Campo Grande, Segunda-Feira , 26 de Junho - 2017


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Cid, citado na delação da JBS, e o falante irmão Ciro, que anda 'pianinho' sobre as falas dos irmãos Batista

Postado por Marco Eusébio , 23 Maio 2017 às 17:15 - em: Principal

Do Lauro Jardim no blog Radar da Veja:
 
"O loquaz Ciro Gomes anda calado. A delação da JBS o atingiu. Senão diretamente, de raspão: Joseley revelou ter dado propina para Cid Gomes."



'A decolagem desse aviãozinho da alegria indignou muita gente', disse Marun sobre a ida de Joesley para os EUA

Um dos principais aliados do presidente Michel Temer no Congresso, o deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) está propondo a criação de uma comissão parlamentar de inquérito para investigar o acordo de delação premiada feito pelos donos da JBS, os irmãos Joesley e Wesley Batista. "Estamos nos baseando em matéria do jornal O Globo e da Folha de S.Paulo que disseram que esse acordo de delação tem uma benevolência inédita na história da vida jurídica brasileira" disse Marun. Em nota que acaba de enviar ao Blog, o deputado, que iria começar a colher assinaturas hoje para a CPI, afirma: 

"Decidi, no lugar de fazer correr uma lista de assinaturas para a CPI do JBS, me asociar ao requerimento de CPI Mista do deputado Baldi e do senador Ataíde sobre o mesmo tema (relação da JBS com o BNDES e o acordo de delação premiadíssimo). Penso que assim o objetivo de esclarecermos a sociedade a respeito desta questão e, eventualmente, propormos punições e anulações de atos jurídicos, poderá ser também cumprido".

"A decolagem deste aviãozinho da alegria indignou muita gente", justificou Marun, em referência à viagem de Joesley Batista para os EUA. As comissões de Finanças e de Controle e Tributação da Câmara também devem convocar o presidente da Comissão de Valores Mobiliários, que investiga o ganho de milhões de dólares dos irmãos Batista com venda de ações e compra de dólares antes da divulgação da delação, e o da bolsa de valores, a Bovespa, para repercutir os impactos no mercado financeiro. "Queremos saber quem ganhou e quem perdeu nessa história", disse Marun.

(Texto alterado às 11h45 para inclusão da nota enviada por Carlos Marun)




Azambuja chegou a chorar na coletiva e afirmou ir 'até o fim' para provar que delação contra ele 'é mentira'

Postado por Marco Eusébio , 22 Maio 2017 às 18:30 - em: Principal

Ao declarar hoje em coletiva à imprensa que vai "até o fim" para provar que as acusações dos delatores da JBS contra ele são mentira, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) terá de correr contra o tempo. Nas eleições do ano que vem ele deve disputar a reeleição e seus adversários políticos, de olho no governo, já estão usando a delação contra ele.
 
Diante de especulações, a coletiva foi convocada para falar sobre a delação premiada de Wesley Batista, da JBS, que acusou ele e os ex-governadores Zeca do PT, André Puccinelli (PMDB) de cobrarem quantias milionárias "por fora" para conceder isenções fiscais aos frigoríficos do grupo em Mato Grosso do Sul. Conforme a denúncia, o tucano teria levado R$ 45.631.696,03. 
 
Azambuja lembrou que foi considerado o candidato ao governo mais rico do País, por seu patrimônio de R$ 38,7 milhões em bens declarados à Justiça Eleitoral em 2014. Disse que já foi acusado de enriquecimento ilícito e as denúncias acabaram arquivadas. E chorou ao dizer: "Tudo que eu tenho foi constituído pela minha família, meu avô, meu pai e pela família da minha esposa. Meu patrimônio é resultado do trabalho de pessoas honestas. Não foi tirando nada de ninguém".
 
Reinaldo admitiu encontros com diretores da JBS, inclusive Joesley Batista, como governador, para tratar sobre "investimentos no estado", e, como pecuarista, disse que vendeu gado ao frigorífico em transações legais comprovadas por meio de notas fiscais e GTAs (guias de trânsito animal) a serem apresentadas à Justiça. Frisou que, como governador, reduziu incentivos fiscais concedidos à JBS quase quadruplicando a carga de ICMS paga pelo grupo no estado de R$ 40 milhões em 2014 para mais de R$ 140 milhões neste ano. "Pode ter sido retaliação porque nós não renovamos muitos termos de acordo, não sei o que foi. Acho que foi porque eles tinham que entregar alguém", afirmou.



Azambuja vai receber jornalistas hoje na Governadoria para falar sobre denúncias de Wesley Batista

Postado por Marco Eusébio , 22 Maio 2017 às 11:00 - em: Principal

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) convocou hoje a imprensa para falar sobre as declarações do empresário Wesley Batista, do JBS, que em delação à Lava Jato, denunciou suposto esquema de propina paga a governantes de Mato Grosso do Sul para obter benefícios fiscais iniciado na época de Zeca do PT, mantido na de André Puccinelli (PMDB) e chegado à sua gestão. A coletiva será a partir das 16h na Governadoria. Reinaldo tem afirmando concessões fiscais em sua gestão foram feitas visando atrair empresas e a geração de empregos.




