Campo Grande, Quinta-Feira , 25 de Maio - 2017


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Renan dispara: 'puxa-saquismo'. Moka rebate: 'mais puxa-saco que vossa excelência não conheço'

Postado por Marco Eusébio , 24 Maio 2017 às 20:00 - em: Principal

Enquanto Brasília "pegava fogo" lá fora em dia de protesto e vandalismo, no plenário do Senado Waldemir Moka (PMDB-MS) travou um bate-boca com o líder de seu partido, Renan Calheiros (PMDB-AL). O senador de MS usava a tribuna em defesa do governo, afirmando que 17 senadores foram prestar apoio a Temer para "tirar esse País do caos que nós encontramos" e dizer à sociedade "que não foi esse governo que fez isso. Que isso se acumulou ao longo de 13 anos", em referência aos governos petistas. Renan, que havia criticado o governo, tentou usar o microfone de apartes interrompendo o discurso. Moka pediu licença. Renan, entretanto, disse que ele estava alí por "puxa-saquismo". Moka, do microfone, respondeu:
 
– "Mais puxa saco do que Vossa Excelência eu não conheço."
 
Renan continuou retrucando, sem microfone, e Moka, gritando da tribuna, rebateu:
 
– "Vossa Excelência muda de lado e vem aqui para cima. Eu quero ignorar vossa excelência. Há muito tempo vossa excelência não fala pela liderança. Muito tempo".
 
Em seguida, Moka pediu ao presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), para que o tempo de sua fala, interrompido por Renan, fosse recomposto, no que foi atendido.
 
Veja abaixo o vídeo da discussão.
 




Wesley e Joesley Batista, do topo empresarial a investigados e delatores da Lava Jato

Os empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS, conseguiram autorização da Justiça para deixar o Brasil e ir para Nova Iorque (EUA) depois de relatarem às autoridades que estão ameaçados de morte. A informação foi divulgada na noite anterior pela Globo News. Joesley virou assunto de todo o noticiário nacional depois que o jornal O Globo revelou sua deleção premiada que inclui gravação do presidente Michel Temer dando aval para comprar o silêncio de Eduardo Cunha, gravação do senador Aécio Neves (PSDB) pedindo R$ 2 milhões de propina para o grupo do empresário e também diz que seu contato com os governos petistas era o ex-ministro Guido Mantega que distribuía propina a parlamentares do PT.




Julgamento que poderá cassar a chapa Dilma-Temer começa no dia 6 de junho e terá quatro sessões

Postado por Marco Eusébio , 17 Maio 2017 às 10:15 - em: Principal

O julgamento da ação em que o PSDB pede a cassação da chapa Dilma-Temer eleita em 2004 será retomado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no dia 6 de junho. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, Gilmar Mendes. No despacho, foram definidas quatro sessões para a análise do processo, que serão realizadas nos dias seguintes.




Romero Jucá e Renan, que vem perdendo visivelmente força no reino do PMDB

Postado por Marco Eusébio , 28 Abril 2017 às 10:15 - em: Principal

Por Gabriel Mascarenhas no blog Radar da Veja:
 
"A cruzada de Renan Calheiros contra o Palácio do Planalto tem empurrado para longe personagens que, historicamente, caminham com ele. Esses dias, Romero Jucá desceu o malho no aliado. 
 
Jucá disse que compreende o sujeito fazer o diabo pela sobrevivência política, mas não admite que Renan use a liderança do PMDB em favor de interesses próprios. Eunício Oliveira, um dos interlocutores da análise, consentiu.
 
Pouca gente consegue imaginar o todo poderoso senador alagoano sendo destituído do comando da bancada peemedebista, como alguns de seus correligionários defendem. É fato, porém, que Renan perde força a cada dia."



FHC, Lula e Temer querem 'salvar' PSDB, PT e PMDB no naufrágio em 2018 diz Folha

Postado por Marco Eusébio , 13 Abril 2017 às 19:00 - em: Principal

Emissários do presidente Michel Temer (PMDB) e dos ex-presidentes Lula (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB) estariam negociando um "pacto" para garantir a sobrevivência política dos três partidos nas eleições de 2018. O acordo começou a ser costurado em novembro. O grupo avalia que a Lava Jato quer eliminar a classe política e "abrir espaço para um novo projeto de poder, capitaneado por aqueles que comandam a investigação". Os principais emissários nessas conversas seriam o ministro Gilmar Mendes (STF) e o ex-integrante da Corte, Nelson Jobim, que já almoçou com Temer e FHC e marcou encontro com Lula para breve. Temer, Lula e FHC foram citados nas delações da Odebrecht por recebimento de recursos ilegais. Os três acreditam que eleições conturbadas no ano que vem podem favorecer candidatos "aventureiros". O acordo incluiria manter Temer no poder até o fim de 2018 e a participação de Lula nas eleições. As informações são da Folha de S.Paulo.