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Lula e Palocci nos tempos de companheirismo petista, hoje de lados opostos divididos pela Lava Jato

Postado por Marco Eusébio , 15 Setembro 2017 às 17:30 - em: Principal

Em trecho da delação premiada de Antonio Palocci ainda não homologada, antecipado pela revista Veja, o ex-ministro revela que entregou dinheiro vivo ao ex-presidente Lula em pelo menos cinco encontros. Anunciando manchete da edição que vai às bancas neste fim de semana, o site da revista diz que o pagamento era feito pessoalmente por Palocci em pequenos pacotes de R$ 30 mil, R$ 40 mil e R$ 50 mil, frutos de propina da Odebrecht que eram gastos por Lula em despesas pessoais e com a família. O ex-ministro relatou, conforme a Veja, que quantias superiores eram repassadas a Lula por meio do sociólogo Branislav Kontic, então responsável pelo transporte e entrega da propina no Instituto Lula, em São Paulo. Na delação, Palocci diz Lula desviava dinheiro doado ao instituto, que mantinha uma contabilidade paralela para acobertar os desvios. A conta ilícita, relata o ex-ministro, era administrada pelo presidente da organização, Paulo Okamotto, que sempre negou qualquer irregularidade durante o seu comando à frente da entidade.




Em blog no site da Veja, Reinaldo Azevedo anuncia que rompeu contrato com a revista

Postado por Marco Eusébio , 24 Maio 2017 às 14:30 - em: Principal

Conhecido por ácidas críticas ao PT desde o início do governo Lula, o jornalista Reinaldo Azevedo pediu demissão da revista Veja nesta semana, após o vazamento de uma conversa telefônica dele com a irmã de Aécio Neves (PSDB-MG), Andrea Neves, cujo telefone estava grampeado pela Polícia Federal na investigação contra o senador. O site "BuzzFeed" vazou o diálogo em que Azevedo chama a Veja de “nojenta” por uma reportagem de capa sobre pagamento de propina a Aécio em Nova Iorque, em uma conta em nome de Andrea. Na conversa, Azevedo também diz que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, é pré-candidato ao governo de Minas Gerais.
 
O jornalista não é alvo de investigação e as gravações não têm indícios de crime, o que gerou críticas contra a Procuradoria Geral da República (PGR) e à PF de entidades de imprensa. A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) afirmou, em nota, que vê com preocupação a violação de sigilo de fonte pela PGR. "A Lei 9.296/1996, que regula o uso de interceptações telefônicas em processos, é clara: a gravação que não interesse à produção de provas em processo deve ser destruída. O próprio Ministério Público, aliás, é que deveria cuidar para que isso aconteça", diz o comunicado. Nas redes sociais, jornalistas e políticos, inclusive desafetos de Azevedo, criticaram o vazamento.
 
 
O colunista Flávio Ricco, do portal UOL, divulgou que Reinaldo Azevedo também vai deixar a rádio Jovem Pan, de São Paulo, onde apresentava o programa "Pingos nos Is", mas continuará o seu trabalho de comentarista no "Rede TV! News".



Colunista da Veja defende anulação da delação e Globo desqualifica perícia divulgada pela Folha

Postado por Marco Eusébio , 22 Maio 2017 às 14:30 - em: Principal

Além de abalar o Planalto, a gravação de Joesley Batista em conversa com Michel Temer gerou uma batalha midiática. A Globo, que acendeu o estopim da delação e pediu a renúncia de Temer em editorial, desqualificou no Fantástico a defesa feita por Temer em pronunciamento no sábado baseada em perícia contratada pela Folha de S.Paulo que apontou edições no áudio. No contra-ataque, a Globo torpedeou o perito contratado pela Folha classificando o trabalho de Ricardo Caires dos Santos como amador e chegou a dizer que ele não domina nem a língua portuguesa. Na Veja, o colunista Reinaldo Azevejo ataca em artigos a "gravação clandestina" e defende a extinção do inquérito contra Temer. De quebra, disparando pela esquerda, a revista CartaCapital defende a saída de Temer e eleições diretas já, como quer o PT para tentar voltar a eleger Lula, que, a propósito, também é alvo das denúncias.