Campo Grande, Quarta-Feira , 20 de Setembro - 2017


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Posts com a tag: reforma-trabalhista

No Twitter, Rodrigo Maia avisou no início da madrugada de hoje que a 'Câmara não aceitar nenhuma mudança na lei'

Postado por Marco Eusébio , 12 Julho 2017 às 09:00 - em: Principal

Após o Senado aprovar a matéria na noite anterior, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), escreveu no Twitter que não vai aceitar mudanças na reforma trabalhista, conforme acordo feito por Michel Temer com senadores da base aliada. Para evitar que os senadores alterassem o texto, o que obrigaria a matéria voltar para apreciação da Câmara onde já havia sido aprovada, Temer prometeu promover ajustes no texto por meio de uma medida provisória. No Twitter, Maia compartilhou matéria do G1 sobre aprovação da reforma no Senado e escreveu: "A Câmara não aceitará nenhuma mudança na lei. Qualquer MP não será reconhecida pela Casa."




Dos 77 senadores em plenário, 50 votaram a favor da reforma trabalhista, 26 contra e um se absteve

Postado por Marco Eusébio , 11 Julho 2017 às 19:30 - em: Principal


Gleisi Hoffman postou a foto acima no Twitter e disse que senadoras não sairiam da mesa apesar do apagão

Postado por Marco Eusébio , 11 Julho 2017 às 14:15 - em: Principal

 A sessão do Senado para discurtir a reforma trabalhista hoje foi suspensa depois que cinco senadoras da oposição – as petistas Gleisi Hoffmann (PR), Fátima Bezerra (RN) e Regina Sousa (PI); e Lídice da Mata (PSB-BA) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) – ocuparam a mesa do plenário. Pelas regras da Casa, qualquer senador pode abrir a sessão, e as opositoras iniciaram os trabalhos cedendo a palavra para que oposicionistas se manifestassem contra a reforma. Quando o presidente do Senado Eunício Oliveira (PMDB-CE) chegou, elas não quiseram ceder o lugar e ele mandou suspender a sessão. Cerca de cinco minutos depois as luzes do plenário foram parcialmente apagadas e os microfones desligados. Eunício deixou o plenário da Casa por volta das 12h30 (DF), declarando que a sessão seria retomada "quando a ditadura deixar". Pelo Twitter, a senadora Gleisi Hoffman afirmou que haviam cortado "até a luz do Congresso e impedem a entrada de trabalhadores e sindicatos na Casa".




Coordenadores da greve falaram com a imprensa hoje no acampamento de policiais civis em frente à Governadoria

Postado por Marco Eusébio , 29 Junho 2017 às 16:30 - em: Principal

Categorias como as dos bancários, professores e eletricitários confirmaram paralisação integral em Mato Grosso do Sul nesta sexta-feira, dia da greve nacional convocada no estado pelas centrais sindicais CUT, Força Sindical, CUT, CSB, CTB, CGTB e UGT sindicatos e federações como a Fetems contra as reformas trabalhista e da Previdência propostas pelo governo Michel Temer. A partir das 9 horas haverá manifestação na Praça Ary Coelho, em Campo Grande, onde o grupo promete fazer muito barulho com trio elétrico e discursos.




Helio José, que nomeou apadrinhados ao votar no impeachment de Dilma, ao atacar hoje o governo de Temer

Postado por Marco Eusébio , 21 Junho 2017 às 20:15 - em: Principal

Um dia depois de votar contra a reforma trabalhista, derrotada na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, o senador Helio José (PMDB-DF) ficou revoltado hoje. Acusou a gestão de Michel Temer de retaliação por exonerar dois apadrinhados dele e partiu para o ataque: disse que o governo é um "balcão de negócios" e que está "totalmente atacado de corrupção por todos os lados". 
 
A reação mostra como políticos brasileiros tratam a coisa pública. Os exonerados são Vicente Ferreira, que havia ganho uma diretoria na Sudeco, e Francisco Nilo, que deixa a Superintendência da Secretaria do Patrimônio da União (SPU) no DF.
 
As nomeações deles aconteceram três semanas antes do impeachment de Dilma Rousseff, e foram vistas como moeda de troca para Hélio votar contra a petista e ajudar Temer a assumir o cargo. Na época, ao rebater críticas de servidores da SPU contra a indicação de Francisco Nilo, o senador Helio José afirmou:
 
 
Agora, como a situação é outra, parece estar cuspindo a melancia que comeu nesse tal balcão de negócios.
 
Veja aqui o vídeo do ataque de Helio José ao governo, na TV Senado.



Senadores da oposição comemoram derrota da reforma trabalhista na CAS do Senado que surpreendeu o governo

Postado por Marco Eusébio , 20 Junho 2017 às 15:15 - em: Principal

A derrota da reforma trabalhista por 10 votos a 9 hoje na Comissão de Assuntos Sociais no Senado surpreendeu o governo Michel Temer que supunha ter maioria na CAS, mas dois "aliados", os senadores Eduardo Amorim (PSDB-SE) e Hélio José (PMDB-DF) votaram contra. Petistas e demais oposiionistas comemoraram. Dentre os votos a favor, está o do senador Waldemir Moka (PMDB-MS). Apesar da rejeição na CAS, a matéria segue à CCJ e depois para o plenário, onde o governo aposta que ganha.




