Campo Grande, Segunda-Feira , 20 de Novembro - 2017


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Site do jornal italiano Corriere Della Sera divulga hoje foto do ex-poderoso chefão da máfia siciliana e de parte de suas vítimas

Postado por Marco Eusébio , 17 Novembro 2017 às 11:00 - em: Principal

Um dia depois de completar 87 anos, morreu hoje o ex "chefe dos chefes" da máfia siciliana Toto Riina, que lutava contra um câncer e estava em coma induzido há vários dias na unidade carcerária do hospital de Parma, no norte da Itália. Conhecido como "A Fera", Riina nasceu em uma família pobre de camponeses em Corleone e com apenas 16 anos ingressou na máfia. Soldado fiel do líder mafioso Luciano Liggio desde os anos 50, escalou todos os degraus da Cosa Nostra até substituir o chefe em 1974, espalhando o terror na Sicília. Também conhecido como "U Curtu" (O Pequeno) por sua baixa estatura (1,58 metro), estava condenado a 26 penas de prisão perpétua acusado de mais de 150 assassinatos desde os anos 70, incluindo entre as vítimas os juízes de combate à máfia Giovanni Falcone (1992) e Paolo Borsellino (1993). Também articulou atentados que deixaram 10 mortos em Roma, Milão e Florença em 1993.




Márcia Cabrita vivendo a empregada Neide, um de seus mais marcantes personagens, em A Grande Família

Postado por Marco Eusébio , 10 Novembro 2017 às 12:15 - em: Principal

Morreu aos 53 anos nesta sexta-feira a atriz Márcia Cabrita, no Hospital Quinta D'Or, no Rio de Janeiro, em decorrência de um câncer no ovário diagnosticado em 2010. Artistas, fãs e amigos lamentam a morte nas redes sociais. Márcia Cabrita iniciou na TV Globo em 1992 na minissérie As noivas de Copacabana, interpretando a personagem Adelaide. De 1993 a 1995, participou do humorístico Os Trapalhões e alcançou maior notoriedade em 1997 quando entrou para o elenco de Sai de Baixo, vivendo a personagem Neide. Atuou em mais de 20 projetos da Globo, entre novelas e seriados, como Sítio do Pica-pau amarelo, Sob Nova Direção, Sete Pecados, Beleza Pura, A Grande Família, Morde & Assopra e a novela Novo Mundo, da qual se afastou para cuidar da saúde.




Ruiter Cunha de Oliveira, que faleceu por complicações pós-cirúrgicas no Proncor de Campo Grande hoje

Postado por Marco Eusébio , 01 Novembro 2017 às 12:00 - em: Principal

Morreu aos 53 anos no início da madrugada de hoje o prefeito de Corumbá, Ruiter Cunha de Oliveira (PSDB), por complicações pós-operatórias, no Proncor de Campo Grande, onde foi submetido a uma cirurgia cardíaca de emergência ontem por causa de uma dissecção aguda da aorta. Fiscal de renda do Estado, Ruiter estava no primeiro ano de seu terceiro mandato em Corumbá, passou mal na manhã de segunda-feira e teve de ser levado de UTI aérea para a Capital, onde acabou não resistindo à cirurgia.  e deixa a mulher e dois filhos. O vice Marcelo Iunes (PTB) foi empossado nesta manhã como novo prefeito de Corumbá. O corpo será velado nesta tarde no Corumbaense Futebol Clube e o sepultamento será no Cemitério Santa Cruz, informa a assessoria municipal da cidade.




