Campo Grande, Sábado , 20 de Janeiro - 2018


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Marquinhos disse que já conversou com os três candidatos: 'A partir de abril a gente vai se posicionar e toda a cidade vai ficar sabendo'

Marquinhos Trad (PSD) pretende anunciar a partir de abril qual candidato vai apoiar para o governo de Mato Grosso do Sul nas eleições deste ano. O prefeito de Campo Grande disse ao jornal Correio do Estado que já andou conversando sobre a sucessão estadual com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), com o ex-governador André Puccinelli (PMDB) e com o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PDT). "É lógico que vamos decidir por uma dessas candidaturas", afirmou. "A partir de abril a gente vai se posicionar e toda a cidade vai ficar sabendo", acrescentou o prefeito ao diário. Essa articulação deve unir os irmãos Trad e seus dois partidos. O PSD, que tem seu irmão Fábio Trad postulando a reeleição à cadeira de deputado federal, deve seguir junto com o PTB, presidido pelo ex-prefeito Nelsinho Trad, que pretende disputar uma cadeira no Senado, no apoio a um dos três candidatos.  




Pesquisa estimulada aponta elevado índice de indecisos tecnicamente empatado com o líder Odilon de Oliveira em MS
Primeiro dentre os principais nomes a se anunciar como pré-candidato à disputa, Odilon de Oliveira (PDT) lidera a preferência de votos em pesquisa estimulada feita pelo Ranking Comunicação & Pesquisas divulgada hoje pelo site Diário da Mídia, do Toni Ueno, em Campo Grande. O juiz federal aparece na estimulada, com nomes apresentados ao eleitor, com 28.36%, seguido pelo ex-governador André Puccinelli (PMDB) com 17.06%, tecnicamente empatado com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) com 16.13%. É elevado o índice de indecisos. Os que que não souberam ou não quiseram opinar são 27.77% e estão tecnicamente empatado com o líder. 
 
Vale lembrar que a pesquisa não cita o nome do prefeito Waldeli dos Santos Rosa, de Costa Rica, considerado "Plano B" do PMDB para o pleito. Os demais citados são Ricardo Ayache (PSB) com 3.63%, Henrique Mandeta (DEM) 2.73%, Alcides Bernal (PP) 1.70%, Coronel David (PSC) 1.13%, Suél Ferranti (PSTU) 0.83%, Cláudio Sertão (Podemos) 0.43% e Humberto Amaducci (PT) com 0.23%. 
 
NA ESPONTÂNEA, sem citar nomes ao eleitor, Odilon lidera com 18.36%, seguido por André (10.16%) e Azambuja (9.56%) tecnicamente empatados. Nesse caso, Ayache também lidera entre os demais com 2.16%.
 
EM REJEIÇÃO estimulada, citando nomes, o líder é André com 29.13%, Azambuja 30.56%, Bernal 17.63%, Mandetta 3.26%, David 2.50%, Ayache 2.13%, Odilon 1.43%, Amaducci 1.20%, Suél 0.70% e Sertão 0.53%. 
 
Conforme o site, a pesquisa foi feita de 4 a 12 deste mês em 17 municípios de MS, com 3.000 pessoais de 16 anos acima e a margem de erro é de 2,50 pontos para mais ou menos.



Juiz Odilon de Oliveira que trabalha e vive sob segurança permanente da Polícia Federal

Postado por Marco Eusébio , 16 Agosto 2017 às 17:45 - em: Principal

Está em Campo Grande nesta semana equipe da produtora que fez o filme "Polícia Federal - A lei é para todos" sobre a operação Lava Jato (veja aqui o trailer). O objetivo é fazer um documentário sobre o juiz federal Odilon de Oliveira. Conforme me contou o vereador Odilon Júnior, o filme sobre o pai dele vai se chamar "Odilon, réu de si mesmo".




Leonardo Duarte, ex-presidente da OAB-MS, e Odilon de Oliveira, juiz federal: sondados para 2018

Postado por Marco Eusébio , 31 Maio 2017 às 13:00 - em: Principal

A eleição do novato João Doria para comandar a maior prefeitura do Brasil num primeiro turno inédito em São Paulo inspira dirigentes de partidos País afora a buscar "novos nomes" que o eleitor procura para as eleições de 2018. Em Mato Grosso do Sul a coisa não é diferente. Além do juiz federal Odilon de Oliveira, outro conhecido integrante do campo jurídico tem sido sondado para disputar uma das vagas no Senado ou até o cargo de governador. É o ex-presidente da OAB-MS Leonardo Avelino Duarte. O advogado, por enquanto, não diz nem sim nem não. Está avaliando os convites. E também observa o cenário político, cujas nuvens andam mudando bem mais do que o normal neste ano pré-eleitoral.