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Como confessou o crime e fechou acordo de delação, Silval deverá cumprir a pena em regime domiciliar diferenciado

Postado por Marco Eusébio , 18 Dezembro 2017 às 17:00 - em: Principal

A juíza Selma Arruda, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, condenou o ex-governador de Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB), a treze anos e sete meses de prisão por liderar organização criminosa que desviou mais de R$ 2,5 milhões dos cofres públicos por concessão fraudulenta de incentivos fiscais a empresários. O crime investigado na Operação Sodoma I, ocorreu na segunda gestão de Silval, entre 2011 e 2014. Como confessou a participação no crime e firmou acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF), Silval deverá cumprir a pena em regime domiciliar diferenciado, não poderá se ausentar da sua residência sem autorização da Justiça e deverá usar tornozeleira eletrônica em tempo integral. Também terá de pagar 630 dias-multa. A sentença foi proferida na sexta-feira. Também foram condenados os ex-secretários estaduais Pedro Nadaf (Casa Civil) e Marcel de Cursi (Fazenda); o procurador aposentado Francisco Lima de Andrade, o Chico Lima; o ex-chefe de gabinete do ex-governador, Sílvio Cézar Corrêa de Araújo; e a ex-assessora de Nadaf, Karla Cecília de Oliveira Cintra. (Com G1MT)




Ao receber medalha de Silval em 2013, Gilmar afirmou que o agora delator era seu 'amigo de muitos anos'

Postado por Marco Eusébio , 04 Setembro 2017 às 16:00 - em: Principal

Embora sem ser citado na delação do ex-governador do vizinho Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB), o nome do ministro Gilmar Mendes, do Supremo, passou a ser um dos mais mencionados nos bastidores da política de Cuiabá. "Poucos se sentem à vontade para falar abertamente sobre ele. Mas autoridades do meio político, do Ministério Público e do Judiciário passaram os últimos dias listando episódios questionáveis do governo Silval que se aproximam do magistrado", diz o repórter Ricardo Mendonça no site Valor. Leia aqui.




Ex-governador Silval entregou vídeos na delação que comprovariam antigo esquema de propina na política de Mato Grosso

Postado por Marco Eusébio , 25 Agosto 2017 às 11:00 - em: Principal

A delação do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), classificada como "monstruosa" pelo ministro Luiz Fux, do Supremo, ao homologar o acordo neste mês, faz estragos na política do vizinho Mato Grosso e são manchetes desta sexta nos diários cuiabanos. Vídeos entregues por Silval à Justiça mostram cerca de dez deputados, entre eles o atual prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (ambos do PMDB), recebendo maços de dinheiro do "mensalinho" que o ex-governador disse que pagava para ter apoio na Assembleia. Os pagamentos também eram feitos a conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) num esquema que durava havia 20 anos, desde a época do ex-governador e atual ministro da Agricultura Blairo Maggi, de quem era vice, delatou Silval. O atual governador Pedro Taques (PSDB) também é alvo da delação, assim como parlamentares federais do estado. Os pagamentos, conforme a imprensa cuiabana, seriam confirmados pelo ex-presidente da Assembleia, José Geraldo Riva, que também negocia acordo de delação com a PGR.




Silval Martins e Blairo Maggi na época em que eram, respectivamente, vice e governador do vizinho Mato Grosso

Postado por Marco Eusébio , 12 Agosto 2017 às 09:00 - em: Principal

A delação do ex-governador de Mato Grosso já começa a abalar a política regional três dias depois de homologada pelo ministro Luiz Fux do Supremo focando quem tem foro privilegiado federal. Silval Pereira (PMDB) acusou o ministro Blairo Maggi (Agricultura), de quem foi vice quando este era governador do MT, de participar de esquema de corrupção no estado vizinho. Silval revelou que ele e Blairo teriam pago R$ 6 milhões, metade cada um, ao ex-secretário de Fazenda estadual, Éder Moraes, para que este mudasse depoimento em que havia revelado ao MP que os dois ex-governadores sabiam do esquema de compra de vagas no Tribunal de Contas estadual (TCE-MT), o que gerou o arquivamento do caso em 2016 pelo ministro Dias Tóffoli, do STF. Em nota, Blairo negou as acusações. (Com TV Globo)