Diretoria da OAB-MS vai protocolar pedido ao Supremo na segunda-feira

Postado por Marco Eusébio , 20 Maio 2017 às 13:45 - em: Principal

Um dia depois da quebra de sigilo e divulgação de vídeo de depoimento de Wesley Batista à Lava Jato, revelando pagamento de propina a governadores de Mato Grosso do Sul para obter benefícios fiscais aos frigoríficos JBS no estado, num esquema que teria sido iniciado na gestão do ex-governador Zeca do PT, mantido nos mandatos de André Puccinelli (PMDB) e chegado à gestão do atual governador Reinaldo Azambuja (PSDB), a Seccional estadual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MS) anunciou hoje que vai pedir oficialmente ao relator da Lava Jato no Supremo, ministro Edson Fachin, acesso integral aos documentos oficiais dos processos relativos ao Estado. O pedido será protocolado na próxima segunda-feira no Supremo, diz a diretoria da OAB-MS em nota divulgada neste sábado (leia aqui a íntegra) frisando que a instituição "reitera seu compromisso irrestrito de defender a Constituição e a ordem jurídica, tomando todas as medidas necessárias para atingir suas finalidades institucionais".




Azambuja diz que apoia investigações e está à disposição para esclarecimento dos fatos

Postado por Marco Eusébio , 19 Maio 2017 às 20:00 - em: Principal

 
"Compromisso com a verdade
 
* REINALDO AZAMBUJA
 
Tendo em vista a delação do empresário Wesley Batista em que meu nome é citado, e em respeito ao povo de Mato Grosso do Sul, faço os seguintes esclarecimentos:
 
O empresário Wesley Batista apresentou em sua delação premiada suposições de fraude envolvendo cinco termos de acordo de incentivos fiscais com o Estado de Mato Grosso do Sul, dos quais apenas um foi assinado em minha gestão;
 
Esclareço que referido termo assinado em minha gestão teve como objeto investimentos para ampliação e geração de novos empregos em diversas unidades frigoríficas em Mato Grosso do Sul, conforme legalmente estabelecido pela política de incentivos estadual;
 
Em relação à declaração de que recebi aproximadamente R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais) dos empresários, informo que o valor exato é de R$ 10.500.000,00, (dez milhões e quinhentos mil reais) repassados pelo PSDB nacional e que constam regularmente declarados na prestação de contas eleitoral de minha candidatura em 2014;
 
Ressalto que a transparência na gestão pública é meu compromisso com o povo sul-mato-grossense, comprovado pela ultima avaliação da CGU que colocou Mato Grosso do Sul com nota 10 em transparência, sendo o Estado que mais evoluiu nesse quesito em todo o país;
 
Apoio integralmente às investigações, e me coloco à disposição para apresentação de todo e qualquer documento ou esclarecimento que contribua com a elucidação total dos fatos;
 
Por fim reforço que qualquer outra alegação de fatos ilícitos envolvendo meu nome e a empresa JBS não condiz com a verdade, e será devidamente comprovado.
 
Campo Grande – MS, 19 de Maio de 2017.
 
Reinaldo Azambuja Silva
 
Governador do Estado de Mato Grosso do Sul"



Acusado de iniciar a cobrança de propina, Zeca acusa Wesley que querer se beneficiar com delação

Postado por Marco Eusébio , 19 Maio 2017 às 19:45 - em: Principal

Em reação à divulgação do depoimento em delação premiada de Wesley Batista, do grupo JBS, que acusa ele e seus dois sucessores de receberem propina para conceder isenções fiscais ao grupo frigorífico em Mato Grosso do Sul (leia aqui), o deputado federal e ex-governador Zeca do PT afirmou hoje que "nunca pediu e nem tomou conhecido de que alguém tenha pedido propina ao referido grupo em seu nome ou em nome do governo", e diz não temer a "alardeada delação". Leia, abaixo, a íntegra:
 
"NOTA SOBRE A CITAÇÃO NA DELAÇÃO DO JBS
 
O deputado Zeca do PT não tem o menor temor da alardeada delação dos executivos do grupo JBS, já que na condição de ex-governador do Estado, nunca pediu e nem tomou conhecimento de que alguém tenha pedido propina ao referido grupo em seu nome ou em nome do seu governo.
 
Resta desafiado que seja apresentado qualquer prova ou indício do fato aludido na referida delação.
 
O Deputado Zeca do PT confia que o poder judiciário ao final da apuração saberá distinguir as verdadeiras imputações daquelas que tem um único propósito: Obter benefício com uso indevido da delação premiada.
 
Deputado Federal Zeca do PT
19/05/2017"



Wesley e Joesley Batista, do topo empresarial a investigados e delatores da Lava Jato

Os empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS, conseguiram autorização da Justiça para deixar o Brasil e ir para Nova Iorque (EUA) depois de relatarem às autoridades que estão ameaçados de morte. A informação foi divulgada na noite anterior pela Globo News. Joesley virou assunto de todo o noticiário nacional depois que o jornal O Globo revelou sua deleção premiada que inclui gravação do presidente Michel Temer dando aval para comprar o silêncio de Eduardo Cunha, gravação do senador Aécio Neves (PSDB) pedindo R$ 2 milhões de propina para o grupo do empresário e também diz que seu contato com os governos petistas era o ex-ministro Guido Mantega que distribuía propina a parlamentares do PT.