A pouco mais de dois meses da eleição, não se sabe quem se sentará na cadeira presidencial, mas um cenário está definido: seja quem for, comandará um país rachado, em litígio. De um lado, grupos oposicionistas, partidos que se dizem de esquerda, outros impregnados por um discurso de cunho militarista, e uma terceira ala, cuja inspiração é “chegar ao poder a qualquer custo”.
Leia mais
Após um dia cansativo de trabalho você chega em sua casa. Ao se deparar com a entrada do edifício onde mora, coloca sua digital para que a primeira porta se abra. Após transpô-la, é preciso aguardá-la se fechar para que, após se identificar ao porteiro, este abra a segunda portaria. Ao chegar em casa, precisa destrancar a fechadura superior e logo em seguida o trinco, adentrando o apartamento. Aqueles mais cuidadosos ainda desligam as câmeras de segurança que permitem que se viva o dia a dia com tranquilidade.
Leia mais
Quem é o vice? Eis a pergunta da semana. Alckmin e o Centrão davam como certo o nome do mineiro Josué Gomes, filho do falecido ex-vice-presidente José Alencar, mas ele desistiu. Josué animaria o 2º maior colégio eleitoral do país, com 16 milhões de eleitores. Já o vice-líder das pesquisas, logo abaixo de Lula, o capitão Bolsonaro teve vetado pelo PRP o nome do general Augusto Heleno, enquanto a advogada Janaína Paschoal sinaliza pouco interesse.
Leia mais
Prezado leitor(a), a partir desta semana inicio uma série de artigos relacionados aos processos eleitorais ocorridos no estado de Mato Grosso do Sul, tanto para governador, quanto para deputados estaduais, federais e senadores. A ideia é contribuir com novos conhecimentos a respeito da história de nosso estado, por meio de textos curtos e simples. Este é o primeiro e tem como objetivo apresentar como se deu a primeira eleição para Assembleia Legislativa de MS, e também para os representantes do estado na Câmara dos Deputados e Senado Federal, em 1978.
Leia mais
Como se explica o enigma Bolsonaro? Lidera as pesquisas, principalmente quando Lula não aparece como candidato, mas o PR e o PRP acabam de recusar parceria com seu partido, o PSL, que esperava o apoio de uma onda bolsonarista com 100 deputados. Até agora este contingente não deu as caras. Qual a razão para o isolamento do capitão?
Leia mais
O ano era 1994. O Brasil tinha uma nova moeda, o Real, criada pelo presidente Itamar Franco (PMDB) juntamente com a equipe econômica liderada pelo ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso, que poucos meses depois renunciaria para ser o candidato do governo e do PSDB à Presidência da República. A população brasileira aos poucos começava a sentir o gosto de preços mais acessíveis de diversos produtos, mas ao mesmo ainda sofria com o desemprego, concentração de renda, entre outros problemas que há muito tempo a acompanhava.
Leia mais
O poder no Brasil começa a beber em novas fontes. Expliquemos. Espraia-se pelo país um fenômeno que terá impacto sobre nossa modelagem democrática. A sociedade ganha mais pluralismo, a partir da organização de suas entidades de representação, e nessa onda ocorre maior distribuição de poder e consequente alargamento dos caminhos para a democratização social. As pedrinhas do dominó vão se tocando. A democratização da sociedade civil adensa e amplifica a democracia política. Caminhamos firmes nessa direção e a prova mais eloquente dessa tendência se verifica na formidável malha de centros de poder instituídos em todos os âmbitos e níveis( associações, movimentos, grupamentos etc).
Leia mais
Gaudêncio Torquato (*)
Cláudio Marçal Freire (*)
Gaudêncio Torquato (*)
Wagner Cordeiro Chagas (*)
Gaudêncio Torquato (*)
Gaudêncio Torquato (*)
Serkan Gedik (*)
Wagner Cordeiro Chagas (*)
Sérgio Longen (*)
Gaudêncio Torquato (*)