Campo Grande, Domingo , 18 de Fevereiro - 2018


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Posts com a tag: raquel-dodge

Reinaldo disse ter sido informado ontem à noite sobre a decisão: 'estou na vida pública há 21 anos e não tenho nenhum processo'

Postado por Marco Eusébio , 01 Fevereiro 2018 às 12:00 - em: Principal

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, arquivou denúncia contra o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), sobre supostas irregularidades em benefícios fiscais concedidos pelo Governo à Gama Comércio de Importação e Exportação de Cereais, de Dourados, sem qualquer contrapartida ao Estado. Azambuja disse que foi informado sobre a decisão na noite anterior e afirmou ao site Top Mídia News, de Campo Grande: "Existe um denuncismo desenfreado. Existe uma responsabilidade, estou na vida publica há 21 anos e não tenho nenhum processo, nenhuma investigação". O acordo firmado em 2015 com a empresa começou a ser investigado MP estadual após anúncia anônima, mas devido ao foro privilegiado do governador foi encaminhado ao MPF.




Em depoimento, Delcídio fala de doação ao PP e aos então candidatos de 2012 Heitor Miranda e Vagner Guirado
Delcídio Amaral entregou à Polícia Federal comprovantes de depósitos que teriam sido feitos para candidatos a prefeituras de Porto Murtinho e Anaurilândia que ele apoiou em 2012, diz o Lauro Jardim em blog no O Globo. Conforme o depoimento, os valores foram negociados com o então diretor da Odebrecht  Márcio Faria (e hoje delator) depois de o senador ter ouvido que o “núcleo duro do PMDB no Senado” teria recebido propina para facilitar a tramitação de resolução sobre tributação em portos.
 
"Foram R$ 400 mil para o diretório do PP e R$ 50 mil aos postulantes a prefeito Heitor Miranda e Vagner Guirado, cada um. A mesma história é contada pelo ex-executivo da Odebrecht Cláudio Melo Filho em seu acordo de colaboração. De posse dos documentos, Raquel Dodge pediu a Edson Fachin um prazo de 30 dias para analisar as acusações. Segundo Raquel, é preciso avaliar com mais profundidade se os papéis serão compartilhados com os inquéritos já existentes ou se motivarão a abertura de novos", relata Lauro Jardim.



Cármen Lúcia e a decisão em que afirma que indulto de Natal 'não é e nem pode ser instrumento de impunidade'

Postado por Marco Eusébio , 28 Dezembro 2017 às 16:45 - em: Principal

A presidente do Supremo, Cármen Lúcia, suspendeu hoje os efeitos do Indulto de Natal decretado por Michel Temer que permitia a autores de crimes graves como os de corrupção ficarem livres se tivessem cumprido apenas um quinto da pena, num chamado "Black Friday da Corrupção" por conceder desconto de 80% da pena, o que poderia desestimular delações premiadas de políticos e detonar a Lava Jato. Na decisão tomada a pedido da procuradora-geral da República Raquel Dodge, a ministra Cármen Lúcia ressalta que indulto "não é e nem pode ser instrumento de impunidade", "não é prêmio ao criminoso nem tolerância ao crime" e nem "pode ser ato de benemerência ou complacência com o delito". Veja aqui a íntegra divulgada pelo site O Antagonista.




PGR diz que o generoso indulto de Temer poderá gerar a impunidade de crimes graves como a corrupção

Postado por Marco Eusébio , 28 Dezembro 2017 às 09:00 - em: Principal

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, acionou o Supremo ontem contra o indulto natalino de Michel Temer que reduz penas aos condenados por crimes cometidos sem violência ou grave ameaça e possibilita o perdão a corruptos que cumprirem apenas um quinto da pena, o que pode evitar novas delações premiadas e abafar a Lava Jato. A ação da PGR deve ser analisada pela presidente da Corte, Cármen Lúcia. "O chefe do Poder Executivo não tem poder ilimitado de conceder indulto. Se o tivesse, aniquilaria as condenações criminais, subordinaria o Poder Judiciário, restabeleceria o arbítrio e extinguiria os mais basilares princípios que constituem a República Constitucional Brasileira", diz o texto de Dodge. (Com O Globo)




Deputado Eduardo Bolsonaro e cópia de mensagem reproduzida pelo site da revista Época

Postado por Marco Eusébio , 16 Dezembro 2017 às 10:30 - em: Principal

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, investiga o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do também deputado Jair Bolsonaro, por ameaça de morte a uma integrante da Juventude do PSC, partido dos dois, informa o blog Expresso da revista Época. Na denúncia feita à Delegacia da Mulher de Brasília a jovem entregou cópias de mensagens de texto de um aplicativo, em que Eduardo afirma que vai acabar com a vida dela e lhe dirige palavras como "otária", "abusada", "vagabunda" e "p...". "Procurada, a assessoria do deputado disse que ele não se manifestaria porque ainda não foi notificado", diz o blog da Época.




