Campo Grande, Terça-Feira , 23 de Janeiro - 2018


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Bolsonaro reproduziu no Facebook pesquisa com eleitores de MS sobre intenção de voto para presidente

Postado por Marco Eusébio , 14 Dezembro 2017 às 16:45 - em: Principal

Jair Bolsonaro gostou da pesquisa que o apontou liderando intenção de voto para presidente da República em Mato Grosso do Sul e reproduziu o resultado em sua página oficial no Facebook. O levantamento do Ranking Comunicação & Pesquisas divulgado ontem pelo site Diário da Mídia, do Tony Ueno, mostra o deputado com 25,60% e Lula com 20,70%. Dentre os demais citados na espontânea, Marina Silva lidera com 7,50%. A pesquisa foi feita de 4 a 12 deste mês em 17 municípios de MS. A margem de erro é de 2,50 pontos para mais ou para menos.




Michel Temer e Geraldo Alckmin: sonho do tucano é virar candidato do governo e deter o maior tempo de rádio e

Postado por Marco Eusébio , 12 Dezembro 2017 às 09:00 - em: Principal

O agrado de Geraldo Alckmin na convenção do PSDB ao governo de Michel Temer (PMDB) não é coisa de amador. O candidato que for apoiado pelo atual presidente em 2018 pode ter a maior fatia da propaganda eleitoral na TV e no rádio. Caso partidos médios do Centrão como PP, PSD, PR, PTB e PRB apoiarem o governo nas eleições, o nome alavancado pelo Planalto terá 39% do tempo total na mídia: quase 5 minutos em cada bloco de 12 minutos e 30 segundos. Sem alianças, o PT terá 13% e o PSDB 10%. Em legendas menores, Jair Bolsonaro, pelo Patriota, e Marina Silva, pela Rede, terão cerca de 10 segundos cada, sem outros apoios. Nas últimas sete eleições presidenciais, quatro foram vencidas por quem teve o maior tempo. Duas, por quem teve o segundo maior tempo. (Com Folha de S.Paulo)




Lula e Bolsonaro lideram as pesquisas, que mostram só um cenário atual em que novos nomes podem surgir ou desaparecer

Postado por Marco Eusébio , 09 Dezembro 2017 às 13:20 - em: Principal

Faltando pouco menos de um ano para as eleições, pesquisas estão longe de prever o cenário de 2018 conforme especialistas. De olho no Planalto, figuras conhecidas como Lula e Jair Bolsonaro estão há mais de um ano viajando pelo Brasil para consolidar suas candidaturas. Não à toa, os dois lideram a preferência do eleitorado.
 
A mais recente pesquisa Datafolha apontou que, dependendo dos candidatos, Lula varia de 34% a 37% e Bolsonaro tem, em média, 18%. Porém, o que chama a atenção são outros números. O Datafolha aponta que, na espontânea, sem citar candidatos, 46% dos eleitores não demonstra preferência por ninguém. Lula é citado por 17% (tinha 18% em setembro), e Bolsonaro por 11% (tinha 9%). Com 1% cada aparecem Ciro, Marina, Alckmin, Álvaro Dias e Temer. Os demais não atingiram sequer 1%. 
 
"Se você tem quase 50% dos eleitores que da sua própria cabeça não podem citar um candidato de sua preferência, isso é muito prejudicial ao próximo passo da simulação, que é de mostrar o cartão com os nomes dos candidatos. Uma coisa é muito destoante da outra", analisa o cientista político e professor da Universidade de Brasília (UnB) David Fleischer. 
 
O especialista diz que as pesquisas não servem de real parâmetro para as eleições, pois só retratam o atual momento. Nos próximos meses, afirma, novas candidaturas podem surgir e outras desaparecer, como no caso de Lula, que se for condenado em segunda instância pelo TFR4 será barrado pela Lei da Ficha Limpa.
 
O escritor e cientista político Bruno Garschagen cita levantamento do Ibope, divulgada no fim de outubro, e avalia que o cenário está "basicamente sendo construído pelos institutos de pesquisas". Para Garschagen, "o que a gente tem hoje, é mais um termômetro daquilo que os institutos de pesquisas acham e, depois, o que a população acha a respeito daqueles candidatos. É tudo muito prematuro", declarou.
 
Historicamente, o brasileiro demora a escolher seus candidatos. Em julho de 2014, por exemplo, 55% dos eleitores não sabiam dizer em quem votariam. Bruno Garschagen diz que um dado mais "robusto" e "fiel" da realidade só será alcançado em meados de março ou abril do ano que vem, uma vez que "o quadro de candidatos já estará mais claro, inclusive para a população".
 
