Campo Grande, Terça-Feira , 17 de Outubro - 2017


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Zeca: 'Minha meta é sanear financeiramente o PT, articular uma boa frente em MS e eleger Lula presidente'

Postado por Marco Eusébio , 09 Outubro 2017 às 19:00 - em: Principal

Sobre o ato de filiações promovido pelo PT em Campo Grande neste fim de semana com participação do presidente nacional da CUT Vagner Freiras (leia aqui), alguns leitores indagaram o motivo da ausência do presidente estadual da sigla, Zeca do PT. Fiz a pergunta ao deputado federal, que respondeu:
 
"Estava com compromisso inadiável com Gilda no interior. Mas você sabe que foi um grande evento, com mais de 500 filiações. Esqueçam o fiasco daqueles que saíram. Eu não quero centralizar a direção do PT.
 
Eu me impus dois desafios.
 
1. Sanear financeiramente a direção estadual do PT. Hoje estamos com o custeio básico em dia e negociando a divida com INSS e FGTS e a Justiça Eleitoral. Acabou a bandalheira
 
2. Incentivar o surgimento de novos dirigentes e lideranças. O que interessa e atticular uma boa frente do MS e eleger Lula presidente.
 
Minha presença é de menos. A filiação normalmente é do Diretório Municipal."



O deputado federal Zeca do PT vai se pronunciar na Câmara na terça-feira e fará representação ao Ministério Público Federal (MPF) em Brasília sobre notícia veiculada neste fim de semana na versão brasileira do site internacional The Intercept reportando que "a Missão Evangélica Caiuá, sediada na zona rural de Dourados (MS) tornou-se dona da saúde indígena no Brasil, recebendo mais de R$ 2 bilhões do governo federal entre 2012 e 2017" por meio de "convênios bilionários mantidos à custa de influência política". A notícia aponta o senador Romero Jucá (PMDB-RR) como "o grande padrinho político da Caiuá". O site dos EUA, tem como editor Glenn Greenwald, jornalista que iniciou a publicação de documentos sobre programas de vigilância global pela Agência de Segurança Nacional (NSA) e a CIA. Leia aqui a íntegra no The Intercept Brasil e ouça abaixo o que disse o ex-governador Zeca ao Blog.





Embora pretenda concorrer ao Senado, Zeca coloca seu nome junto com o de Damião e Kemp como opções para o governo

Postado por Marco Eusébio , 15 Setembro 2017 às 11:00 - em: Principal

O PT vai lançar no dia 7 de outubro, em Campo Grande, três opções para disputar o governo de Mato Grosso do Sul em 2018 – o ex-governador Zeca, o deputado estadual Pedro Kemp e o ex-reitor da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) Damião Duque de Farias. O evento deverá contar com a presença da presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann. Depois disso, serão realizados sete encontros regionais, para que um deles seja escolhido candidato. O anúncio foi feito pelo próprio deputado federal Zeca do PT, presidente estadual da sigla, ao jornal Correio do Estado.
 



Thais Helena e Biffi de saída do PT: ligação com Delcídio seria a principal causa do rompimento com Zeca e a cúpula nacional

Postado por Marco Eusébio , 15 Setembro 2017 às 09:00 - em: Principal


Zeca do PT afirma que outras denúncias contra ele 'não tem veracidade' e também deverão ser arquivadas

Postado por Marco Eusébio , 12 Setembro 2017 às 15:15 - em: Principal

Quatro ações contra o ex-governador Zeca do PT – três ações sobre denúncias supostas irregularidades com verbas da publicidade no governo petista, e uma por enriquecimento ilícito – foram arquivadas pelo juiz David de Oliveira Gomes Filho, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande. "Eu quero registrar a decisão do arquivamento de mais três ações da história da farra da publicidade, que na verdade foi uma coisa montada por um cidadão, que já morreu, e que atuava nesse setor para achacar e tentar tirar dinheiro das pessoas e a outra por enriquecimento ilícito provam que as denúncias apresentadas contra mim, não tem veracidade", disse o deputado federal Zeca hoje, em nota à imprensa. As ações que remontavam a valores que chegavam a R$ 3,9 milhões e foram arquivadas no dia 1º de setembro, devem ser publicadas nesta semana no Diário da Justiça. Inocentado em outras ações em primeira instância, Zeca foi condenado em apenas um processo por improbidade administrativa em segunda instância, em grau de recurso, que deve ser apreciado neste ano pelo TJMS. Outras ações que corriam na justiça comum foram enviadas ao Supremo, por meio de recurso do Ministério Público Federal (MPF).




Zeca nega pacto diz que PT vai lançar nomes para a sucessão de Azambuja e para o Senado em outubro

Postado por Marco Eusébio , 16 Agosto 2017 às 09:00 - em: Principal

Zeca do PT negou em nota à imprensa que esteja conversando com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e com o ex-governador André Puccinelli (PMDB) visando um pacto para as eleições de 2018, conforme divulgou ontem o Correio do Estado. O presidente estadual do PT diz que seu partido vai lançar em outubro seus pré-candidatos ao governo de MS e ao Senado. Acontece que Zeca é o principal nome do PT no estado e seria o candidato natural do partido ao governo. Mas ele tem repetido desde o ano passado que quer disputar o Senado. Vai daí que, como já aconteceu em outras eleições, candidaturas menos expressivas ao governo não inviabilizaria qualquer acordo que possa contemplar os três maiores partidos regionais.




