Campo Grande, Terça-Feira , 16 de Janeiro - 2018


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Odilon iria para o segundo turno e enfrentaria André ou Azambuja, hoje tecnicamente empatados em segundo lugar

Se o primeiro turno fosse hoje, o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PDT) com 32,50% iria para o segundo turno da disputa pelo Governo de Mato Grosso do Sul e teria como adversários ou o ex-governador André Puccinelli (PMDB), com 24,58%, ou o atual governador Reinaldo Azambuja (PSDB), com 23,17%, que aparecem tecnicamente empatados pela margem de erro de 2,05% para mais ou para menos. É o que diz pesquisa Ipems divulgada hoje pelo jornal Correio do Estado. O índice dos que pretendem anular ou votar em branco é de 11,64% e o de idecisos 3,88%.

Dos demais citados, Ricardo Ayache (PSB) tem 3,60%, Humberto Amaducci (PT) 0,42% e Cláudio Sertão (Podemos) 0,22%. Num segundo cenário, com o prefeito de Costa Rica, Waldeli dos Santos Rosa como candidato do PMDB em vez de André, Odilon aparece com 36,56% e Azambuja com 32,37%, numa diferência de apenas 4,19 pontos próxima do limite da margem de erro de 4,10 pontos. Nesse caso, Waldeli lidera o bloco de trás com 4,83%, Ayache tem 3,83%, Amaducci 0,44% e Sertão 0,24%. Conforme o jornal, a pesquisa foi feita de 9 a 17 de dezembro nos 79 municípios de MS com 2.285 eleitores.




Pesquisa estimulada aponta elevado índice de indecisos tecnicamente empatado com o líder Odilon de Oliveira em MS
Primeiro dentre os principais nomes a se anunciar como pré-candidato à disputa, Odilon de Oliveira (PDT) lidera a preferência de votos em pesquisa estimulada feita pelo Ranking Comunicação & Pesquisas divulgada hoje pelo site Diário da Mídia, do Toni Ueno, em Campo Grande. O juiz federal aparece na estimulada, com nomes apresentados ao eleitor, com 28.36%, seguido pelo ex-governador André Puccinelli (PMDB) com 17.06%, tecnicamente empatado com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) com 16.13%. É elevado o índice de indecisos. Os que que não souberam ou não quiseram opinar são 27.77% e estão tecnicamente empatado com o líder. 
 
Vale lembrar que a pesquisa não cita o nome do prefeito Waldeli dos Santos Rosa, de Costa Rica, considerado "Plano B" do PMDB para o pleito. Os demais citados são Ricardo Ayache (PSB) com 3.63%, Henrique Mandeta (DEM) 2.73%, Alcides Bernal (PP) 1.70%, Coronel David (PSC) 1.13%, Suél Ferranti (PSTU) 0.83%, Cláudio Sertão (Podemos) 0.43% e Humberto Amaducci (PT) com 0.23%. 
 
NA ESPONTÂNEA, sem citar nomes ao eleitor, Odilon lidera com 18.36%, seguido por André (10.16%) e Azambuja (9.56%) tecnicamente empatados. Nesse caso, Ayache também lidera entre os demais com 2.16%.
 
EM REJEIÇÃO estimulada, citando nomes, o líder é André com 29.13%, Azambuja 30.56%, Bernal 17.63%, Mandetta 3.26%, David 2.50%, Ayache 2.13%, Odilon 1.43%, Amaducci 1.20%, Suél 0.70% e Sertão 0.53%. 
 
Conforme o site, a pesquisa foi feita de 4 a 12 deste mês em 17 municípios de MS, com 3.000 pessoais de 16 anos acima e a margem de erro é de 2,50 pontos para mais ou menos.



Embora ninguém tenha confirmado candidatura, Ipems colocou cinco nomes para eleitor escolher

Pesquisa Ipems divulgada hoje pelo jornal Correio do Estado aponta que se as eleições para governador de Mato Grosso do Sul fossem hoje, haveria segundo turno com o ex-governador André Puccinelli, com 26,91% das intenções de voto, tecnicamente empatado com o juiz aposentado Odilon de Oliveira, com 25,29%. O atual governador Reinaldo Azambuja (PSDB) aparece em terceiro com 16,92%. Em quarto está Waldeli dos Santos Rosa, prefeito de Costa Rica, com 6,26%; e, em quinto lugar, o médico Ricardo Ayache (3,21%). Indecisos e os que dizem votar em branco ou nulo somam 21,41%. Com margem de erro de 2,68 pontos para mais ou para menos, a pesquisa foi feita de 18 a 25 com 1.329 eleitores em 50 dos 79 municípios de MS, diz o Ipems.




Ulisses Duarte, Ricardo Ayache e Alcides Bernal. 'Podemos fazer um projeto juntos', disse o ex-prefeito da Capital

Postado por Marco Eusébio , 25 Outubro 2017 às 18:00 - em: Principal

Alcides Bernal, presidente regional do PP, visitou hoje o médico Ricardo Ayache (PSB), acompanhado de Ulisses Duarte, presidente estadual da Fundação Milton Campos, ligada ao partido. "Falamos sobre a política de MS, as dificuldades dos gestores públicos que necessitam de respaldo técnico e político e sobre a necessidade de renovação, mas com experiência" disse o ex-prefeito de Campo Grande ao Blog. Sobre possível união, Bernal respondeu: "Conhecemos os problemas e as soluções. Podemos fazer um projeto juntos. Que passa pela eleições de 2018". Consultado, Ayache foi econômico nas palavras: "Foi uma visita de cortesia em que falamos sobre a conjuntura política."




Paulo Duarte e Schimidt que aponta para o assediado Biffi, ao lado de Ayache, no evento do PDT em Campo Grande

Postado por Marco Eusébio , 04 Agosto 2017 às 17:30 - em: Principal

Chamou a atenção o "chamego" explícito do ex-presidente estadual do PT, Antonio Carlos Biffi, com João Leite Schimidt e o deputado federal Dagoberto Nogueira no ato político do PDT em Campo Grande ontem. Nos bastidores, comenta-se que Schimidt, buscando formar uma chapa forte para 2018, pretende contar com Biffi e outro dos convidados do evento, Ricardo Ayache (PSB), nos quadros do PDT.
 
Se depender da animação do petista, tal namoro tem tudo para virar casamento. No Facebook, Biffi postou fotos do evento, disse que encontrou ex-companheiros petistas que hoje estão no PDT, citando Paulo Duarte (ex-prefeito de Corumbá) e o Professor Bira (de Coxim), e deixou claro que saiu tentado com os planos de Schimidt:
 
– "Fiquei muito agradecido pela ótima recepção e o convite para fazer política partidária com eles na construção de um novo projeto político para Mato Grosso do Sul. Bom saber que as portas estão abertas."