Campo Grande, Segunda-Feira , 21 de Agosto - 2017


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Zeca nega pacto diz que PT vai lançar nomes para a sucessão de Azambuja e para o Senado em outubro

Postado por Marco Eusébio , 16 Agosto 2017 às 09:00 - em: Principal

Zeca do PT negou em nota à imprensa que esteja conversando com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e com o ex-governador André Puccinelli (PMDB) visando um pacto para as eleições de 2018, conforme divulgou ontem o Correio do Estado. O presidente estadual do PT diz que seu partido vai lançar em outubro seus pré-candidatos ao governo de MS e ao Senado. Acontece que Zeca é o principal nome do PT no estado e seria o candidato natural do partido ao governo. Mas ele tem repetido desde o ano passado que quer disputar o Senado. Vai daí que, como já aconteceu em outras eleições, candidaturas menos expressivas ao governo não inviabilizaria qualquer acordo que possa contemplar os três maiores partidos regionais.




Marquinhos publicou carta de desfiliação no Facebook; e Kelly com Zeca na campanha: agora ex-petistas

Postado por Marco Eusébio , 14 Agosto 2017 às 19:30 - em: Principal

Dois antigos militantes do PT se desfiliaram do partido hoje em Campo Grande: Kelly Cristina Costa, ex-secretária de Finanças e (agora ex) dirigente nacional do partido; e Marquinhos Nogueira, um dos demitidos do diretório estadual sob a presidência do deputado federal Zeca do PT que entraram na Justiça do Trabalho contra a sigla por não receber direitos trabalhistas. 
 
As desfiliações devem abrir a porta para a saída de outras lideranças e militantes dos movimentos indígena, de mulheres, de combate ao racismo, LGBT e até sindicalistas. "As cartas de desfiliações estão sendo assinadas pelas lideranças e filiados comuns e serão entregues de uma vez só, em um ato coletivo", disse um dos descontes ao Blog.
 
Kelly, que por anos foi assessora de Zeca e atuou na coordenação de sua campanha para deputado federal, e Marquinhos, dizem que continuarão militando na esquerda, mas rejeitam integrar a sigla sob comando do ex-governador. Na carta de desfiliação que publicou no Facebook, Nogueira diz: 
 
"Militando no PT aprendi a lutar contra a opressão e pelas garantias dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. Por isso, diante do ocorrido em MS e o silêncio dos nobres parlamentares petistas e da direção nacional, não posso mais permanecer filiado neste partido. Sigo firme na militância de esquerda e na luta por nenhum direito a menos".



Vander foi o que mais conseguiu liberação de verbas para MS nos últimos dois meses, seguido pelo tio Zeca do PT

Postado por Marco Eusébio , 07 Agosto 2017 às 12:00 - em: Principal

Votar em favor de Michel Temer na Câmara não foi vantagem para os deputados de Mato Grosso do Sul, pelo menos até agora. Em junho e julho, o governo federal liberou R$ 46,944 milhões para MS pela bancada federal. R$ 28,683 milhões por meio dos quatro que votaram para que o presidente fosse investigado por corrupção passiva: os petistas Vander Loubet e Zeca; Dagoberto Nogueira (PDT) e Mandetta (DEM). Foram R$ 10 milhões a mais do que os R$ 18,260 milhões liberados por meio dos quatro que votaram em favor de Temer: Carlos Marun e Geraldo Resende (ambos do PMDB), Tereza Cristina (PSB) e Elizeu Dionízio (PSDB). Quem mais conseguiu liberar verbas foi Vander, com R$ 9,195 milhões, seguido do tio Zeca, com R$ 7,197 milhões. Dos apoiadores de Temer, Tereza liderou com R$ 6,274 milhões, deixando em segundo lugar o ferrenho defensor do presidente, Marun, com R$ 5,874 milhões. O levamento foi divulgado na edição de hoje do jornal Correio do Estado, com base com base no site do Congresso.



