O mote da década de 50 acompanhou por muitos anos a vida dos consumidores: "vale quanto pesa". O símbolo da balança, estampado na embalagem, não apenas garantia a legitimidade do "sabonete das famílias", mas reforçava o conceito de verdade. O consumidor constataria não haver um grama de peso a mais ou a menos. Era a época da "verdade verdadeira". De lá para cá, a verdade passou a perder substantivos e a ganhar superlativos, dando vazão ao bordão desses tempos virtuais: "vale muito mais do que pesa".
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Dezembro é angustiante para os apaixonados por futebol. É quando termina a temporada brasileira – em todas as divisões, da elite à Série D. Se é o melhor mês do ano para o comércio em razão do Natal e Ano Novo, para os fanáticos por esse esporte é um período de abstinência de até dois meses.
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Ano novo, vida nova! o velho adágio popular está de volta, ganhando vida com a esperança de materialização em mentes e corações de milhares de milhares de pessoas de todas as classes sociais e econômicas; de todos os níveis intelectuais; em todos os lugares do Brasil e do mundo, nesta etapa de mais um ano que se finda.
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Em 2019 vimos a esperança renascer com força. Na política nacional, mudança de rumos e atitudes, na economia, a busca da recuperação com crescimento sustentável e, pela primeira vez na história recente, um governo falando e agindo para diminuir o tamanho da máquina estatal, visto claramente na esfera federal.
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Quando você se depara com uma pessoa que está se afogando, você pergunta a ela se precisa de socorro? Ou se joga para salvá-la? É evidente que nos atiramos. O mesmo princípio deveria ocorrer conosco no dia a dia quando nos deparamos com pessoas aflitas, desesperadas, atravessando os mais variados e avassaladores problemas. Entretanto, fingimos ignorância, indiferença, e seguimos nosso caminho, egoistamente, sem sequer deixarmos uma palavra de consolo, de esperança.
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A política não é um fim em si mesmo. Trata-se de um sistema-meio para administrar as necessidades do povo. Sendo assim, é uma missão, não uma profissão. Aristóteles ensina que o cidadão deve servir à polis, visando ao bem comum. Ao se afastar dessa meta, dá lugar à corrupção. Que acontece quando "quem governa se desvia do objetivo de atingir o bem comum, e passa a governar de acordo com seus interesses", diz o filósofo.
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O ministro Paulo Guedes, a par de declarações polêmicas - as pessoas não deveriam se assustar "se alguém pedir o AI-5"-, pretende "encolher o Estado". Deixaria sob sua égide o que é estritamente de sua obrigação, como educação, segurança pública, saúde. Para tanto, vai focar na privatização de centenas de empresas estatais. O que levanta a questão: qual deve ser o escopo do Estado no governo Bolsonaro?
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Celina Moraes (*)
Gaudêncio Torquato (*)
Antonio Carlos Teixeira
Gaudêncio Torquato (*)
Wilson Aquino (*)
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Gaudêncio Torquato (*)
Gaudêncio Torquato (*)
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