Ruth Escobar em foto de 1999 - portuguesa que se tornou um dos principais nomes do teatro brasileiro

Postado por Marco Eusébio , 05 Outubro 2017 às 18:32 - em: Papo de Arquibancada




Ruth Escobar em foto de 1999 - portuguesa que se tornou um dos principais nomes do teatro brasileiro

Postado por Marco Eusébio , 05 Outubro 2017 às 18:30 - em: Principal

Morreu hoje aos 81 a atriz e produtora Ruth Escobar, no Hospital 9 de Julho, em São Paulo, que há alguns anos enfrentava o mal de Alzheimer. Nascida em Porto, Portugual, em 1936, Maria Ruth dos Santos Escobar  se mudou para o Brasil em 1951 e se tornou um dos principais nomes do teatro brasileiro, empreendedora de projetos culturais. O corpo deve ser velado no teatro que leva o nome dela no bairro paulistano de Bela Vista. "Partiu! Mãe! Saudades de tudo! O Christian estará aí para te receber! Agora só amor, paz, descanso... saudade!", escreveu a cantora e atriz Pat Escobar, ao lamentar a morte da mãe no Facebook.




Tadeu Santos (agachado entre César com a criança e seu xará Tadeu Macrini) em poster do então gigante Operário na Placar

Postado por Marco Eusébio , 01 Outubro 2017 às 15:00 - em: Papo de Arquibancada

Um dos ídolos do inesquecível time do Operário de Campo Grande que ficou em terceiro lugar no Campeonato Brasileiro de 1977, o ex-jogador Luiz Tadeu Santos, o Tadeu Santos, morreu aos 64 anos na noite anterior função de uma doença degenerativa, em Montenegro, sua cidade natal no interior gaúcho. No Facebook do clube, o presidente do Operário, Estevão Petrallas, lamentou a última partida de Tadeu Santos: "A ele e ao grupo que integrava aquele time sob o comando do saudoso Carlos Castilho, devemos a fama que o Operário tem até hoje por todo o Brasil".




Hugh Hefner nos anos 50, quando fundou a Playboy, e no reveillon de 2013, quando se casou com Crystal Hefner

Postado por Marco Eusébio , 28 Setembro 2017 às 09:00 - em: Principal

Morreu aos 91 anos em sua famosa mansão em Los Angeles (EUA), de causas naturais, na noite anterior, Hugh Hefner, o fundador da Playboy. Hefner lançou a revista em dezembro de 1953, colocando-a topo das mais famosas publicações masculinas do mundo, que teve na primeira edição a musa Marilyn Monroe. 
 
"Desde o início, Playboy era mais do que apenas as belas mulheres apresentadas em suas páginas. O Sr. Hefner adotou uma abordagem progressiva não só para sexualidade e humor, mas também para literatura, política e cultura. Dentro de suas páginas, Playboy publicou ficção de escritores como Ray Bradbury, Charles Beaumont, John Updike, Ian Fleming, Joseph Heller, Gabriel Garcia Marquez, Margaret Atwood, Jack Kerouac e Kurt Vonnegut", diz comunicado da revista. 
 
A nota cita ainda as consagradas entrevistas "Playboy Enterview" que estrearam em 1962 quando o frequente colaborador Alex Haley entrevistou a lenda de jazz Miles Davis. "As entrevistas do Sr. Haley, que ainda são importantes para historiadores culturais, incluíram também Malcolm X (1963), Martin Luther King (1965), e talvez o mais famoso, George Lincoln Rockwell (1966), o fundador do Partido Nazi Americano", diz a nota.
 
"Meu pai viveu uma vida excepcional e impactante. Defendeu de alguns dos movimentos sociais e culturais mais importantes do nosso tempo, na defesa da liberdade de expressão, dos direitos civis e da liberdade sexual", disse seu filho, Cooper Hefner, chefe de criação da Playboy Enterprises, em comunicado. O anúncio da morte de Hefner pela Playboy no Twitter foi acompanhado de uma frase do empresário: "A vida é muito curta para viver o sonho de outra pessoa". O empresário deixa a esposa Crystal Hefner, de 31 anos, com quem casou no reveillon de 2013 (foto), e quatro filhos: Cooper, Christie, Marston e David Hefner.



