Campo Grande, Terça-Feira , 21 de Novembro - 2017


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Posts com a tag: reforma-trabalhista

Caixão simbólico da CLT e fotos de deputados e senadores de MS que ajudaram a aprovar reforma trabalhista

Postado por Marco Eusébio , 10 Novembro 2017 às 13:00 - em: Principal

Seguindo movimento nacional de protestos contra a reforma trabalhista que entra em vigor neste sábado, está sendo realizado na esquina da Rua 14 de Julho com a Avenida Afonso Pena nesta sexta-feira em Campo Grande o "Velório da CLT", coordenado pelo comitê que reúne centrais sindicais como a CUT, Força Sindical, CSB, CTB, NCST e UGT. No ato, são exibidas fotos dos deputados federais e senadores de MS que votaram a favor da reforma e um "caixão" simbólico. O "velório" segue com panfletagem convidando a população para o ato principal do protesto com discursos dos representantes dos sindicatos e de movimentos sociais às 16h na Praça Ary Coelho.




Pressionado pelo presidente da Câmara, Michel Temer desistiu de incluir contribuição para sindicatos em MP

Postado por Marco Eusébio , 07 Novembro 2017 às 11:00 - em: Principal

Após pressão do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que é contra a medida, Michel Temer não vai propor por meio de medida provisória (MP) alternativas de custeio para sindicatos que deixarão de receber o imposto sindical a partir da próxima semana, com a entrada em vigor da reforma trabalhista no sábado. A proposta que deve ser enviada até sexta-feira ao Congresso não incluirá a contribuição assistencial, defendida pelas centrais sindicais para amenizar o impacto no caixa dos sindicatos. Temer deve fazer a proposta no futuro, em projeto de lei, o que tornaria grande a possibilidade de ser barrada pelos deputados. As centrais negociam com parlamentares incluir na proposta que será publicada na sexta pelo menos uma regra de transição para o fim do imposto, em um período de seis anos, com três anos de carência, mantendo a cobrança até 2020. Nos três anos seguintes, o tributo seria reduzido gradualmente. (Com informações da Folha de S.Paulo)



Yves Gandra, presidente do Tribunal Superior do Trabalho, defende a reforma que entrará em vigor no sábado

Postado por Marco Eusébio , 06 Novembro 2017 às 09:00 - em: Principal

Ao defender a reforma trabalhista que entrará em vigor no próximo sábado, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho, Ives Gandra da Silva Martins Filho, diz ser necessário reduzir alguns direitos para garantir empregos. "Nunca vou conseguir combater desemprego só aumentando direito. Tenho que reduzir um pouquinho, flexibilizar um pouquinho os direitos sociais", afirmou à Folha de S.Paulo. Gandra avalia que o crescimento de encargos trabalhistas colaborou com a crise, e que, se a reforma, de um lado, foi demanda das empresas insatisfeitas com a ampliação de direitos, de outro, criou garantias para terceirizados, por exemplo. Para ele, a mudança dá segurança a empresas e investidores e facilita a vida do empregador e a do empregado.




No Twitter, Rodrigo Maia avisou no início da madrugada de hoje que a 'Câmara não aceitar nenhuma mudança na lei'

Postado por Marco Eusébio , 12 Julho 2017 às 09:00 - em: Principal

Após o Senado aprovar a matéria na noite anterior, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), escreveu no Twitter que não vai aceitar mudanças na reforma trabalhista, conforme acordo feito por Michel Temer com senadores da base aliada. Para evitar que os senadores alterassem o texto, o que obrigaria a matéria voltar para apreciação da Câmara onde já havia sido aprovada, Temer prometeu promover ajustes no texto por meio de uma medida provisória. No Twitter, Maia compartilhou matéria do G1 sobre aprovação da reforma no Senado e escreveu: "A Câmara não aceitará nenhuma mudança na lei. Qualquer MP não será reconhecida pela Casa."




Dos 77 senadores em plenário, 50 votaram a favor da reforma trabalhista, 26 contra e um se absteve

Postado por Marco Eusébio , 11 Julho 2017 às 19:30 - em: Principal


Gleisi Hoffman postou a foto acima no Twitter e disse que senadoras não sairiam da mesa apesar do apagão

Postado por Marco Eusébio , 11 Julho 2017 às 14:15 - em: Principal

 A sessão do Senado para discurtir a reforma trabalhista hoje foi suspensa depois que cinco senadoras da oposição – as petistas Gleisi Hoffmann (PR), Fátima Bezerra (RN) e Regina Sousa (PI); e Lídice da Mata (PSB-BA) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) – ocuparam a mesa do plenário. Pelas regras da Casa, qualquer senador pode abrir a sessão, e as opositoras iniciaram os trabalhos cedendo a palavra para que oposicionistas se manifestassem contra a reforma. Quando o presidente do Senado Eunício Oliveira (PMDB-CE) chegou, elas não quiseram ceder o lugar e ele mandou suspender a sessão. Cerca de cinco minutos depois as luzes do plenário foram parcialmente apagadas e os microfones desligados. Eunício deixou o plenário da Casa por volta das 12h30 (DF), declarando que a sessão seria retomada "quando a ditadura deixar". Pelo Twitter, a senadora Gleisi Hoffman afirmou que haviam cortado "até a luz do Congresso e impedem a entrada de trabalhadores e sindicatos na Casa".