Um dia depois de apresentar relatório, Marun desistiu de indicar Janot e pediu investigação ao Ministério Público Federal

Postado por Marco Eusébio , 13 Dezembro 2017 às 12:00 - em: Principal

A repercussão negativa ao relatório que apresentou à CPI da JBS ontem levou o deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) a desistir hoje de propor o indiciamento de Rodrigo Janot e do ex-chefe de gabinete do ex-procurador da República, Eduardo Pelella. Marun, que amanhã toma posse como ministro-chefe da Secretaria de Governo, disse hoje na reunião da CPI, que mudou de ideia depois de ouvir o deputado Fernando Francischini (SD-PR) e das declarações "não arrogantes" da atual titular da PGR, Raquel Dodge.Conforme O Globo, Francischini, que é delegado da Polícia Federal, teria explicado a Marun que para imputar crime a uma pessoa são necessários elementos mínimos sobre as faltas cometidas e indicados de autoria, que inexistem. Ontem, a Associação Nacional dos Procuradores da República repudiou o relatório (leia aqui). "Transformo o indiciamento do senhor Pelella e senhor Janot em pedido de investigação ao Ministério Público Federal", disse Marun hoje na reunião da comissão.




Vazamento de informações sobre crimes, coisa que mais preocupa os poderosos - na mira da Raquel

Postado por Marco Eusébio , 12 Dezembro 2017 às 11:00 - em: Principal

Enquanto no seu derradeiro dia como deputado Carlos Marun (PMDB-MS) pretende pedir o indiciamento de Rodrigo Janot (também conhecido como o terror dos políticos) no relatório da CPI da JBS às vésperas de se tornar ministro, a nova procuradora-geral da República nomeada por Michel Temer tem foco oposto. O Antagonista explica: "Raquel Dodge está mais preocupada em impedir vazamentos à imprensa do que em descobrir novos crimes. Segundo O Globo, ela já encaminhou à PF 'cinco pedidos de abertura de inquérito para investigar supostos vazamentos de delações premiadas. A média é de dois por mês, relacionados tanto a propostas sigilosas de delação apresentadas à PGR e ainda em fase de discussão, quanto a colaborações já assinadas ou homologadas pelo STF, mas ainda sob segredo'."




Em seu perfil oficial no Twitter, Renan Calheiros ironiza fato de PGR chamar Geddel de 'chefe de organização criminosa'

Postado por Marco Eusébio , 20 Outubro 2017 às 15:30 - em: Principal

Dois meses depois de subir no palanque de Lula em Alagoas e disparar uma série de críticas a Michel Temer (veja aqui em vídeo), o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) segue provocando seu correligionário presidente. Hoje, no Twitter, o alagoano ironizou o fato de a nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ter classificado como "líder de organização criminosa" Geddel Vieira Lima, ex-ministro de Temer. Renan escreveu: – "Engraçado... Nunca soube que Geddel era o Chefe. Para mim, o chefe dele era outro." 




Entrevista de Eduardo Cunha à Época repercute no Twitter após postagem do editor-chefe da revista Diego Escosteguy

Postado por Marco Eusébio , 30 Setembro 2017 às 11:45 - em: Principal

Na primeira entrevista desde que foi preso há quase um ano, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) diz à revista Época que está negociando delação com a Procuradoria Geral da República sob comando de Rachel Dodge e afirma que não aceitou fechar acordo com Rodrigo Janot, porque o ex-chefe da PGR queria derrubar Michel Temer. E acusa o doleiro Lúcio Funaro de mentir para conseguir benefícios da delação: “Se eu conseguisse derrubar o Michel, Janot aceitava. Não topei mentir, confirmar o Joesley. O Lúcio topou". 
 



Só Gilmar Mendes votou a favor da defesa de Temer hoje, que teve voto contrário até de Alexandre de Moraes, indicado pelo presidente

Postado por Marco Eusébio , 20 Setembro 2017 às 18:30 - em: Principal

A maioria dos ministros do Supremo – sete dos onze – rejeitou hoje pedido da defesa de Michel Temer para que a nova denúncia de Rodrigo Janot contra o presidente não seja enviada à Câmara dos Deputados e devolvida para nova análise da Procuradoria-Geral da República,  agora sob comando de Raquel Dodge. O único voto a favor da defesa de Temer, até agora, foi o do ministro Gilmar Mendes, embora até Alexandre de Moraes, nomeado pelo peemedebista para o cargo, tenha sido contrário. Além de Moraes, votaram a favor do envio da denúncia à Câmara os ministros Edson Fachin (relator), Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski. O julgamento foi suspenso no fim da tarde e será retomado nesta quinta-feira para o voto dos ministros Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Cármen Lúcia, presidente da Corte. A defesa de Temer alega que as provas apresentas por Janot contra Temer não seriam válidas, por haver suspeita de que os delatores foram orientados pelo ex-procurador da República Marcelo Miller, quando  ainda trabalhava na PGR, e pede o aguardo do fim das investigações.