Campo Grande, Domingo , 21 de Janeiro - 2018


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Ulisses e André: presidente do MDB de Campo Grande vê Mandetta 'muito mais próximo' de seu partido
Correu em grupo de políticos no WhatsApp em Campo Grande, ontem, versão de uma suposta chapa que poderia ser encabeçada pelo MDB em 2018: "André governador, Mandetta vice, Nelsinho e Moka para o Senado e os ex-deputados Arroyo e Paulo Duarte puxando a chapa proporcional". 
 
Indaguei ao presidente municipal do partido. Ulisses Rocha respondeu: 
 
– "Se for, não é ruim. Há muita conversa, mas de concreto, até agora, é que o MDB terá candidato ao governo".
 
Em seguida, o Ulisses fez questão de acrescentar: 
 
– "O Mandetta tem conversado muito com o ex governador André Puccinelli. E com a ida da deputada Tereza Cristina para o Democratas, o deputado Mandetta está muito mais próximo do MDB. Tendo em vista que o ministro Marun não será candidato em 2018, o MDB, que é um grande partido, pode transferir muitos apoios ao Mandetta. Ele tem convite do Podemos, mas entendemos que seu melhor caminho é o MDB."



Aécio Neves precisava de 41 votos e obteve 44 na votação do Senado hoje que derrubou decisão que o afastava da Casa

Postado por Marco Eusébio , 17 Outubro 2017 às 19:30 - em: Principal

Com votos favoráveis de 44 senadores, incluindo os três de Mato Grosso do Sul – Waldemir Moka e Simone Tebet (ambos do PMDB) e Pedro Chaves (PSC) – e 26 contrários, o Senado derrubou hoje decisão da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que afastava Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato de senador. Acusado pela Procuradoria Geral da República de pedir e levar R$ 2 milhões de propina da JBS e atuar para impedir o andamento da Lava Jato, o tucano mineiro já pode retomar suas atividades. 




Moka falou sobre exames preventivos em Brasília e afirmou que pretende voltar a Campo Grande na semana que vem

Postado por Marco Eusébio , 21 Setembro 2017 às 18:45 - em: Principal

"Como vai ter eleição no ano que vem, quero estar 100%" disse, bem-humorado, o senador Waldemir Moka (PMDB-MS), que acabou de telefonar aqui ao Blog, contou que passou por exame de cateterismo radial, em que é inserido um cateter no punho para verificar preventivamente se há algum tipo de obstrução nas artérias, e negou ter passado por cirurgia, como chegou a ser divulgado por alguns sites de notícia do estado. Moka disse que passa bem, mas continua no Hospital no Hospital do Coração do Brasil (HCBr), em Brasília, para exames complementares e espera receber alta nesta sexta-feira. "Os exames já estavam agendados e não houve qualquer cirurgia. Embora o cateter seja um exame invasivo, é um procedimento hoje considerado normal", disse o senador, que é médico. Moka contou que pretende ficar em Brasília no fim de semana, já que na terça-feira terá de retomar as sessões no Senado.




Senadores Simone e Moka e o deputado Marun apontados pelo Diap dentre os mais influentes do Congresso

Postado por Marco Eusébio , 04 Setembro 2017 às 13:30 - em: Principal


Moka diz que questão orçamentária é uma das prioridades da nova subcomissão: 'Há remédios que são caríssimos'

Postado por Marco Eusébio , 31 Agosto 2017 às 12:00 - em: Principal

O senador Waldemir Moka (PMDB-MS) assumiu ontem a presidência da nova Subcomissão sobre Doenças Raras, da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, recém criada visando aperfeiçoar a legislação sobre o tema. A primeira reunião será no dia 12 de setembro. A questão orçamentária é uma das prioridades. "Queremos garantir os recursos e uma rubrica no orçamento do ministério da Saúde para que os remédios de alto custo sejam disponibilizados no SUS", disse o senador, lembrando da demora da liberação pela Anvisa de medicamentos para doenças pouco conhecidas que vitimizam cerca de 13 milhões de brasileiros. “Há pessoas desesperadas porque os remédios são caríssimos”, alerta. Doenças raras são aquelas que afetam até 65 de cada 100 mil pessoas. No Brasil, atingem de 6% a 8% da população.