Dizendo ver 'provas robustas' da culpabilidade de Michel Temer, Dagoberto votou a favor da investigação

A votação pela admissibilidade ou arquivamento da denúncia contra Michel Temer nesta tarde na Câmara dividiu os oito deputados da bancada de Mato Grosso do Sul: quatro votaram em favor da denúncia: Dagoberto Nogueira (PDT), Vander Loubet e Zeca (ambos do PT) e Mandetta (DEM). Outros quatro votaram pelo arquivamento: Carlos Marun (PMDB), Elizeu Dionízio e Geraldo Resende (ambos do PSDB) e Tereza Cristina (PSB), informou o jornalista Clodoaldo Silva lá da Câmara aqui ao Blog. Veja no vídeo abaixo os votos de Marun e Dagoberto contra e a favor da denúncia.




Carla Lopes e Marcos Nogueira com os deputados petistas Amarildo Cruz e João Grandão, pedindo apoio hoje na Assembleia

Postado por Marco Eusébio , 01 Agosto 2017 às 14:30 - em: Principal

Seis dos oito petistas demitidos no dia 3 de julho pelo novo presidente do Partido dos Trabalhadores de Mato Grosso do Sul, o deputado federal Zeca do PT, acionaram a Justiça do Trabalho em Campo Grande para receber salários atrasados e direitos das rescisões previstos na CLT. O grupo é formado pelo jornalista Antonio Marques Almeida, Carla Lopes da Silva (atual secretária de Organização do PT-MS), Lucas Evangelista Heliot, Marcos Nogueira Norberto, Valnici Cardoso Minatti e Vânia Barbosa Cunha.
 
A advogada do grupo, Jucineide Almeida de Menezes, espera que até a semana que vem seja deferida a tutela para que os demitidos possam sacar o valor do FGTS depositado e solicitar seguro desemprego. A responsável pela limpeza do PT-MS também foi mandada embora na semana passada, somando nove demissões. 
 
Os demitidos dizem que no dia 17 enviaram correspondência para a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, informando sobre a demissão coletiva e pedindo apoio para que possam receber. Sem resposta até agora, afirmam estar decepcionados, pois o PT prega no Congresso a defesa dos direitos trabalhistas e na prática está fazendo o contrário em MS. 
 
Hoje na reabertura dos trabalhos na Assembleia, os demitidos foram pedir apoio da bancada estadual do partido. "Os deputados se mostraram solidários. O líder da bancada, João Grandão, disse que vai fazer o que tiver ao alcance para ajudar. O Cabo Almi nos recebeu no gabinete dele é se comprometeu conversar com o Zeca, para tentar liberar o pagamento das verbas rescisórias", disse Marcos Nogueira.



Vander e seu tio Zeca do PT: denúncia feita pela publicitária Mônica Moura contra os dois foi arquivada por Fachin

Postado por Marco Eusébio , 19 Julho 2017 às 17:00 - em: Principal

O relator da Lava Jato no Supremo, Edson Fachin, arquivou o processo em que Mônica Moura, mulher do marqueteiro João Santana, citava o ex-governador e atual deputado Federal Zeca do PT por supostamente ter repassado dinheiro de "caixa 2" para quitar despesas da campanha do deputado federal Vander Loubet (PT-MS) quando este disputou a Prefeitura de Campo Grande em 2004. 
 
O pedido de arquivamento feito em junho pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, após deferimento da delação pelo STF, foi acolhido por Fachin, que arquivou o processo na sexta-feira anterior. A decisão deve ser publicada no Diário Oficial no início de agosto, após o recesso forense. 
 
Zeca divulgou nota hoje afirmando que nunca autorizou qualquer pagamento aos dois marqueteiros e Vander alegou que sua prestação de contas foi feita na legalidade à Justiça Eleitoral. "Tenho convicção de que os outros processos, o da JBS e o da Odebretch também caminham para o mesmo caminho pelo MPF. Por falta de provas o procurador deve pedir o arquivamento", disse Zeca do PT.



Nelsinho e Zeca para o Senado: 'dobradinha' cogitada pelo petista foi criticada pelo ex-prefeito Bernal

Postado por Marco Eusébio , 15 Julho 2017 às 13:30 - em: Principal

Uma possível união do deputado federal Zeca do PT e o ex-prefeito de Campo Grande Nelsinho Trad (PTB) em "dobradinha" para as duas vagas de MS no Senado em disputa nas eleições do ano que vem, foi criticada hoje pelo também ex-prefeito Alcides Bernal (PP). 
 