Coordenadores da greve falaram com a imprensa hoje no acampamento de policiais civis em frente à Governadoria

Postado por Marco Eusébio , 29 Junho 2017 às 16:30 - em: Principal

Categorias como as dos bancários, professores e eletricitários confirmaram paralisação integral em Mato Grosso do Sul nesta sexta-feira, dia da greve nacional convocada no estado pelas centrais sindicais CUT, Força Sindical, CUT, CSB, CTB, CGTB e UGT sindicatos e federações como a Fetems contra as reformas trabalhista e da Previdência propostas pelo governo Michel Temer. A partir das 9 horas haverá manifestação na Praça Ary Coelho, em Campo Grande, onde o grupo promete fazer muito barulho com trio elétrico e discursos.




Helio José, que nomeou apadrinhados ao votar no impeachment de Dilma, ao atacar hoje o governo de Temer

Postado por Marco Eusébio , 21 Junho 2017 às 20:15 - em: Principal

Um dia depois de votar contra a reforma trabalhista, derrotada na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, o senador Helio José (PMDB-DF) ficou revoltado hoje. Acusou a gestão de Michel Temer de retaliação por exonerar dois apadrinhados dele e partiu para o ataque: disse que o governo é um "balcão de negócios" e que está "totalmente atacado de corrupção por todos os lados". 
 
A reação mostra como políticos brasileiros tratam a coisa pública. Os exonerados são Vicente Ferreira, que havia ganho uma diretoria na Sudeco, e Francisco Nilo, que deixa a Superintendência da Secretaria do Patrimônio da União (SPU) no DF.
 
As nomeações deles aconteceram três semanas antes do impeachment de Dilma Rousseff, e foram vistas como moeda de troca para Hélio votar contra a petista e ajudar Temer a assumir o cargo. Na época, ao rebater críticas de servidores da SPU contra a indicação de Francisco Nilo, o senador Helio José afirmou:
 
 
Agora, como a situação é outra, parece estar cuspindo a melancia que comeu nesse tal balcão de negócios.
 
Veja aqui o vídeo do ataque de Helio José ao governo, na TV Senado.



Senadores da oposição comemoram derrota da reforma trabalhista na CAS do Senado que surpreendeu o governo

Postado por Marco Eusébio , 20 Junho 2017 às 15:15 - em: Principal

A derrota da reforma trabalhista por 10 votos a 9 hoje na Comissão de Assuntos Sociais no Senado surpreendeu o governo Michel Temer que supunha ter maioria na CAS, mas dois "aliados", os senadores Eduardo Amorim (PSDB-SE) e Hélio José (PMDB-DF) votaram contra. Petistas e demais oposiionistas comemoraram. Dentre os votos a favor, está o do senador Waldemir Moka (PMDB-MS). Apesar da rejeição na CAS, a matéria segue à CCJ e depois para o plenário, onde o governo aposta que ganha.




O sindicalista José Lucas critica reforma extinguir contribuição sindical e manter repasse ao sistema S

Postado por Marco Eusébio , 15 Maio 2017 às 16:45 - em: Principal

Sindicalistas de Mato Grosso do Sul querem o fim da contribuição do "Sistema S" (que inclui Sesi, Sesc, Senai, Senac e Sebrae) que recebem cerca de R$ 30 bilhões anuais do Orçamento da União. "Desse total, R$ 22 bilhões vêm de contribuições sociais que representam 3,1% da folha de pagamento do trabalhador", diz José Lucas da Silva, presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB/MS) e da Feintramag MS-MT. O Comitê Estadual Contra as Reformas Previdenciária e Trabalhista critica o fato de a Câmara dos Deputados ter aprovado a reforma trabalhista acabando com a contribuição sindical obrigatória, mas preservando as contribuições ao "Sistema S".
 
O sindicalista criticou o presidente da Fiems, Sérgio Longen, que defende a reforma trabalhista para enfraquecer os sindicatos. "Muito confortável para o senhor Sérgio Longen lutar contra os sindicatos laborais e contra os interesses dos próprios trabalhadores enquanto desfruta de recursos recolhidos sobre a folha de pagamento desses mesmos trabalhadores nas empresas", disparou José Lucas. Nessa queda-de-braço, sindicalistas pretendem pressionar senadores de seus estados para que aprovem emenda do senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) para acabar com a rica contribuição às entidades empresariais na fase de votação da reforma trabalhista no Senado.