(Com João Paulo Machado, da Agência do Rádio)



Lula lidera em todos os cenários e Jair Bolsonaro segue em segundo lugar, conforme pesquisa Ibope

Ciro Gomes durante almoço na Firjan disparou mirando Marina Silva, Aécio, Doria, Alckmin, Bolsonaro e Michel Temer

Postado por Marco Eusébio , 20 Outubro 2017 às 17:45 - em: Principal

Com sua conhecida metralhadora verbal, Ciro Gomes apimenta a pré-campanha. O pré-candidato do PDT disparou críticas contra possíveis adversários nas eleições presidenciais de 2018 durante almoço com empresários na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) ontem. Sobre Marina Silva (Rede), o pré-candidato do PDT citou falta de hormônio masculino:"Não vejo ela com a energia e o momento é muito de testosterona". 
 
SOBRE OS TUCANOS, Ciro declarou que o PSDB vai "segurando a alça de um caixão de um governo que tem 3% de aprovação" em alusão a Temer, chamou Aécio Neves de "um cadáver político" que não é sepultado e segue "dando as cartas" no partido e disse que prefere deixar "o Doria desgastando o Alckmin".
 
SOBRE BOLSONARO, Ciro disse que, por enquanto, ele "representa uma coisa muito respeitável que é a repulsa do povo brasileiro com a prática média da política". Destacou, porém, que "o voto não é catártico". "Essas bofetadas que o Supremo dá, que o Congresso dá, todo dia o Bolsonaro vira uma coisa catártica de protesto. Mas o voto não é catártico. O voto é afirmativo. Portanto, na hora que o PSDB de organizar, eles vão começar a se canibalizar. O PSDB subindo, e o Bolsonaro subindo. E eu vou passando." (Com Estadão)



Ciro Gomes, na Firjan, disparou metralhadora verbal mirando Marina Silva, Aécio, Doria, Alckmin e Bolsonaro

Postado por Marco Eusébio , 20 Outubro 2017 às 15:24 - em: Papo de Arquibancada

Ciro Gomes disparou críticas contra possíveis adversários nas eleições presidenciais de 2018 durante almoço com empresários na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) ontem. Sobre Marina Silva (Rede), o pré-candidato do PDT citou a falta de hormônio masculino:"Não vejo ela com a energia e o momento é muito de testosterona", afirmou. 
 
Sobre os tucanos, Ciro declarou que o PSDB vai "segurando a alça de um caixão de um governo que tem 3% de aprovação" em alusão a Temer, chamou Aécio Neves de "um cadáver político" que não é sepultado e segue "dando as cartas" no partido e disse que prefere deixar "o Doria desgastando o Alckmin".
 
Ciro disse ainda que Jair Bolsonaro, por enquanto, "representa uma coisa muito respeitável que é a repulsa do povo brasileiro com a prática média da política". Destacou, porém, que "o voto não é catártico". "Essas bofetadas que o Supremo dá, que o Congresso dá, todo dia o Bolsonaro vira uma coisa catártica de protesto. Mas o voto não é catártico. O voto é afirmativo. Portanto, na hora que o PSDB de organizar, eles vão começar a se canibalizar. O PSDB subindo, e o Bolsonaro subindo. E eu vou passando", afirmou. (Com Estadão)



Lavareda afirma que Marina Silva deve crescer, que Bolsonaro 'vai se desidratar' e diz que o PSDB deveria fazer prévias com Doria e Alckmin

Postado por Marco Eusébio , 08 Setembro 2017 às 11:00 - em: Principal

Embora líder das pesquisas para a sucessão presidencial de 2018, Lula nem deverá ser candidato. A previsão é do cientista político Antonio Lavareda, presidente do Conselho Científico do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), do Recife, que já foi consultor de 91 campanhas eleitorais. Em entrevista à IstoÉ, Lavareda afirmou que a probalidade de Lula disputar as eleições "é próxima de zero". Sem o ex-presidente no páreo, ele acredita o ex-prefeito de SP Fernando Haddad será o candidato pelo PT e a esquerda terá ainda a opção de Ciro Gomes (PDT). Para Lavareda, Marina Silva (Rede) pode crescer, e Jair Bolsonaro, em segundo nas pesquisas hoje, "vai se desidratar". Resta saber se os partidos de centro, como PSDB, PMDB e DEM, vão se unir ou se seguirão divididos. Unidos, podem chegar ao segundo turno e ganhar, avalia o cientista político. O problema é que o prefeito João Doria e o governador Geraldo Alckmin travam uma luta fraticida pela vaga do PSDB. Para Lavareda, a melhor solução para os tucanos seria fazer prévias para escolher um dos dois.




Lula avança na liderança, mas se petista ficar fora do páreo Bolsonaro vira líder isolado diz o DataPoder360

Postado por Marco Eusébio , 16 Agosto 2017 às 14:30 - em: Principal

Caso Lula seja condenado em segunda instância e impedido pela Lei da Ficha Limpa de disputar as eleições de 2018, ou desista de virar candidato, o índice de indecisos salta de 30% para 40% e Jair Bolsonaro vira líder isolado na preferência do eleitorado. É o que aponta pesquisa do DataPoder360 feita por telefone de sábado (12) até segunda-feira (14) com 2.088 pessoas em 197 cidades e margem de erro de 3 pontos para mais ou para menos. 
 
