundo ocidental? Esta foi a segunda vez na História moderna da Casa em que tal votação foi realizada, algo que não acontecia há mais de um século no país, e a primeira em que seu presidente perde, de fato, o cargo.
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Assim, aflora a questão central descrita por Norberto Bobbio, no seu clássico “O Futuro da Democracia”: a eliminação do poder invisível, uma das promessas não cumpridas da democracia. A criminalidade assola a Humanidade. O poder informal age nas entranhas da administração pública, aqui e alhures, “peitando” a estrutura formal de mando.
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Em dezembro de 2017, o governador do estado, Reinaldo Azambuja, com muita pompa, acompanhado do então secretário de Cultura e demais autoridades, inaugurou a estátua do nosso poeta maior, Manoel de Barros, na celebração dos 101 anos do seu nascimento, na avenida Afonso Pena, naquilo que seria o justo reconhecimento do talento de um poeta, considerado pela crítica nacional um dos maiores do Brasil. A estátua é uma reprodução em tamanho natural, de autoria do artista plástico e cartunista da nossa terra Ique Woitschach, também conhecido nacionalmente por seus cartuns e radicado no Rio de Janeiro.
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Perguntaram, certa vez, a Demóstenes, o maior orador da Antiguidade: “qual a principal virtude do orador”? Respondeu: “ação”. E depois? Repetiu: “ação”. Sabia ele que essa virtude, própria dos atores, era mais nobre que a eloquência. Por quê? Ora, a ação é a locomotiva do planeta. É quem puxa os carros do trem. Mais ação, governantes. Este é o clamor das massas.
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Há 226 anos, o segundo presidente dos Estados Unidos, John Adams, fazendo uma reflexão sobre os governos, dizia: “todas as ciências progrediram, menos a de governar, que não avançou, sendo praticada apenas um pouco melhor que há quatro mil anos”. O conceito se amolda a alguns governantes, assemelhados a touros, que pensam com o coração e arremetem com a cabeça.
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