O sindicalista José Lucas critica reforma extinguir contribuição sindical e manter repasse ao sistema S

Postado por Marco Eusébio , 15 Maio 2017 às 16:45 - em: Principal

Sindicalistas de Mato Grosso do Sul querem o fim da contribuição do "Sistema S" (que inclui Sesi, Sesc, Senai, Senac e Sebrae) que recebem cerca de R$ 30 bilhões anuais do Orçamento da União. "Desse total, R$ 22 bilhões vêm de contribuições sociais que representam 3,1% da folha de pagamento do trabalhador", diz José Lucas da Silva, presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB/MS) e da Feintramag MS-MT. O Comitê Estadual Contra as Reformas Previdenciária e Trabalhista critica o fato de a Câmara dos Deputados ter aprovado a reforma trabalhista acabando com a contribuição sindical obrigatória, mas preservando as contribuições ao "Sistema S".
 
O sindicalista criticou o presidente da Fiems, Sérgio Longen, que defende a reforma trabalhista para enfraquecer os sindicatos. "Muito confortável para o senhor Sérgio Longen lutar contra os sindicatos laborais e contra os interesses dos próprios trabalhadores enquanto desfruta de recursos recolhidos sobre a folha de pagamento desses mesmos trabalhadores nas empresas", disparou José Lucas. Nessa queda-de-braço, sindicalistas pretendem pressionar senadores de seus estados para que aprovem emenda do senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) para acabar com a rica contribuição às entidades empresariais na fase de votação da reforma trabalhista no Senado.



Proposta para trabalhadores rurais é 'mais perversa do que a reforma trabalhista', diz líder do PT

Postado por Marco Eusébio , 02 Maio 2017 às 15:00 - em: Principal

Depois de aprovar a reforma trabalhista, a Câmara dos Deputados passar a tratar, com apoio do governo, fe mudanças nas leis para trabalhadores rurais. A ideia é adotar o mesmo espírito do projeto aprovado na quinta-feira: não tratar o trabalhador como "coitadinho" e restringir o poder da Justiça do Trabalho e Ministério Público do Trabalho sobre estabelecer novas regras ou interpretar as existentes. Conforme o site do jornal Valor Econômico, a proposta permite que empresas paguem seus funcionários não só com salário, mas mediante "remuneração de qualquer espécie" – o que pode ser fornecer moradia e alimentação. 
 
Além disso, diz o jornal, poderão aumentar para até 12 horas a jornada diária por "motivos de força maior", substituir o repouso semanal dos funcionários por um período contínuo, com até 18 dias de trabalho seguidos, e a venda integral das férias dos empregados que moram no local de trabalho. "É uma proposta mais perversa que a própria reforma trabalhista", critica o coordenador da bancada rural do PT, o deputado Beto Faro (PA). Entidades de defesa dos trabalhadores rurais, a Contag e a Contar afirmam, em nota técnica que será distribuída aos parlamentares, que o projeto "fere de morte normas constitucionais e infraconstitucionais relativas à saúde e segurança".
 
As modificações ficaram fora do parecer do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), relator da reforma, por um acordo da bancada ruralista com o governo – são 192 itens que deixariam o projeto muito maior e poderiam aumentar as resistências. "Alguns pontos da reforma aprovada já ajudam as empresas rurais, como o fim das horas in itinere, redução do tempo de almoço por acordo coletivo, as novas formas de contrato. Mas é claro que, pela especificidade do campo, merece uma legislação a parte", diz Marinho.



Temer em pronunciamento sobre o Dia do Trabalhador em vídeo nas redes sociais

Postado por Marco Eusébio , 01 Maio 2017 às 12:15 - em: Principal

Em vídeo divulgado nas redes sociais neste 1º de maio com seu pronunciamento alusivo ao Dia do Trabalhador, Michel Temer defende a reforma trabalhista proposta por seu governo e já aprovada na Câmara, que segue à apreciação do Senado, dizendo que a criação de empregos ocorrerá de forma "muito mais rápida", inclusive para os mais jovens. Temer afirma que, além de mais empregos, todos os direitos trabalhistas serão assegurados, inclusive para terceirizados. Diz ainda que resultados como queda da inflação já "começam a aparecer", e que a retomada do emprego ocorrerá "muito brevemente". Veja o vídeo abaixo. 




Manifestantes em passeata contra as reformas de Temer hoje no centro de Campo Grande

Postado por Marco Eusébio , 28 Abril 2017 às 15:00 - em: Principal

Pelo menos 60 mil trabalhadores, conforme a organização, e metade disso na estimativa da Polícia Militar, participaram da manifestação da greve geral na região central de Campo Grande nesta sexta-feira convocada pelas centrais sindicais contra as reformas previdenciária, trabalhista e a terceirização. Às 5 da manhã a saída dos ônibus das empresas foi bloqueada com apoio dos funcionários, que também paralisou o comércio e repartições públicas, agências bancárias e correios. Neste início de tarde, acontece debate na Assembleia Legislativa, convocado pelo deputado Amarildo Cruz (PT), sobre as reformas. 
 
Lideranças avaliaram como positivo o movimento e prometem novas ações. "Essa presença maciça neste dia histórico servirá para que as autoridades levem mais a sério o trabalhador brasileiro e respeitem seus anseios e reivindicações. Estamos aqui, firmes, atentos e lembrando aos nossos deputados, senadores, e autoridades do executivo federal, que no ano que vem teremos eleições e iremos, da mesma forma, cobrarmos duro de cada um", declarou Elvio Vargas, líder do comitê estadual contra as reformas que une todas as centrais: CUT, Força Sindical, CTB, CSB, CGTB, NCST, UGT e Conlutas.