Campo Grande, Terça-Feira , 17 de Outubro - 2017


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Advogados Felipe Bassegio, Sérgio Muritiba, Fábio Nogueira e Heitor Guimarães vão avaliar caso a caso as denúncias

Postado por Marco Eusébio , 25 Maio 2017 às 17:00 - em: Principal

Uma comissão criada pela Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil de Mato Grosso do Sul (OAB-MS) para analisar os documentos do inquérito do Supremo com base nas delações premiadas dos empresários Joesley e Wesley Batista, da JBS, vai avaliar cada caso dos políticos sul-mato-grossenses citados que atualmente ocupam cargos públicos, a começar pelo governador Reinaldo Azambuja. "A comissão deliberou por cingir o objeto dos trabalhos às autoridades sul-mato-grossenses mencionadas na delação que porventura estejam exercendo cargos públicos, especialmente a do governador do Estado, e ainda, por dever de ofício apurar se houve indícios de infração ético-disciplinar praticada por advogado", disse o conselheiro seccional Heitor Miranda Guimarães, que preside a comissão. O parecer sobre cada caso será entregue ao Conselho Seccional da Ordem. Criada na terça, a comissão inclui ainda os seguintes advogados: Fábio Nogueira Costa (relator), Felipe Ramos Baseggio (secretário) e os membros Sérgio Muritiba e Nancy Gomes de Carvalho.




Requerimento foi enviado hoje pela OAB ao STF: vamos agir com 'legalidade e imparcialidade' diz Mansour

Postado por Marco Eusébio , 22 Maio 2017 às 15:15 - em: Principal

A OAB-MS enviou hoje ao Supremo, conforme havia sido aqui divulgado, requerimento solicitando cópias das delações premiadas dos irmãos Joesley e Wesley Batista referentes a políticos e demais agentes públicos. A novidade é que a Ordem pede, além das denúncias referentes ao governador Reinaldo Azambuja (PSDB), os ex-governadores Zeca do PT e André Puccinelli (PMDB), secretários e outros já citados, tudo o que se refere aos demais, incluindo "prefeito, ex-prefeitos, deputados estaduais e federais e senadores" (veja aqui a íntegra do documento). "A OAB agirá com imparcialidade, dentro da estrita legalidade, não atendendo a nenhum grupo grupo político. A Ordem não será instrumento de manipulação, como já foi no passado por grupos políticos", disse o presidente da OAB-MS, Mansour Karmouche.