Campo Grande, Segunda-Feira , 26 de Junho - 2017


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Pedidos de Azambuja sobre delação da JBS e do próprio Fachin sobre sua atuação como relator, na pauta de hoje do STF

Postado por Marco Eusébio , 21 Junho 2017 às 11:00 - em: Principal

Os ministros do Supremo vão discutir hoje os limites de atuação do ministro relator na homologação de acordos de colaboração premiada celebrados com o Ministério Público e analisar dois pedidos do governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB): se é justificada a distribuição, por prevenção e não por sorteio, ao ministro Edson Fachin, da petição relacionada à delação de executivos do Grupo J&F, em relação aos processos da Lava Jato no STF; e se a delação da JBS tem a ver com a Lava Jato. Veja detalhes aqui no site do Supremo.




Apesar de obstáculos na pista, Ulisses aposta em polarização de grupos ligados a André e Azambuja

Postado por Marco Eusébio , 12 Junho 2017 às 13:00 - em: Principal

Faltando pouco mais de seis meses para 2018, quase ninguém se arrisca a apostar em quem será candidato ao governo de Mato Grosso do Sul no ano que vem. No meio político, o consenso é o de que a Lama Asfáltica e a denúncia da JBS na Lava Jato embaralharam as cartas ao respingar nos três últimos governadores – Zeca do PT, André Puccinelli (PMDB) e Reinaldo Azambuja (PSDB).
 
Há, entretanto, quem pense diferente. Consultado, o presidente do PMDB de Campo Grande, Ulisses Rocha, disse acreditar que a disputa deve seguir polarizada entre os grupos ligados Puccinelli, de seu partido, e o tucano e atual governador Azambuja. 
 
– "Ambos estarão na disputa. Seja como candidatos, seja como apoiadores. No nosso partido, o desejo continua sendo que o ex-governador André seja candidato. E no PSDB, Azambuja segue sendo o principal nome. Os dois partidos têm a maior representação na Capital e no interior e isso pesa no cenário eleitoral."
 
Questionado se alguém "fora da política" pode acabar surpreendendo, Ulisses demonstrou pouca fé em um 'outsider' e respondeu aqui ao Blog: "Acho difícil. Mas, se acontecer, esse novo político só terá força se for apoiado por um desses dois grupos políticos."



Policiais civis enfrentaram o frio e chegaram hoje ao quarto dia acampados em frente à Governadoria

Postado por Marco Eusébio , 10 Junho 2017 às 14:30 - em: Principal

Embora o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) tenha recebido representantes do Fórum de Servidores e acenado ontem com a possibilidade de conceder algum percentual de ajuste salarial até 3 de julho, policiais civis decidiram manter o acampamento em frente à Governadoria que amanheceu neste quarto dia reforçado com cobertores para enfrentar o frio que chegou a 7,3ºC com sensação térmica de -3ºC devido ao vento na madrugada deste sábado em Campo Grande. "Vamos permanecer aqui, na porta dele, à disposição para conversar sobre quando ele vai cumprir a própria palavra", declarou o presidente do sindicato da categoria, o Sinpol-MS, Giancarlo Miranda.




Carlos Alberto: 'Nossa discussão com servidores não se limita à data base em maio. Dialogamos com eles o ano inteiro'

Postado por Marco Eusébio , 09 Junho 2017 às 20:00 - em: Principal

Pressionado por sindicatos de servidores com protestos e ameaça de deflagração de greves contra a política de "reajuste zero" que, afirmam, teria iniciado na gestão do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), o Governo de Mato Grosso do Sul divulgou nesta noite em seu site oficial que promoveu 14 mil servidores e reajustes elevaram salários em até 41% nos últimos 30 meses no Estado. "Nesse mesmo período, foram concedidas 6,2 mil progressões funcionais e os reajustes negociados com as categorias chegaram a alcançar 41% do valor da tabela salarial. A política estadual de valorização do servidor permitiu ainda praticamente zerar a fila das promoções" diz o informe, citando dados da Secretaria de Administração e Desburocratização (SAD).
 
"Nossa discussão com as entidades em prol do servidor não se limita à data base em maio, dialogamos com eles o ano inteiro. Essa postura está inserida na política de pessoal estabelecida pelo Governo a partir de quatro diretrizes: garantia do pagamento dos salários em dia, desenvolvimento das carreiras baseado no desempenho, correção das distorções funcionais e salariais e diálogo permanente com os servidores", afirma o titular da SAD, secretário Carlos Alberto de Assis. A nota cita as categorias dos professores, dos policiais civis, dos policiais e bombeiros militares e outras carreiras. 
 
Leia aqui a íntegra.



