Campo Grande, Quinta-Feira , 18 de Janeiro - 2018


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Presidenciável da direita e o petista Paulo Pimenta afirmam no Twitter que ataques à Bolsonaro visam eleger Alckmin

Postado por Marco Eusébio , 12 Janeiro 2018 às 14:00 - em: Principal

Adversários, os deputados Jair Bolsonaro (RJ) e Paulo Pimenta (RS), líder do PT na Câmara, concordam em uma coisa. Sobre a "guerra" da Folha com o presidenciável de direita, ambos postaram nas redes sociais que os ataques visam ajudar a eleger o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) como sucessor de Michel Temer. 
 
Bolsonaro, entre outras postagens no Twitter, exibiu imagem extraída do Facebook do tucano dizendo que Alckmin é o "pré-candidato preferido dos leitores da Folha" e escreveu: "Só não entende quem não quer! Extraído do FaceBook do próprio Governador. Parabéns Folha de São Paulo pela força ao seu patrão."
 

Paulo Pimenta, também no Twitter, disparou: "Não se iludam com a grande mídia atacando Bolsonaro. Sua verborragia criminosa de extrema-direita é notória há mais de 20 anos e o atacam agora não por combater racismo, homofobia, misoginia ou xenofobia, mas para que ele não atrapalhe os tucanos nas #eleições2018"

Vejam as postagens abaixo:




Marun admite que MDB e o Planalto podem apoiar Alckmin, graças à defesa que o tucano tem feito da reforma da Previdência

Postado por Marco Eusébio , 04 Janeiro 2018 às 11:00 - em: Principal

O ministro-chefe da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse ao jornal O Estado de S.Paulo que o governo começará a discutir nomes para a eleição presidencial só depois que a reforma da Previdência for votada na Câmara, mas não descartou eventual apoio do seu MDB aa governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP). Marun disse que, apesar da mágoa em relação à postura do tucano durante a tramitação na Câmara das duas denúncias contra Michel Temer, a defesa que Alckmin tem feito da reforma abre canal de reaproximação entre o governo e o PSDB. Além do tucano, o Estadão diz que Marun citouo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), como possíveis postulantes ao apoio do MDB e do governo ao Planalto.




Gilmar, nomeado pelos tucanos, e Tóffoli, pelos petistas: a força da Suprema Corte usada em decisões que só beneficiam o chamado 'sistema'

Postado por Marco Eusébio , 20 Dezembro 2017 às 09:00 - em: Principal

Decisões tomadas nesta semana por dois integrantes do Supremo, Gilmar Mendes, nomeado pelo PSDB por meio de FHC, e Dias Tóffoli, nomeado pelo PT por meio de Lula, abalam a Lava-Jato. 
 
Após rejeitar denúncias contra deputados e senadores, soltar empresários e a ex-primeira dama do Rio, Adriana Ancelmo, e suspender inquérito contra o governador Roberto Richa (PR); a Corte tirou do juiz Sergio Moro o inquérito sobre o "quadrilhão do PMDB" e Gilmar proibiu as conduções coercitivas de investigados. 
 
Por mais que o pomposo linguajar jurídico que costumam usar para parecer doutos possa dificultar o entendimento do cidadão comum; é evidente o benefício que proporcionam à casta de integrantes do chamado "sistema".
 
As críticas de Gilmar e Toffoli às investigações tiveram resposta na própria Corte. O ministro Luís Roberto Barroso defendeu a Lava Jato dizendo que "a tragédia da corrupção se espalhou de alto a baixo". Infelizmente, apesar das palavras bonitas de Barroso, o que vale são as decisões majoritárias, que pesam nessa nada justa balança da suprema corte da Justiça brasileira.