Maria Sem Troco, símbolo imaterial da cidade de Rochedo, abraçada pelos filhos Lúcia e Antonio

Postado por Marco Eusébio , 24 Setembro 2017 às 18:30 - em: Principal

"Símbolo imaterial" de Rochedo, morreu aos 83 anos neste domingo na distante 81km de Campo Grande a professora e comerciante Maria José de Lira, de 83 anos, conhecida como "Dona Maria Sem Troco", vítima de parada cardíaca. Personagem cuja história faz parte da história da cidade, onde foi professora primária e comerciante, em seu pequeno bar Dona Maria costumava oferecer balas em vez de moedas na hora do troco e acabou apelidada de "Sem Troco" por um delegado de polícia local, ficando conhecida pela alcunha. Ela foi sepultada hoje e sua homenagem a prefeitura suspendeu as aulas na rede pública local nesta segunda-feira. A Dona Maria ganhou até uma música em sua homenagem do cantor Beko Santanegra, de Campo Grande, nosso leitor, que diz...

"Maria Sem Troco não dá troco pra ninguém
Maria Sem troco só dá troco quando tem...
Então leva bala, seu menino, um pé-de-moleque, meu querido
Um salgadinho preferido, eu não dô troco pra ninguém..." ?
 

Ouça aqui o Beko cantando "Maria sem troco".




Marcelo Rezende nos programas Cidade Alerta, da TV Record, e em 1999 no comando do Linha Direta da Globo

Postado por Marco Eusébio , 16 Setembro 2017 às 19:00 - em: Principal

Com falência múltima dos órgãos morreu aos 65 anos no fim da tarde deste sábado o jornalista e apresentador de TV Marcelo Rezende, no Hospital Moriah, no bairro de Moema, na zona sul de São Paulo. Em maio deste ano, ele anunciou no programa Domingo Espetacular, da TV Record, que estava com câncer no pâncreas, já com metástase no fígado, motivo de seu afastamento do comando do programa Cidade Alerta que apresentava na emissora. Nascido no Rio de Janeiro, em 1951, Marcelo Luiz Rezende Fernandes começou adolescente a trabalhar no Jornal dos Sports (RJ). Aos 19 anos foi para aa Rádio Globo e depois trabalhou para a revista esportiva Placar. De lá seguiu para a TV Globo, onde ficou conhecido por reportagens investigativas e como apresentador do programa Linha Direta. Deixou a emissora em 2002 e passou pela Bandeirantes e RedeTV! até chegar à Record. Marcelo Rezende deixa cinco filhos (quatro mulheres e um homem), cada um de relacionamentos anteriores diferentes. Desde fevereiro de 2016 ele namorava Luciana Lacerda. (Com site Quem)




Astolfo Barroso Pinto, nome que nunca rejeitou, como Rogéria, em dois tempos

Postado por Marco Eusébio , 05 Setembro 2017 às 09:00 - em: Principal

Morreu aos 74 anos na noite anterior o Astolfo Barroso Pinto, conhecido como a artista Rogéria, no Rio de Janeiro. Nascido em Cantagalo, no interior do Rio, Astolfo começou na vida artística como maquiador. Incentivado por Fernanda Montenegro, virou "Rogéria", dama fluente em francês e em piadas rápidas que gostava de ser chamada de "a travesti da família brasileira". Sem nunca rejeitar sua condição de homem e destacar seu lado artístico como travesti, Rogéria ganhou o respeito numa época em que isso era tabu. E aceitando-se quando essas condições eram inaceitáveis, sem querer impor aos outros, mas conquistando seu papel na vida, alcançou também a fama. Foi jurada de programas da TV Globo desde o Chacrinha até ao Luciano Huck. E destaque em programas e novelas como "Viva a Noite", "Tieta", "A Grande Família", "Sai de Baixo" e "Malhação". À GloboNews, contou que foi discriminada só uma vez na vida, em uma boate onde trabalhava, ao ser barrada na entrada do banheiro feminino. Indagada pelo repórter Chico Felitti, da Folha de S.Paulo, no ano passado "se não tinha medo de morrer", Rogéria respondeu: "Meu amor, eu vivi mais do que qualquer outra. Mais e melhor." Num país em que a expectativa de vida de uma travesti ou trans é estimada em 35 anos, ela própria diria que viveu, em todos os sentidos, muito mais que a maioria.