Campo Grande, Quarta-Feira , 22 de Novembro - 2017


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Governador Pedro Taques e o deputado federal Nilson Leitão, nos tempos de afinação no PSDB de Mato Grosso

Postado por Marco Eusébio , 09 Novembro 2017 às 14:30 - em: Principal

O governador Pedro Taques que trocou o PDT pelo PSDB oito meses depois de assumir o governo do vizinho Mato Grosso, alegando insatisfação com o apoio da sigla pela qual foi eleito ao governo da então presidente Dilma Rousseff, agora cogita voar do ninho tucano. O motivo é um desentendimento com o presidente do PSDB-MT, deputado federal Nilson Leitão, que decidiu disputar o Senado em 2018 e definiu o ex-vereador Paulo Borges como seu substituto no comando do partido. Isso foi a "gota d’água" para que Taques intensifique o diálogo com outras legendas como o PPS, o PV e o Podemos, diz o Diário de Cuiabá. Da China, em viagem oficial, Taques,afirmou que reunirá aliados na semana que vem em Cuiabá. "Vou reunir com o meu grupo político para definir essa situação de uma vez", declarou ao jornal.




Senador José Medeiros (PSD-MT) é autor do projeto que prevê júri popular para julgar crimes de corrupção

Postado por Marco Eusébio , 07 Julho 2017 às 11:00 - em: Principal

Crimes de corrupção ativa e passiva, quando envolverem valores de 500 salários mínimos acima – R$ 468.500,00 hoje – poderão ser julgados por júri popular. É o que estabelece o Projeto de Lei nº 217/2017 do senador José Medeiros (PSD-MT). Atualmente, só crimes dolosos contra a vida, como assassinato, são julgados pelo Tribunal do Júri. Sua sistemática prevê o sorteio de 25 cidadãos convocados para assistir ao julgamento, dentre os quais são sorteados sete para compor o conselho de sentença, que irá declarar se o acusado pelo crime é culpado ou inocente.
 
Medeiros alega que o Tribunal do Júri tem alto custo operacional, e é necessário filtrar os casos em que poderá ser acionado, limitando-os aos que envolverem desvios de recursos superiores a quinhentos salários mínimos. "Entendemos que o julgamento dos crimes de corrupção, especialmente os que envolvam valores de significativa expressão econômica, deva ser realizado pelo júri popular, já que este é uma representação direta do povo que, como já assinalado, é quem sofre as consequências dos atos praticados por servidores e políticos corruptos", diz o senador na justificativa do projeto.