Presidente do PSB e deputados querem lançar Barbosa, mas o vice França preferente apoiar Alckmin de olho no governo de SP

Postado por Marco Eusébio , 19 Dezembro 2017 às 16:15 - em: Principal

Joaquim Barbosa adiou para a segunda quinzena de fevereiro a resposta ao convite do PSB para disputar a Presidência da República, mas já enfrenta batalha interna contra sua candidatura. O ex-comunista Aldo Rebelo, que se filiou em setembro, promete disputar a indicação contra o ex-presidente do Supremo. Defensores da candidatura de Barbosa "enxergam o dedo do vice-governador de São Paulo, Márcio França, na pré-candidatura de Aldo", diz O Globo. França nega ser articulador do projeto de Rebelo, mas como deve assumir o governo de SP em março e disputar o cargo em 2018, não esconde sua preferência. "O Alckmin é o melhor candidato", afirmou o vice-governador, avaliando que o PSB lançar candidato próprio é uma "decisão errada que atrapalharia a campanha dos governadores do partido", diz o jornal.




Telefones dos Correios em Campo Grande foram religados na quarta: sindicato acusa gestão política do PSD e PMDB

Postado por Marco Eusébio , 11 Dezembro 2017 às 09:00 - em: Principal

A Superintendência dos Correios em Mato Grosso do Sul ficou sem telefone por quase uma semana, religado na quarta-feira, e o "corte teria ocorrido por falta de pagamento" diz o Sindicato dos Trabalhadores nos Correios de MS (Sintect-MS) em nota enviada à imprensa na sexta-feira anterior. A presidente do sindicato, Elaine Regina Oliveira, atribui os problemas à gestão política da ECT, cujos cargos de chefia no estado estariam ocupados por indicados do PSD, ligados segundo ela ao prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad, e do PMDB, por meio do deputado e futuro ministro Carlos Marun. "A interferência política na empresa, em nível local assim como em nível nacional, tem acarretado o sucateamento dos Correios e isso chega a parecer premeditado para justificar a privatização", afirma Elaine.




Comitiva de MS votou unânime em Alckmin, eleito hoje presidente nacional do PSDB em Brasília

Postado por Marco Eusébio , 09 Dezembro 2017 às 15:30 - em: Principal

O governador Geraldo Alckmin (SP) foi eleito neste sábado presidente nacional do PSDB para os próximos dois anos, por 470 votos a favor, três contra e uma abstenção, na convenção da sigla, em Brasília. Sua principal missão será tentar fazer decolar sua segunda candidatura à Presidência da República em 2018. 
 
Para isso, Alcmin terá de buscar unificar o partido, que passou por séria crise interna neste ano. Desde maio, Aécio Neves (MG) se licenciou da presidência após o escândalo da gravação em que pede R$ 2 milhões a Joesley Batista da JBS, o PSDB esteve sob comando provisório de quatro vice-presidentes. Aécio, inclusive, foi vaiado hoje ao chegar na convenção do partido em Brasília.
 

Embora o governador Reinaldo Azambuja não tenha participado do evento, a comitiva de delegados tucanos de MS, que incluiu o presidente da sigla deputado estadual Beto Pereira, a deputada Mara Caseiro, a vice-governadora Rose Modesto e o secretário Eduardo Riedel, votou unânime no novo presidente. A fase de efeito de Alcmin ao assumir o comando do PSDB foi "indignação e coragem para mudar o Brasil". Veja o vídeo.




Indicado pelo PMDB para o cargo de ministro, Marun disse nesta tarde que ainda não recebeu convite de Temer

Postado por Marco Eusébio , 08 Dezembro 2017 às 16:20 - em: Principal

Antonio Imbassahy (PSDB-BA) pediu hoje para deixar o cargo de ministro-chefe da Secretaria de Governo, o que foi aceito pelo presidente Michel Temer. "Na carta que oficializa o pedido, Imbassahy escreveu que vai continuar contribuindo com a gestão Temer na Câmara. Ele reassumirá o mandato de deputado federal", diz Andréia Sadi em blog no G1. Em novembro, o Planalto chegou a anunciar no Twitter a posse do deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) no ministério da articulação política, mas acabou adiando a decisão. Consultado hoje pelo jornal O Globo, Marun respondeu: Eu acabei de saber que o Imbassahy pediu demissão, mas eu preciso esperar o presidente me fazer o convite. Não cabe a mim dizer se vou ser mesmo o ministro, estou esperando".