"Pega muito mal essa aliança. O povo não vai entender como pessoas tão antagonistas estão juntas", disse o progressista ao repórter Paulo Fernandes, do site Midiamax. "Mas eu acho bom porque já mostra quem são" emendou. No ano passado, Bernal apoiou Marquinhos Trad (PSD), irmão de Nelsinho, à sua sucessão. Embora exótica, a parceria não foi rejeitada pelo eleitor. Marquinhos acabou eleito. 
 
A suposta "dobradinha" com Nelsinho foi revelada por Zeca ao repórter no começo do mês (leia aqui), quando o ex-governador disse que falou de seu projeto a Lula, ao se reunir com o ex-presidente em ato do PT nacional em SP. 
 
Bernal, que completou ontem 50 anos, pretende disputar uma cadeira de deputado federal, mas não descarta voltar a concorrer ao Senado. A decisão sobre candidaturas, ponderou, só deve ocorrer no ano que vem.



Manifesto de repúdio assinado pelos demitidos do PT-MS

Postado por Marco Eusébio , 14 Julho 2017 às 16:20 - em: Principal

Os oito funcionários demitidos do Diretório Regional do PT-MS no começo do mês pelo novo presidente regional do partido, o deputado federal Zeca do PT, lançaram hoje manifesto que vão postar nesta tarde nas redes sociais, em "repúdio ao tratamento concedido pelo atual comando do PTMS", a quem acusam de dar "calote na CLT, sepultada hoje pelo governo golpista de Temer com a sanção da Reforma Trabalhista". 
 
Os demitidos, todos petistas, dentre eles uma dirigente (Carla Lopes, atual secretária de Organização do partido), dizem na nota que o prazo para pagamento das resições venceu ontem, dia 13, e "até o momento o presidente não deu qualquer satisfação aos funcionários". 
 
O grupo acrescenta que muitos dos demitidos trabalharam com Zeca ao longo da carreira política do ex-governador, mas se afastaram dele por não compactuar com suas posições. "Para nós, funcionários, essa decisão parece ter mais caráter de perseguição política e assédio moral, que por falta de recursos financeiros", assinala o manifesto.
 
Leia abaixo a íntegra:
 
"Manifesto dos ex-funcionários do PTMS pelo cumprimento da CLT
 
Os ex-funcionários do Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores de Mato Grosso do Sul, demitidos sumariamente no último dia 3 de julho de 2017, pelo atual presidente José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT, vêm a público manifestar repúdio ao tratamento concedido pelo atual comando do PTMS, dando o calote na CLT, sepultada hoje pelo governo golpista de Temer com a sanção da Reforma Trabalhista.
 
Mesmo vencido o prazo neste dia 13 para pagamento das rescisões, até o momento o presidente não deu qualquer satisfação aos oito funcionários, alguns há mais de 10 anos e, até, 16 anos auxiliando nas diversas gestões do partido.
 
O ex-governador o Zeca do PT parece estar em outro mundo bem diferente do que vive a presidente nacional do Partido, a senadora Gleisi Hoffmann. Enquanto ela ocupou a Mesa Diretora do Senado na tentativa de evitar a aprovação da Reforma Trabalhista, cena que marcou o auge da luta das mulheres guerreiras naquela Casa em favor dos trabalhadores contra o sepultamento da CLT, ele faz demissão em massa e, pior, dá o calote nos direitos trabalhistas dos funcionários.
 
Na reunião da Direção Executiva Estadual, ocorrida na segunda-feira, 10, Zeca do PT, já deu recado aos novos diretores e disse que “não adianta ninguém vir chorando que não recebeu”. Ou seja, ele impõe uma gestão que destoa o discurso da prática defendida pelo Partido dos Trabalhadores, contrariando todos os princípios partidários e jogando no lixo a luta da própria presidente nacional no Senado.
 
A revolta maior dos funcionários, que também são militantes do partido, é que o novo presidente construiu sua trajetória política no sindicato dos bancários. A partir daí, conseguiu se eleger deputado estadual, governador, vereador na Capital e agora deputado federal. Muitos dos demitidos foram seus assessores nesta trajetória, mas se afastaram dele por não compactuarem com suas posições políticas. 
 
Mais que o atual presidente, os funcionários têm conhecimento das condições financeiras do PTMS, que perdeu o fundo partidário em abril passado, por falha na prestação de contas na campanha eleitoral de Zeca governador em 2010. Por conta disso, recebiam os salários atrasados, mas continuavam nas suas atividades. 
 