Bolsonaro aparece com 27% caso Geraldo Alkmin for candidato do PSDB. O tucano tem 9% e ficaria tecnicamente empatado lá atrás em segundo lugar com Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede), ambos com 8%. O ex-prefeito de SP Fernando Haddad (PT) tem só 3%. Brancos e nulos somam 38% e 7% não souberam ou não quiseram responder.
 
Ainda sem Lula, Bolsonaro aparece com 25% se o candidato tucano for João Doria que aparece em com 12%. Neste caso, Ciro fica em terceiro com 9%, Marina com 6% e Haddad com 5%. Brancos e nulos somam 36% e 8% não responderam.
 
SE LULA ESTIVER NA DISPUTA, segue líder e até avançou de julho para agosto no DataPoder360, mesmo depois de condenado pelo juiz Sérgio Moro. Num cenário com Alckmin, o petista passou de 26% para 32% e Bolsonaro de 21% para 25%. O tucano caiu de 10% para 4%, ficando tecnicamente empatado com Ciro que oscilou de 5% para 4% e Marina que desceu de 6% para 3%. Brancos e nulos somaram 23% e 10% não responderam.
 
No cenário com Doria candidato do PSDB, Lula cresceu de 21% para 31%, Bolsonaro caiu de 21% para 18% e o tucano oscilou de 13% para 12%. Ciro oscilou de 4% para 6% e Marina afundou de 12% para 3%. Brancos e nulos somam 23% e 7% não responderam.



Lula lidera em rejeição seguido por
Lula segue na frente na preferência de voto para a Presidência em 2018. Porém é o mais rejeitado dentre todos os candidatos, por mais da metade dos eleitores, com 55,8%. É o que aponta levantamento do instituto Paraná Pesquisas feito para a IstoÉ e divulgado neste fim de semana pela revista.
 
No cenário em que Geraldo Alckmin aparece candidato pelo PSDB, Lula lidera com 26,1%, seguido por Jair Bolsonaro com 20,8%, Joaquim Barbosa 9,8%, Alckmin 7,3%, Marina Silva 7%, Ciro Gomes 4,5% e Álvaro Dias 4,1%. Quando o candidato tucano é João Doria, o petista lidera com 25,8%, seguido por Bolsonaro com 18,7%, Doria 12,3%, Joaquim Barbosa 8,7%, Marina Silva 7,1%, Ciro 4,5% e Álvaro Dias 3,5%. 
 
Outros três nomes aparecem com rejeição superior a 50%: Alckmin com 54,1%, Bolsonaro 53,9% e Ciro com 50,2%. Depois vem Marina com 46,3%, Joaquim Barbosa com 42,3% e Dória com 42,2%. A rejeição de Álvaro Dias não é citada na pesquisa.
 
"Se Lula, Alckmin e Bolsonaro não conseguirem reduzir a rejeição, dificilmente ganham a eleição de 2018. E se Alckmin ou Bolsonaro forem os adversários de Lula num segundo turno, tudo pode acontecer. Até a vitória de Lula”, disse Murilo Hidalgo, diretor do instituto.
 
Além de ser o menos rejeitado, o prefeito de São Paulo também é o menos conhecido: 15,4% disseram não conhecer Doria suficientemente para opinar. A pesquisa ouviu 2.020 entre segunda (24) e quinta-feira (27. A margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos.



Marina chegou perto, mas não respondeu aos ataques de Aécio e Dilma e capitulou no primeiro turno em 2014

Postado por Marco Eusébio , 21 Julho 2017 às 17:45 - em: Principal

Pela terceira vez seguida, Marina Silva aparece como pré-candidata à Presidência da República. Diferente das vezes anteriores, entretanto, parece já não empolgar tanto os eleitores.
 
Em 2014 ela chegou bem perto. Esteve empatada técnicamente com a então presidente Dilma Rousseff na liderança das pesquisas. Ambas deixavam Aécio Neves comendo poeira em terceiro lugar. 
 
Por causa disso, Marina passou a ser o principal alvo de ataques de Aécio e Dilma. Porém, embora tivesse farta munição para contra-atacar os adversários com amplos "telhados de vidro", a então candidata preferiu se conter. Cristã devota, chegou até a oferecer a outra face.
 
Embora de lá pra cá a Lava Jato tenha provado a influência nas urnas dos grandes esquemas de financiamento de campanhas abastecidos com dinheiro público oriundo da corrupção, é inegável que o vacilo de Marina desestimulou muita gente que buscava (e ainda procura) alguém com atitude, como alternativa aos dois grupos políticos que se revezavam há décadas no comando do País. 
 
Quando um amigo leitor me perguntou se eu voltaria a votar nela (votei nas duas vezes anteriores), eu disse "não" sem vacilar. Respondi que a sensação que ficou é a de que Marina poderia ter ido mais longe. Mas deixou o "cavalo encilhado" que passava em sua porta ir embora. E "acabou", literalmente, declarando apoio a Aécio no segundo turno.