Geraldo Alckmin usará discurso de antipetismo, mas com acenos à eleitorado de esquerda

Postado por Marco Eusébio , 08 Dezembro 2017 às 15:20 - em: Principal

O discurso de Geraldo Alckmin na convenção do PSDB será "antipetista de esquerda", diz o site O Antagonista citando a Folha de S.Paulo: 
 
"A tendência é a manutenção do antipetismo, ainda que haja acenos a um eleitorado mais à esquerda. Isso sugere que Alckmin mira a fatia do eleitorado que apoia Jair Bolsonaro por antipetismo, embora seja improvável que com isso atinja aqueles que dizem votar no pré-candidato por suas posições mais extremadas e antiestablishment. O governador, afinal, é uma figura tradicional da política."
 
E acrescenta:
 
"Sobre a parte 'presidencial' do discurso, o tucano deverá seguir a abordagem híbrida sugerida em documento coordenado por José Aníbal e endossada por Fernando Henrique Cardoso."
 
O Antagonista comenta:
 
"O hibridismo de Geraldo Alckmin, recomendado por FHC, é resultado do cruzamento de chuchu com melancia (verde por fora, vermelha por dentro)."



Nos bastidores políticos de MS, dizem que Bernal deve ficar preocupado com articulações de Dionízio em Brasília

Postado por Marco Eusébio , 07 Dezembro 2017 às 13:15 - em: Principal

Alcides Bernal compartilhou via WhatsApp nesta semana notícia de que seu ex-aliado Chocolate foi barrado ao tentar subir no palco da convenção do PMDB que aclamou André presidente regional da sigla. Alguns políticos nos bastidores de Campo Grande, entretanto, advertem: o ex-prefeito deveria se preocupar menos com ex-vereador de "duzentos e poucos votos" e ficar atento aos vereadores bem votados, cuja insatisfação teria chegado em Brasília. Lá, seu outro rival, Elizeu Dionizio, agora titular da cadeira de deputado federal, estaria parlamentando com lideranças nacionais visando comandar o PP em MS. E tucanos não estariam torcendo o bico. Afinal, caso aconteça, o PSDB poderá ter como aliada em 2018 uma sigla que detém tempo invejável no horário eleitoral.




Beto Pereira conversa com Marun na convenção do PMDB, onde também esteve o vereador João César Mato Grosso (à direita)

Postado por Marco Eusébio , 02 Dezembro 2017 às 15:45 - em: Principal

A presença dos dois importantes dirigentes tucanos foi simbólica na convenção do PMDB que elegeu o ex-governador André Puccinelli à presidência para conduzir o partido nas eleições de 2018. Prestigiaram o evento o deputado estadual Beto Pereira, presidente regional do PSDB, e o vereador João César Mato Grosso, que preside a sigla na Capital.
 
Beto Pereira alegou à imprensa que estava ali como sinal de gratidão pelo apoio da bancada do PMDB ao governador Azambuja (PSDB) na Assembleia. Muita gente, entretanto, entendeu como um sinal de que os dois partidos poderão voltar a se unir nas eleições do ano que vem.
 
Para alguns, essa união seria improvável, já que o PMDB garante que terá candidatura própria à sucessão de Azambuja. Uma fonte bem informada, entretanto, confidenciou ao Blog que tal aliança, que já foi tradicional em outras eleições, pode, sim, vir a se repetir. "Se os principais cotados ao governo dos dois partidos não forem para a disputa".
 
Isso, só o tempo dirá.