Campo Grande, Sexta-Feira , 20 de Outubro - 2017


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Posts com a tag: pgr

Trecho da delação de Funaro à PGR e Joesley Batista com Michel Temer durante inauguração da Eldorado em Três Lagoas

Postado por Marco Eusébio , 19 Outubro 2017 às 13:30 - em: Principal

Michel Temer veio à inauguração da Eldorado celulose, em Três Lagoas (MS), em dezembro de 2012, como presidente em exercício, para prestigiar o evento da holdingJ&F dos irmãos Joesley e Wesley Batista "em sinal de agradecimento" por propina recebida do grupo, disse em delação premiada o doleiro Lúcio Funaro, que também esteve presente ao evento (leia aqui "O doleiro e o teco-teco em Três Lagoas). Funaro contou à Procuradoria-Geral da República (PGR), em 24 de agosto deste ano, que, além de Temer, o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o ex-ministro Henrique Eduardo Alves (todos do PMDB) levaram 3,2% de cerca de R$ 32 milhões obtidos por empréstimo pela Eldorado da Caixa Econômica Federal. Funaro disse ainda que a propina foi paga a ele por meio de emissão de notas fiscais frias e que, em seguida, teria repassado o dinheiro para Cunha, "que ficou responsável por distribuir o montante entre Henrique Alves e Michel Temer". (Com CampoGrandeNews)




Carlos Marun, que estava fora do País, diz que está de volta nesta segunda-feira com as 'baterias recarregadas'

Postado por Marco Eusébio , 16 Outubro 2017 às 11:00 - em: Principal

Deputado da base aliada de Michel Temer que mais apareceu na imprensa nacional durante a primeira denúncia da PGR no Supremo contra o presidente, o sumiço de Carlos Marun (PMDB-MS) da mídia nestes dias que antecedem a votação da Câmara sobre a segunda denuncia contra o peemedebista causa estranheza. Neste domingo que expirou o feriadão prolongado, perguntei ao Marun a causa de seu "desaparecimento" e o deputado respondeu ao Blog: "Estive fora do País a semana inteira. Fui muitíssimo procurado, neste fim de semana, por praticamente todos os jornais, e as TVs Globo e Band. Nesta segunda-feira estou de volta, com as baterias recarregadas".




Entrevista de Eduardo Cunha à Época repercute no Twitter após postagem do editor-chefe da revista Diego Escosteguy

Postado por Marco Eusébio , 30 Setembro 2017 às 11:45 - em: Principal

Na primeira entrevista desde que foi preso há quase um ano, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) diz à revista Época que está negociando delação com a Procuradoria Geral da República sob comando de Rachel Dodge e afirma que não aceitou fechar acordo com Rodrigo Janot, porque o ex-chefe da PGR queria derrubar Michel Temer. E acusa o doleiro Lúcio Funaro de mentir para conseguir benefícios da delação: “Se eu conseguisse derrubar o Michel, Janot aceitava. Não topei mentir, confirmar o Joesley. O Lúcio topou". 
 



Aécio fica livre da prisão, mas está afastado do mandato de senador e não poderá deixar o País

Postado por Marco Eusébio , 26 Setembro 2017 às 18:30 - em: Principal

Por um placar apertado de 3 votos Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e Rosa Weber a 2 de Marco Aurélio Mello e Alexandre de Moraes, a Primeira Turma do Supremo voltou a afastar Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato de senador. Aécio também fica proibido de deixar o País. Unânimes, os cinco rejeitaram, entretanto, o pedido de prisão do tucano mineiro, feito pela Procuradoria-Geral da República.




Eunício, Cármen Lúcia, Temer, Raquel e Maia: só elas não são alvos de investigações da própria PGR

Postado por Marco Eusébio , 18 Setembro 2017 às 15:45 - em: Principal

A composição da mesa da solenidade da posse da nova procuradora-geral da República Raquel Dodge hoje pela manhã mostrou uma cena inusitada: a maioria dos cinco integrantes – o presidente da República Michel Temer e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia; e do Senado, Eucínio Oliveira – são alvos de pedidos de investigação da própria PGR ao Supremo. Só Raquel e a presidente do STF Cármen Lúcia não estão entre os alvos.