Azambuja alega que delação da JBS não tem nada a ver com Lava Jato e Fachin encaminhou pedido ao plenário

Postado por Marco Eusébio , 06 Junho 2017 às 17:00 - em: Principal


Dirigentes sindicais reunidos hoje no Fórum de Servidores decidiram propor greve às categorias

Postado por Marco Eusébio , 01 Junho 2017 às 18:15 - em: Principal

Após o governo de Mato Grosso do Sul confirmar "reajuste zero" neste ano, representantes de mais de 20 entidades do Fórum de Servidores de Públicos de Mato Grosso do Sul se reuniram hoje na sede do Sindijus-MS, em Campo Grande, e anunciaram que vão expedir nota de repúdio à proposta do governo, farão ato público na Assembleia Legislativa na próxima terça e vão convocar suas bases em assembleias com pauta de eventual paralisação ou greve geral. Em nota, o fórum diz que representa mais de 40 mil servidores das áreas de saúde, educação, segurança pública e administrativo que vão para três anos sem reajuste, desde 2015, quando o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) assumiu o cargo, acumulando mais de 20% de perda salarial.




Paulo Corrêa (em pé) e Flávio Kayatt (à direita) foram escolhidos como presidente e relator da comissão

A comissão especial criada pela Assembleia Legislativa para investigar denúncias do empresário Joesley Batista, da JBS, contra o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), será presidida pelo deputado Paulo Corrêa (PR) e terá como relator o tucano Flávio Kayatt. Os nomes foram definidos no fim da tarde de hoje, após definidos pela manhã os cinco integrantes da comissão, que conta ainda com os deputados Eduardo Rocha e Márcio Fernandes (ambos do PT) e, pela oposição, o petista Pedro Kemp. A primeira reunião de trabalho será amanhã, às 15h30, no Plenarinho da Assembleia, informou ao Blog o deputado Eduardo Rocha, vice-presidente da comissão. Em delação premiada, Joesley disse à PGR que frigoríficos do grupo pagavam propina para obter isenções fiscais em Mato Grosso do Sul num esquema que teria sido iniciado no governo Zeca do PT, continuado nas gestões de André Puccinelli (PMDB) e chegado até o atual governo.




Azambuja diz que 'picaretas' emitem notas frias e atuam com empresas fantasmas em MS

Postado por Marco Eusébio , 29 Maio 2017 às 13:20 - em: Principal

"Aqueles não são empresários, mas um bando de picaretas fraudadores do fisco", disparou o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) ao rebater hoje as acusações sobre suposta cobrança de propina no governo de Mato Grosso do Sul levadas ao ar na noite anterior pelo Fantástico da TV Globo (veja aqui), feita pelos empresários Benilson Esteves Tangerino, dono da Frigo Brás Total que conforme o governo é alvo de 18 ações judiciais; e José Alberto Berger, dono da Braz Peli Comércio de Couros Ltda., que é "parte em um total de 105 ações judiciais".
 
Em nota à imprensa, Reinaldo afirma que os denunciantes que apareceram em rede nacional acusando o governo estão sendo processados por emitir mais de R$ 200 milhões em notas frias de empresas fantasmas. "Nós temos uma ação contra eles movida pela Procuradoria-Geral do Estado e na Secretaria de Fazenda, e que já foi encaminhada ao Tribunal de Justiça de MS mostrando que eles são fraudadores do fisco. Ocorre que muitas vezes é colocada uma versão só, mas isso vai mudar, porque nosso Secretário de Governo enviou hoje uma cópia do processo que tem mais de mil páginas aos Ministérios Públicos Estadual e Federal. Eles foram autuados no dia 4 de novembro de 2016, após dados da inteligência fiscal mostrarem movimentação financeira muito atípica desses empresários", declarou.
 
Conforme o governador, os fraudadores emitiam inúmeras notas frias com o objetivo de fabricar créditos de ICMS. "Proprietários de um curtume, começaram a abater gado. O esquema flagrado revelou que eles emitiram mais de R$ 200 milhões em notas frias do couro, se creditando com isenção de ICMS para reverter esse crédito no pagamento do abate do gado no frigorífico, tudo sem pagar imposto", diz a nota. 
 
"Isso está identificado e documentado. É um processo judicial. Já temos dados das Secretarias do Governo do Estado de São Paulo, Rio Grande do Norte e Mato Grosso que mostram que os endereços das empresas são na verdade terrenos baldios, ou seja, empresas fantasmas que nunca existiram. Por isso estão tentando usar artifícios, usando uma pessoa que não tem nada a ver com o governo e muito menos com o governador. Não dei procuração para ninguém falar em meu nome. Quem fala por mim sou eu. Esses homens são fraudadores do fisco e não vamos aceitar coisa errada aqui no Mato Grosso do Sul", frisou o governador. 
 
Azambuja classificou as denúncias exibidas pelo Fantástico como "tendenciosas" e disse que deram ênfase apenas para o lado dos fraudadores do fisco. "Gravei uma entrevista de 11 minutos com o repórter do Fantástico, mas ele não colocou nem um minuto no ar. Não foi veiculado na íntegra tudo o que respondemos das denúncias infundadas feitas por esses senhores. Nós já fizemos uma rodada de explicações com a imprensa, com o Ministério Público, Tribunal de Contas e com todos os órgãos mostrando a documentação e respondendo as falsas denúncias feitas pela JBS. O que cabe a nós agora é continuar trabalhando pelo Estado, fazendo entregas para melhorar a vida da nossa população e deixar os advogados mostrarem a comprovação documental que nós estamos mexendo com picaretas. Temos documentação e vamos provar", finalizou.