Marquinhos publicou carta de desfiliação no Facebook; e Kelly com Zeca na campanha: agora ex-petistas

Postado por Marco Eusébio , 14 Agosto 2017 às 19:30 - em: Principal

Dois antigos militantes do PT se desfiliaram do partido hoje em Campo Grande: Kelly Cristina Costa, ex-secretária de Finanças e (agora ex) dirigente nacional do partido; e Marquinhos Nogueira, um dos demitidos do diretório estadual sob a presidência do deputado federal Zeca do PT que entraram na Justiça do Trabalho contra a sigla por não receber direitos trabalhistas. 
 
As desfiliações devem abrir a porta para a saída de outras lideranças e militantes dos movimentos indígena, de mulheres, de combate ao racismo, LGBT e até sindicalistas. "As cartas de desfiliações estão sendo assinadas pelas lideranças e filiados comuns e serão entregues de uma vez só, em um ato coletivo", disse um dos descontes ao Blog.
 
Kelly, que por anos foi assessora de Zeca e atuou na coordenação de sua campanha para deputado federal, e Marquinhos, dizem que continuarão militando na esquerda, mas rejeitam integrar a sigla sob comando do ex-governador. Na carta de desfiliação que publicou no Facebook, Nogueira diz: 
 
"Militando no PT aprendi a lutar contra a opressão e pelas garantias dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. Por isso, diante do ocorrido em MS e o silêncio dos nobres parlamentares petistas e da direção nacional, não posso mais permanecer filiado neste partido. Sigo firme na militância de esquerda e na luta por nenhum direito a menos".



Vander foi o que mais conseguiu liberação de verbas para MS nos últimos dois meses, seguido pelo tio Zeca do PT

Postado por Marco Eusébio , 07 Agosto 2017 às 12:00 - em: Principal

Votar em favor de Michel Temer na Câmara não foi vantagem para os deputados de Mato Grosso do Sul, pelo menos até agora. Em junho e julho, o governo federal liberou R$ 46,944 milhões para MS pela bancada federal. R$ 28,683 milhões por meio dos quatro que votaram para que o presidente fosse investigado por corrupção passiva: os petistas Vander Loubet e Zeca; Dagoberto Nogueira (PDT) e Mandetta (DEM). Foram R$ 10 milhões a mais do que os R$ 18,260 milhões liberados por meio dos quatro que votaram em favor de Temer: Carlos Marun e Geraldo Resende (ambos do PMDB), Tereza Cristina (PSB) e Elizeu Dionízio (PSDB). Quem mais conseguiu liberar verbas foi Vander, com R$ 9,195 milhões, seguido do tio Zeca, com R$ 7,197 milhões. Dos apoiadores de Temer, Tereza liderou com R$ 6,274 milhões, deixando em segundo lugar o ferrenho defensor do presidente, Marun, com R$ 5,874 milhões. O levamento foi divulgado na edição de hoje do jornal Correio do Estado, com base com base no site do Congresso.



Dizendo ver 'provas robustas' da culpabilidade de Michel Temer, Dagoberto votou a favor da investigação

A votação pela admissibilidade ou arquivamento da denúncia contra Michel Temer nesta tarde na Câmara dividiu os oito deputados da bancada de Mato Grosso do Sul: quatro votaram em favor da denúncia: Dagoberto Nogueira (PDT), Vander Loubet e Zeca (ambos do PT) e Mandetta (DEM). Outros quatro votaram pelo arquivamento: Carlos Marun (PMDB), Elizeu Dionízio e Geraldo Resende (ambos do PSDB) e Tereza Cristina (PSB), informou o jornalista Clodoaldo Silva lá da Câmara aqui ao Blog. Veja no vídeo abaixo os votos de Marun e Dagoberto contra e a favor da denúncia.




Carla Lopes e Marcos Nogueira com os deputados petistas Amarildo Cruz e João Grandão, pedindo apoio hoje na Assembleia

Postado por Marco Eusébio , 01 Agosto 2017 às 14:30 - em: Principal

Seis dos oito petistas demitidos no dia 3 de julho pelo novo presidente do Partido dos Trabalhadores de Mato Grosso do Sul, o deputado federal Zeca do PT, acionaram a Justiça do Trabalho em Campo Grande para receber salários atrasados e direitos das rescisões previstos na CLT. O grupo é formado pelo jornalista Antonio Marques Almeida, Carla Lopes da Silva (atual secretária de Organização do PT-MS), Lucas Evangelista Heliot, Marcos Nogueira Norberto, Valnici Cardoso Minatti e Vânia Barbosa Cunha.
 
A advogada do grupo, Jucineide Almeida de Menezes, espera que até a semana que vem seja deferida a tutela para que os demitidos possam sacar o valor do FGTS depositado e solicitar seguro desemprego. A responsável pela limpeza do PT-MS também foi mandada embora na semana passada, somando nove demissões. 
 
Os demitidos dizem que no dia 17 enviaram correspondência para a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, informando sobre a demissão coletiva e pedindo apoio para que possam receber. Sem resposta até agora, afirmam estar decepcionados, pois o PT prega no Congresso a defesa dos direitos trabalhistas e na prática está fazendo o contrário em MS. 
 
Hoje na reabertura dos trabalhos na Assembleia, os demitidos foram pedir apoio da bancada estadual do partido. "Os deputados se mostraram solidários. O líder da bancada, João Grandão, disse que vai fazer o que tiver ao alcance para ajudar. O Cabo Almi nos recebeu no gabinete dele é se comprometeu conversar com o Zeca, para tentar liberar o pagamento das verbas rescisórias", disse Marcos Nogueira.