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Bernal diz que vai mostrar, com provas documentais, que não houve irregularidade na compra de apartamento

Postado por Marco Eusébio , 23 Setembro 2017 às 13:00 - em: Principal

O Ministério Público Estadual pediu à Justiça o bloqueio de R$ 2,5 milhões do ex-prefeito de Campo Grande Alcides Bernal, com base em inquérito que aponta sua evolução patrimonial de 2011 a 2013, que chegou a 141%. O promotor Marcos Alex Vera cita na ação por improbidade administrativa a compra de um apartamento por R$ 1,5 milhão em março de 2013, dando R$ 642 mil de entrada e financiando R$ 858 mil, três meses após ter assumido o cargo de prefeito. 
 
Conforme o MP, o valor de apartamentos no local, à época, girava em torno de R$ 2,8 milhões. Poucos meses depois, Bernal vendeu o imóvel por R$ 2,3 milhões. "Ou seja, não seria possível, em curto espaço de tempo, a valorização do imóvel em R$ 800.000,00, o que reforça indícios de que o valor declarado na compra do apartamento pelo demandado foi subfaturado", diz o promotor. 
 
Procurado, Bernal disse que não foi notificado, e prometeu mostrar, com provas documentais, não haver qualquer irregularidade na compra do apartamento, onde não chegou a morar. "Mas por que eu não poderia comprar um apartamento financiado. Só porque é em um lugar considerado por alguns como bairro nobre?", questionou o ex-prefeito. "De qualquer forma confio no Judiciário e espero ter o direito de ampla defesa", acrescentou Bernal. (Com informações do Midiamax)



Delcídio omitiu fatos revelados por ex-diretor da Odebrecht

Postado por Marco Eusébio , 22 Abril 2017 às 13:00 - em: Principal

O acordo de delação de Delcídio do Amaral com a Lava Jato homologado no ano passado será reavaliado pela Procuradoria-Geral da República que poderá rever as penas e até romper o acordo. Isso porque o ex-senador de MS negou à força-tarefa ter recebido qualquer propina atrelada à Refinaria de Pasadena (EUA) e disse aos procuradores que nunca participou de reuniões sobre a obra. No entanto, o ex-diretor da Odebrecht Rogério Araújo relatou em sua delação que o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque falou de uma reunião, em 2006, na qual a UTC Engenharia se comprometeu a pagar R$ 4 milhões a Delcídio, como contrapartida a participação da empresa na obra de ampliação da refinaria. Araújo também citou pedido de contribuição à campanha de Delcídio, feito por Nestor Cerveró em 2010, como contrapartida a "eventual aprovação de projeto de gasoduto" a ser realizado por uma empresa da Petrobras na Argentina. (Com Estadão)