Fantástico exibiu vídeo de gravado por Denilson Tangerino entregando dinheiro a 'Polaco'

Postado por Marco Eusébio , 28 Maio 2017 às 22:30 - em: Principal

Depois de Wesley Batista dizer à Lava Jato que os frigoríficos da JBS pagavam propina para funcionar em Mato Grosso do Sul, a semana começa com o Fantástico exibindo denúncias de dois empresários – José Alberto Berger, que atua com processamento de couro; e Benilson Tangerino, dono de um frigorífico – que acusam o governo estadual de cobrar propinas para liberar licenças no estado.
 
Berger contou ao repórter Maurício Ferraz, da TV Globo, que em novembro teve a autorização para compra de gado suspensa pelo governo por supostas irregularidades. Disse que falou com o governador Reinaldo Azambuja, seu vizinho, que o mandou procurar o então secretário da Casa Civil, Sérgio de Paula, que, por sua vez o mandou falar com um "mensageiro", José Ricardo Guitti, o Polaco.
 
Afirmou ter pago R$ 500 mil em novembro a Polaco, que afirmava agir a mando do secretário, e que no mesmo dia sua licença foi reativada. Como pediram mais dinheiro, resolveu gravar a entrega de R$ 30 mil a Polaco. O vídeo foi exibido pelo Fantástico. Acrescentou que resolveu fazer a denúncia depois que se negou a pagar mais R$ 150 mil por mês e teve a autorização novamente suspensa pelo governo e foi multado em R$ 7 milhões por suposta sonegação fiscal. Sua empresa, disse, está funcionando com liminar na Justiça.
 
Benilson Tangerino relatou ao Fantástico que para manter seu frigorífico funcionando teria pago R$ 300 mil a Sérgio de Paula no gabinete do então gabinete de secretário, e que depois queriam cobrar R$ 150 mil por mês.
 
Entrevistado pelo Fantástico, Azambuja afirmou que os empresários citados são sonegadores de impostos, que "comprovadamente fazem emissão de nota fria pra querer se salvar do pagamento de imposto em Mato Grosso do Sul", que isso foi identificado pelo Estado e tiveram cancelados incentivos concedidos pelo governo anterior. Sobre gravações, Azambuja disse que cada um vai responder por seus atos. Questionado sobre Sérgio de Paula, que deixou o governo em março, o governador declarou que tem uma amizade antiga, mas que "se usou" seu nome foi sem autorização.
 
Em nota ao Fantástico, Sérgio de Paula disse que nunca autorizou ninguém a usar o nome dele. E que, em nenhum momento, foi "contemplado com dinheiro ou qualquer espécie de benesse vinda do senhor José Ricardo Guitti, o Polaco". Sobre José Alberto Berker, Sérgio afirmou que foi procurado por ele para interceder junto à Secretaria de Fazenda, "porém deixei claro que não tinha qualquer tipo de relação ou poder para tentar mudar decisão sobre cortes de benefícios fiscais".
 
Os empresários citados, conforme o Fantástico, vão entregar as denúncias e o vídeo ao Ministério Público Federal (MPF). O programa lembrou que o governador Azambuja já enfrenta quatro pedidos de impeachment, por causa da delação do dono da JBS, Wesley Batista, que afirmou em delação premiada que os frigoríficos do grupo pagavam propina para funcionar em Mato Grosso do Sul num esquema iniciado na gestão de Zeca do PT, passado pela de André Puccinelli e chegado até ao atual governo tucano.
 
Veja aqui em vídeo a matéria no site do Fantástico.



Advogados Felipe Bassegio, Sérgio Muritiba, Fábio Nogueira e Heitor Guimarães vão avaliar caso a caso as denúncias

Postado por Marco Eusébio , 25 Maio 2017 às 17:00 - em: Principal

Uma comissão criada pela Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil de Mato Grosso do Sul (OAB-MS) para analisar os documentos do inquérito do Supremo com base nas delações premiadas dos empresários Joesley e Wesley Batista, da JBS, vai avaliar cada caso dos políticos sul-mato-grossenses citados que atualmente ocupam cargos públicos, a começar pelo governador Reinaldo Azambuja. "A comissão deliberou por cingir o objeto dos trabalhos às autoridades sul-mato-grossenses mencionadas na delação que porventura estejam exercendo cargos públicos, especialmente a do governador do Estado, e ainda, por dever de ofício apurar se houve indícios de infração ético-disciplinar praticada por advogado", disse o conselheiro seccional Heitor Miranda Guimarães, que preside a comissão. O parecer sobre cada caso será entregue ao Conselho Seccional da Ordem. Criada na terça, a comissão inclui ainda os seguintes advogados: Fábio Nogueira Costa (relator), Felipe Ramos Baseggio (secretário) e os membros Sérgio Muritiba e Nancy Gomes de Carvalho.