Zeca do PT justifica a demissão em massa dizendo que o PTMS não tem recursos para pagar a folha de pagamento, pouco mais de R$ 30 mil por mês, uma vez que perdeu a parcela mensal do Fundo Partidário, cerca de R$ 70 mil, ocorrido em abril deste ano. Ele alega também que recebeu o Diretório com dívidas da gestão passada.
 
Também é importante ressaltar que na história do PTMS nenhum presidente, por mais grave que a situação estivesse, fez demissão em massa. Em vez de fazer uma política de arrecadação juntos aos parlamentares, preferiu o 'choque de gestão', muito usada nos governos do PSDB.
 
Outro fato que causa revolta entre os ex-funcionários é a falta de sensibilidade do ex-governador Zeca do PT, sabendo que têm famílias que dependem deles. Sabendo que não havia recursos para pagamento das rescisões, o atual presidente teria como alternativa, além de melhorar a arrecadação do partido fazer a demissão escalonada, sem causar traumas aos colaboradores e sem ganhar a fama de caloteiro da CLT.
 
Para nós, funcionários, essa decisão parece ter mais caráter de perseguição política e assédio moral, que por falta de recursos financeiros. Por isso, queremos apenas reivindicar os direitos trabalhistas, tão defendido pelos companheiros e companheiras petistas em todo o Brasil.
 
Campo Grande (MS), 14 de julho de 2017.
 
Assinam abaixo os funcionários de acordo com o manifesto.
 
Antonio Marques de Almeida
Carla Lopes da Silva
Lucas Evangelista Heliot
Marcos Nogueira Norberto
Valnici Cardoso Minatti
Vânia Barbosa Cunha"



Com foto ao lado de Lula em evento do PT, Zeca disse ter 'certeza' que o companheiro será absolvido pelo TRF4

Postado por Marco Eusébio , 12 Julho 2017 às 18:00 - em: Principal

O ex-governador de Mato Grosso do Sul e deputado federal Zeca do PT declarou hoje em nota nas redes sociais e à imprensa que a condenação de Lula era esperada depois de "tanta perseguição", disse que o objetivo disso é tirar o petista da disputa presidencial de 2018 e afirmou que o Brasil estranha é que "o senador Aécio e outros larápios continuam soltos". Zeca, que é presidente do PT-MS, acredita que em segunda instância o Tribunal Regional da 4ª Região (que tem confirmado e até reforçado as condenações do juiz Sérgio Moro) vai inocentar Lula "por absoluta falta de provas". Leia a íntegra:
 
"Nada era mais esperado no Brasil do que a condenação do ex-presidente Lula. Depois de tanta perseguição, era impossível a não condenação.     
                    
O que o Brasil estranha é  a condenação do Lula, enquanto o senador Aécio e outros larápios continuam soltos. Aécio inclusive com o mandato restabelecido.
                       
Ao mesmo tempo, o Brasil percebe que a condenação não tem outro objetivo a não ser tirar Lula da disputa presidencial de  2018.    
  
Temos certeza de que  o Tribunal Regional Federal (TRF-4) vai negar a condenação por absoluta falta de provas contra Lula, restabelecendo os direitos e a dignidade do Lula."



Zeca: 'recontratação de funcionários vai depender da evolução da arrecadação do diretório estadual'

Postado por Marco Eusébio , 05 Julho 2017 às 18:30 - em: Principal

Sem recursos do fundo partidário que chegava a R$ 70 mil por mês, suspenso pela Justiça, o Diretório Regional do PT de Mato Grosso do Sul demitiu seus oito funcionários. Até uma dirigente, a atual secretária de Organização do partido Carla Lopes, ligada ao grupo do ex-presidente da sigla Antonio Carlos Biffi, que era a mais antiga funcionária com 16 anos de casa, foi dispensada. "Só ficou a moça da limpeza", confidenciou um demissionário ao Blog. O deputado federal Zeca do PT, novo presidente do partido eleito em maio, confirmou a crise. "Estamos com o fundo partidário bloqueado, mas nada de extraordinário", disse ao Blog hoje o ex-governador. Indagado sobre a possibilidade de recontratar pelo menos três dos demitidos, Zeca respondeu ao Blog: "Depende da evolução da arrecadação do diretório estadual".