O radialista Antonio Néres é pré-candidato pelo PV, e os ex-prefeitos Murilo (PSB) e Tetila (PT) cogitam candidaturas

Dourados poderá ter três candidatos ao Senado em 2018: o radialista Antonio Neres, que é pré-candidato pelo PV; e dois ex-prefeitos – Murilo Zauith (PSB) e Laerte Tetila (PT) – que cogitam concorrer a uma das duas vagas de MS em disputa no ano que vem. Hoje, a maior cidade do interior, comanda a fila de suplentes de senador no estado: o agropecuarista Celso Dal Lago Rodrigues é o primeiro suplente de Simone Tebet (ambos do PMDB) cujo mandato vai até 2022; a professora Zonir Tetila é a primeira suplente de Pedro Chaves (PSC); e o ex-vereador Gino Ferreira é o primeiro suplente de Waldemir Moka (ambos do PMDB). Estes dois mandatos se encerram ao fim de 2018. (Com Nicanor Coelho, de Dourados)




Pedro Chaves, Geraldo Resende, Moka, Simone, Dagoberto e Vander durante reunião hoje em Brasília

 A bancada federal de Mato Grosso do Sul se reuniu hoje em Brasília e definiu seis projetos que terão prioridade nas emendas dos deputados e senadores do estado no Orçamento da União de 2018: trecho da rodovia da BR-419, ligando a BR-163 em Rio Verde à BR-262 em Aquidauana; pavimentação da MS-165 (Sul Fronteira); reestruturação do Hospital Universitário da Grande Dourados; construção da ponte binacional sobre o rio Paraguai ligando Porto Murtinho à colônia paraguaia Carmelo Peralta, visando o corredor bioceânico; construção de espaço para o Curso de Veterinária da UFMS, em Paranaíba; e recursos para o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteira (Sisfron). Participaram da reunião no gabinete do senador Waldemir Moka (PMDB), coordenador da bancada, os senadores Pedro Chaves (PSC) e Simone Tebet (PMDB) e os deputados federais Geraldo Resende (PSDB), Vander Loubet (PT) e Dagoberto Nogueira (PDT).




Renan dispara: 'puxa-saquismo'. Moka rebate: 'mais puxa-saco que vossa excelência não conheço'

Postado por Marco Eusébio , 24 Maio 2017 às 20:00 - em: Principal

Enquanto Brasília "pegava fogo" lá fora em dia de protesto e vandalismo, no plenário do Senado Waldemir Moka (PMDB-MS) travou um bate-boca com o líder de seu partido, Renan Calheiros (PMDB-AL). O senador de MS usava a tribuna em defesa do governo, afirmando que 17 senadores foram prestar apoio a Temer para "tirar esse País do caos que nós encontramos" e dizer à sociedade "que não foi esse governo que fez isso. Que isso se acumulou ao longo de 13 anos", em referência aos governos petistas. Renan, que havia criticado o governo, tentou usar o microfone de apartes interrompendo o discurso. Moka pediu licença. Renan, entretanto, disse que ele estava alí por "puxa-saquismo". Moka, do microfone, respondeu:
 
– "Mais puxa saco do que Vossa Excelência eu não conheço."
 
Renan continuou retrucando, sem microfone, e Moka, gritando da tribuna, rebateu:
 
– "Vossa Excelência muda de lado e vem aqui para cima. Eu quero ignorar vossa excelência. Há muito tempo vossa excelência não fala pela liderança. Muito tempo".
 
Em seguida, Moka pediu ao presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), para que o tempo de sua fala, interrompido por Renan, fosse recomposto, no que foi atendido.
 
Veja abaixo o vídeo da discussão.