Janot recebeu arco e flecha dos índios Xokó ontem, seu último dia útil na PGR, quando entregou ao Supremo delação da OAS

Postado por Marco Eusébio , 16 Setembro 2017 às 09:00 - em: Principal

Se enganou quem imaginou que a denúncia contra Michel Temer foi a última flechada de Rodrigo Janot. Em seu último dia útil no cargo ontem, quando ganhou de procuradores e funcionários da Procuradoria Geral da República um arco e flecha dos índios Xokó do Sergipe por ter dito sobre seus últimos dias na PGR que "enquanto houver bambu, lá vai flecha", o procurador-geral entregou ao Supremo a colaboração premiada de executivos da OAS, que incluem documentos e gravações como provas, que pode complicar ainda mais a situação dos ex-presidentes Lula e Dilma e de aliados de Temer. Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS preso na Lava-Jato, compromete Lula no caso do tríplex e do sítio, além de envolver os senadores tucanos Aécio Neves e José Serra, diz a manchete de hoje do jornal O Globo. Janot segue no cargo até este domingo, véspera da posse de Raquel Dodge, que assumirá a função de procuradora-geral da República na segunda-feira.




Rodrigo Janot em contagem regressiva para deixar o comando do Ministério Público Federal

Postado por Marco Eusébio , 12 Setembro 2017 às 17:30 - em: Principal

Do site Migalhas jurídicas: "É como nos disse ontem Thiago Aragão, da consultoria Arko Advice: o furacão Janot saiu do nível 4 para o nível 3, e caminha rapidamente para o nível 2. Daqui a pouco vai virar um minuano, podendo se transformar num vento contrário vindo de Curitiba."




Janot deveria presidir a posse de sua sucessora Raquel Dodge, mas, conforme convite, foi substituído por Temer

Postado por Marco Eusébio , 11 Setembro 2017 às 13:20 - em: Principal

Do Ancelmo Gois em blog no O Globo:
 
"O convite para a posse de Raquel Dodge como procuradora-geral da República, dia 18, gera polêmica. Diz lá que a cerimônia será presidida por... Michel Temer. O normal é que o procurador- geral que está deixando o cargo presida o evento. Só que, como se sabe, não dá mais para chamar Janot e Temer para a mesma festa."



Rodrigo Janot costura sua trajetória às vésperas de deixar o comando da Procuradoria-Geral da República

Postado por Marco Eusébio , 08 Setembro 2017 às 14:45 - em: Principal

Do blog O Antagonista:
 
"Rodrigo Janot poderia ser investigado por Raquel Dodge, juntamente com Marcelo Miller, por causa dos novos áudios de Joesley Batista.
 
Ao divulgar os áudios e abrir a revisão da delação da JBS, Janot queimou-se, mas evitou a abertura de investigação contra ele pela futura PGR. Descola-se, assim, de Miller.
 
Janot também arquivou o inquérito contra os ministros Marcelo Navarro e Francisco Falcão, do STJ, deixando-os fora de denúncia contra Lula e Dilma por obstrução de Justiça.
 
Ao arquivar o inquérito contra os ministros do STJ, Janot acenou amigavelmente para os tribunais superiores, o que cria um ambiente de segurança para ele no plano jurídico.
 
Na semana que antecede a sua saída da PGR, Janot finalmente denunciou os chefões petistas no Quadrilhão e, como dito, por obstrução de Justiça.
 
Ao denunciar os chefões petistas, ele tenta se livrar da pecha de ideológico ou vingativo, em outro movimento que vai além do jogo para a galera.
 
Os novos áudios de Joesley Batista pesaram bastante para a apresentação da denúncia contra Lula, Dilma et caterva."



Janot afirmou que revisão do acordo pode implicar em perda total dos benefícios concedidos a Joesley e Wesley Batista

Postado por Marco Eusébio , 04 Setembro 2017 às 18:45 - em: Principal

Rodrigo Janot anunciou hoje que mandou investigar indícios de omissão de informações na delação de três executivos da J&F, controladora da JBS, e disse que benefícios concedidos aos irmãos Joesley e Wesley Batista no acordo podem ser cancelados, sem anular as provas já produzidas em investigações. O procurador-geral da República disse que MP obteve áudio com conteúdo "gravíssimo", em que Joesley conversa com Ricardo Saud, diretor da J&F, também delator, com referências à "agentes da Procuradoria Geral da República" e do "Supremo". 
 
Um desses agentes seria o ex-procurador Marcelo Müller, que deixou a PGR para advogar em escritório que negociou acordo da JBS. A conversa dá a entender que ele estaria auxiliando na confecção de propostas de colaboração para serem fechadas com a PGR, conduta que, em tese, configuraria crime e ato de improbidade administrativa. "Ao longo de três anos, Marcelo foi auxiliar do procurador-geral, procurado por suas qualidades técnicas. Se descumpriu a lei no exercício das funções, deverá pagar por isso", frisou Janot.