Na bela retrospectiva dos grandes feitos empresariais da vida de Jorge Elias Zahran – o seu Jorge, como bem dito por Cláudia Gaigher – no dia de sua morte, faltou seu mais importante legado: na área empresarial é dele também o mérito não apenas pela consolidação da TV Morena como empresa, mas, principalmente, do conceito do jornalismo feito nas emissoras da Rede Mato-grossense de Rádio e Televisão, indiscutivelmente o melhor do Estado.
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A imprensa precisou aprender a investigar crimes complexos (mensalão, Lava-Jato etc), com muitos personagens envolvidos, sempre se respaldando nas informações técnicas do Ministério Público, Polícia Federal, Gaeco e STF, até para se proteger da indústria de ações por danos morais. Mais importante: aprendeu a construir narrativas para facilitar o entendimento dos crimes perpetrados por moradores de altas esferas do poder. Desenho todo cenário para entrar no assunto local: comentar a reportagem-bomba do “Fantástico”, na semana passada, envolvendo o prefeito de Campo Grande, com a cobertura subsequente da TV Morena. Não se fala de outra coisa na cidade.
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Por ter participado da campanha de Bernal em 2012, sempre me fazem essa pergunta: mas por que Bernal escolheu logo o Olarte? A resposta para esse questionamento não é simples, rápida, não é um porque sim. Há uma explicação cheia de nuances, detalhes, com um enredo beirando a um capítulo de romance (policial). Uma trama, arquitetada nos mínimos detalhes.
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O brasileiro do século XXI vive uma crise em busca da conciliação entre aquilo que já está enraizado em sua cultura e aquilo que pode receber o nome de “processo civilizatório”. Explico: há uma tensão entre dois vetores, aparentemente, opostos: por um lado, há aspirações que as leis sejam aplicadas de maneira impessoal e de forma inflexível; por outro lado, há aquilo que os sociólogos chamam de característica típica do brasileiro: o “jeitinho” – modo de proceder do malandro profissional.
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A bola da vez aqui em Mato Grosso do Sul é o prefeito Gilmar Antunes Olarte. Ontem ele ganhou espaço na grande mídia por meio de uma denúncia que ele jura ser infundada. A única pergunta que faço, diante de tudo que irá ocorrer pelos próximos dias, é a seguinte: qual foi o fator determinante que fez com que o ex-prefeito Alcides Jesus Peralta Bernal escolhesse Olarte para ser seu vice? A questão não é trivial. Essa história ainda precisa ser contada.
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À medida que se aproxima o pleito municipal em Campo Grande surpreende a grande proliferação de nomes que se colocam como candidatos e a ausência de uma discussão mais profunda sobre o que se pretende para a cidade nos próximos anos. Acreditamos que os pretendentes ao Paço devam esclarecer à população quais são os seus projetos e discutir com a cidade a maneira de viabilizar essas propostas.
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Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, deveria destacar-se por sua tranquilidade e simplicidade. Embora capital, a atmosfera do lugar lembra muito cidades do interior, o que atrai pessoas de toda parte do Brasil para se instalar aqui. No entanto, a nossa Cidade Morena vem ganhando cada vez mais destaque na mídia, não por sua beleza, infelizmente, mas devido à situação caótica que vem enfrentando em todas as áreas nos últimos meses. Os números mostram que nossa capital está entrando em colapso.
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Se você quer saber qual é a essência de um político, olhe em seu entorno. Observe quem ele escolheu para estar ao seu lado na jornada que decidiu empreender na estrutura de poder. Um homem de Estado bem acompanhado faz governos melhores e mais eficientes. Jamais haverá perfeição, mas boas escolhas – principalmente de assessores com integridade intelectual suficiente para compreender o momento histórico em que vivem – fazem toda a diferença. O resto é detalhe.
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Há uma guerra de comunicação para tentar carimbar individualmente o responsável pela atual crise econômica que atinge Campo Grande. Uns apontam o dedo na direção do ex-prefeito Nelsinho Trad. Outros acusam o prefeito cassado Alcides Bernal. Muitos entendem que a confusão financeira tem nome e sobrenome: Gilmar Antunes Olarte. Na verdade, a obra é coletiva. Mais do que isso: a crise é nacional, estadual e municipal. Procurar a origem desse processo provavelmente nos levará ao Imperador Dom Pedro II.
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13 de maio e um monte de “blá blá blá”. Porque será que para tantas pessoas isso não significa muita coisa? Fato é que não houve um homem ou mulher boazinha que decidiu que seres humanos nasceram para serem livres... Não, nada disso. Houve uma guerra, um povo que sabia quem era, um povo que sabia o que queria, um povo que lutou por aquilo que acreditava, que apesar das cadeias imposta, a liberdade era discutida amplamente em grupos, e internamente, dentro de cada um, porque a liberdade é algo inerente ao ser humano.
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Valfrido Silva (*)
Dante Filho (*)
Márcia Scherer (*)
Fernando Larangeira (*)
Dante Filho (*)
Ricardo Ayache (*)
Amarildo Cruz (*)
Dante Filho (*)
Dante Filho (*)
Raquel Correia (*)