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Missão Moda & Beleza da CDL CG e Sebrae visa abrir o horizonte para empresários do setor

Postado por Marco Eusébio , 27 Janeiro 2018 às 10:00 - em: Principal

Fazer uma imersão no mundo da moda e beleza, conhecendo os bastidores e as estratégias das grandes empresas paulistas, é o que promete a Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Campo Grande para os empresários do setor. A missão Moda & Beleza, idealizada pela Escola de Vendedores e realizada pela CDL CG e Sebrae, vai levar os participantes a São Paulo entre os dias 20 e 24 de março. A coordenação técnica será do consultor de marketing do Sebrae-SP, Gustavo Carrer. As vagas são limitadas e as entidades estão oferecendo aos empresários um subsídio de 45% no valor da inscrição, além de parcelar em 10X. Mais informações e reservas pelo telefone 3320-4000.




Missão Moda & Beleza da CDL CG e Sebrae vai levar empresários a São Paulo em março

Postado por Marco Eusébio , 26 Janeiro 2018 às 21:37 - em: Papo de Arquibancada

Fazer uma imersão no mundo da moda e beleza, conhecendo os bastidores e as estratégias das grandes empresas paulistas, é o que promete a Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Campo Grande para os empresários do setor. A missão Moda & Beleza, idealizada pela Escola de Vendedores e realizada pela CDL CG e Sebrae, vai levar os participantes a São Paulo entre os dias 20 e 24 de março. A coordenação técnica será do consultor de marketing do Sebrae-SP, Gustavo Carrer. As vagas são limitadas e as entidades estão oferecendo aos empresários um subsídio de 45% no valor da inscrição, além de parcelar em 10X. Mais informações e reservas pelo telefone 3320-4000.




Sedes suntuosas em MS como acontece com o chamado Sistema S em todo o Brasil: tudo bancado pelo trabalhador

Postado por Marco Eusébio , 16 Julho 2017 às 12:00 - em: Principal

Se o imposto sindical que criou trampolins políticos e enriquecimento de alguns está chegando ao fim com a reforma trabalhista, o sindicalismo dos patrões continua engordando às custas do trabalhador brasileiro. A arrecadação direta do Sistema S cresce a cada ano. Em 2016, o valor recolhido pelas empresas para sem passar pela Receita chegou a R$ 4,2 bilhões – contra R$ 3,8 bilhões por meio do fisco, reporta neste domingo da Folha de S.Paulo.
 
O Sesi e o Senai, dois dos principais "S" do sistema, recolhem contribuição compulsória diretamente dos filiados, que varia de 0,2% a 2,5% sobre a remuneração paga aos empregados, conforme o setor. Essa rica fonte, que não foi extinta na reforma trabalhista como o imposto sindical, gera questionamento pelo aspecto legal e transparência, pois dificulta o controle dos recursos. Os chamados serviços sociais autônomos, não têm fins lucrativos. Suas verbas são semipúblicas – têm de ser aplicadas em favor da sociedade. Mas não são incluídas no Orçamento federal.
 
A fiscalização do uso desse dinheiro cabe ao Tribunal de Contas da União e à Controladoria-Geral da União. Mas os próprios órgãos relatam dificuldades para fazer esse trabalho, informa a Folha. As entidades defendem a necessidade dos recursos e a competência do Sesi e do Senai de arrecadar os tributos diretamente e qualificar os trabalhadores.