Vemos com profunda perplexidade o anúncio da demissão de 530 trabalhadores do Marfrig, de Paranaíba, a partir desta segunda-feira. Segundo a nota da direção, tomou-se essa medida “por motivos estratégicos e de reavaliação de negócio, devido à pouco disponibilidade de matéria-prima na região e à ociosidade da perspectiva da planta”.
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É pauta recorrente em Campo Grande a discussão sobre as intervenções no centro da cidade, notadamente na rua 14 de julho, para a requalificação do centro urbano da cidade. Arquitetos, urbanistas, comerciantes e a população que vive e trabalha na região aguardam uma solução para a questão que traga modernização com qualidade para a área. Infelizmente, temos observado que o debate sobre o assunto não chega às mesas de decisão do poder público.
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A notícia de hoje é a coleção de carrinhos do ex-presidente Collor, apreendida pela Polícia Federal na Casa da Dinda. São mais de R$ 5 milhões em “brinquedinhos” do “caçador de marajás”. Mas, convenhamos, já não tenho nem mais opinião sobre a Operação Lava-Jato. Só quero saber quem vai apagar a luz na hora que tudo acabar. Sim, pois não vai sobrar nada. A corrupção não foi inventada pelo PT e não é exclusividade brasileira, vide a investigação na FIFA. Mas, por que os carrinhos do Collor são emblemáticos? Pois é uma mostra de como o patrimônio dos nossos políticos não é compatível com os seus vencimentos, salvo raras exceções.
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Campo Grande é uma cidade praticamente interiorana: aqui a vida pode ser escrutinada com certa facilidade. Se o sujeito sempre foi funcionário público, tem origem humilde, e de repente aparece morando numa mansão em condomínio fechado, certamente levanta suspeitas. O mesmo acontece com aqueles caras que, repentinamente, aparecem com carrões de US$ 100 mil, festejando em colunas sociais bregas a pose de novo-rico. A primeira denúncia de corrupção aparece com a demonstração enigmática de riqueza.
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Não temos fórmulas prontas, o Instituto vem para contribuir na formulação das soluções. Nossas portas estão abertas a todos que tenham a compreensão da necessidade da mobilização de toda a sociedade apontando o rumo que quer seguir. O que temos é a vontade e determinação de trabalhar pra que Campo Grande e as outras cidades do estado tenham projetos de políticas públicas capazes de melhorar a vida das pessoas. Acreditamos que é pelo debate e pelas sínteses entre as divergências que chegaremos a esses projetos. É para isso que está aberto o diálogo.
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Ter integrado a militância do Partido dos Trabalhadores desde a sua fundação é, para mim, motivo de honra e de regozijo. Aliás, a militância do PT é, indiscutivelmente, um patrimônio da democracia brasileira. Depois de mais de três décadas, estar fora do partido que ajudei a fundar me causa uma profunda consternação. Mas há algum tempo já havia perdido a identidade com o maior partido da esquerda da história do Brasil: a direção nacional e regional do PT, envolvidas numa série de escândalos, têm deixado se submeter à chantagem dos setores fisiológicos dos partidos que estão na base de sustentação do governo e da direita raivosa que tem acuado a Presidenta Dilma Rousseff, como o próprio Presidente Lula já deixou explícito.
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Toda vez que surge no Brasil uma polêmica na área dos costumes, tem-se a nítida impressão de que parcela da sociedade – os inteligentes, os detentores da verdade histórica e da sabedoria universal – entram numa espécie de convulsão mental e dividem o mundo entre aqueles que são “contra” e “a favor” de alguma coisa. Não há espaço para qualquer análise ou reflexão sobre as chamadas zonas cinzentas da vida. No fim, tudo se resume a argumentos. Quem está certo? Quem está errado? É cansativo. Mas é a democracia. Nas últimas semanas, não lembro a passagem de um único dia em que não me perguntaram se era “contra” ou a “favor” da redução da maioridade penal no Brasil.
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