Campo Grande, Quarta-Feira , 21 de Fevereiro - 2018


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Posts com a tag: lucio-funaro

Tereza Cristina diz que nunca apoiou Eduardo Cunha e afirma que acusação contra ela é 'mentirosa'

Postado por Marco Eusébio , 23 Outubro 2017 às 10:00 - em: Principal

Diante das notícias de que foi citada pelo doleiro Lúcio Funaro em delação premiada à PGR como beneficiária de propinas e outras vantagens oferecidas pelo ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) a parlamentares, a deputada federal Tereza Cristina (PSB-MS) nega. "É mentirosa e sem fundamento a acusação de que teria recebido vantagens indevidas por parte do deputado cassado Eduardo Cunha", diz a deputa em nota enviada à imprensa no fim de semana. "Nunca fiz parte do seu grupo politico. Não votei nele para presidente da Câmara, pois meu partido tinha candidato, e votei a favor da sua cassação por quebra de decoro parlamentar", acrescenta a deputada que promete "tomar as providências judiciais cabíveis contra as mentiras".




Trecho da delação de Funaro à PGR e Joesley Batista com Michel Temer durante inauguração da Eldorado em Três Lagoas

Postado por Marco Eusébio , 19 Outubro 2017 às 13:30 - em: Principal

Michel Temer veio à inauguração da Eldorado celulose, em Três Lagoas (MS), em dezembro de 2012, como presidente em exercício, para prestigiar o evento da holdingJ&F dos irmãos Joesley e Wesley Batista "em sinal de agradecimento" por propina recebida do grupo, disse em delação premiada o doleiro Lúcio Funaro, que também esteve presente ao evento (leia aqui "O doleiro e o teco-teco em Três Lagoas). Funaro contou à Procuradoria-Geral da República (PGR), em 24 de agosto deste ano, que, além de Temer, o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o ex-ministro Henrique Eduardo Alves (todos do PMDB) levaram 3,2% de cerca de R$ 32 milhões obtidos por empréstimo pela Eldorado da Caixa Econômica Federal. Funaro disse ainda que a propina foi paga a ele por meio de emissão de notas fiscais frias e que, em seguida, teria repassado o dinheiro para Cunha, "que ficou responsável por distribuir o montante entre Henrique Alves e Michel Temer". (Com CampoGrandeNews)




Temer e Maia: clima desagradável na semana em que a CCJ vai analisar relatório sobre denúncia contra o presidente

Postado por Marco Eusébio , 16 Outubro 2017 às 09:00 - em: Principal

A semana em que a CCJ da Câmara vai analisar o relatório da segunda denúncia contra Michel Temer, começa com uma crise entre o peemedebista e o presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ) por causa da divulgação dos vídeos da delação de Lúcio Funaro provocou. No governo, conforme o Estadão de S.Paulo, a divulgação do material no site da Câmara foi visto como ação de Maia para tentar constranger o Palácio e mostrar descolamento. O episódio levou Maia a chamar de "incompetente" o advogado do presidente, Eduardo Carnelós, por ter criticado os "vazamentos criminosos". Ontem, Carnelós recuou e divulgou nova nota (leia aqui) dizendo não sabia que os vídeos estavam no site da Câmara e que "jamais" imputou a Rodrigo Maia "a prática de ilegalidade, muito menos crime".




Em nota, advogado se retrata dizendo que não sabia que vídeos de Funaro foram divulgados no site da Câmara

Postado por Marco Eusébio , 15 Outubro 2017 às 16:30 - em: Principal

Um dia depois de classificar como "criminoso vazamento" a divulgação dos vídeos da delação do doleiro Lúcio Funaro – que não foram vazados, pois estão publicados desde o dia 29 de setembro no site oficial da Câmara (veja aqui) – o advogado Eduardo Pizarro Carnelós, que representa Michel Temer, enviou nota à imprensa neste domingo dizendo que desconhecia que a Câmara havia divulgado os vídeos, conforme informou ontem a TV Globo, e frisando que jamais pretendeu imputar ao presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), "a prática de ilegalidade, muito menos crime". Carnelós, entretanto, reitera "que a divulgação daqueles vídeos pela imprensa causa prejuízos ao Presidente da República". "Não se pode admitir o uso da palavra do confesso criminoso para influenciar os membros da Câmara, que votarão na CCJC o muito bem fundamentado parecer do deputado Bonifácio de Andrada, cuja conclusão é pela rejeição à solicitação de autorização para processar o presidente Temer".
 
Leia a íntegra da nota enviada hoje ao Blog:
 
"NOTA DE ESCLARECIMENTO
 
Tendo em vista as especulações surgidas após a divulgação de minha nota ontem, esclareço que:
 
1. No dia 25 de setembro deste ano, requeremos ao Ministro Fachin acesso aos autos do inquérito 4327, bem  como a todos os anexos que o compõem, inclusive delação de Lúcio Funaro e os termos de declarações que a integram. S. Ex.ª deferiu nosso pedido, mas limitou o acesso à delação à parte dela que dissesse respeito ao Presidente da República.
 
2. Quando divulguei nota ontem, referindo-me a vazamento que qualifiquei como criminoso, eu desconhecia que os vídeos com os depoimentos de Funaro estavam disponíveis na página da Câmara dos Deputados. Aliás, considerando os termos da decisão do Ministro Fachin, eu não poderia supor que os vídeos tivessem sido tornados públicos. Somente fiquei sabendo disso por meio de matéria televisiva levada ao ar ontem.
 
3. Jamais pretendi imputar ao Presidente da Câmara dos Deputados a prática de ilegalidade, muito menos crime, e hoje constatei que o ofício encaminhado a S. Ex.ª pela Presidente do STF, com cópia da denúncia e dos anexos que a acompanham, indicou serem sigilosos apenas autos de um dos anexos, sem se referir aos depoimentos do delator, que também deveriam ser tratados como sigilosos, segundo o entendimento do Ministro Fachin, em consonância com o que tem decidido o Supremo Tribunal.
 
4. Reitero que a divulgação daqueles vídeos pela imprensa causa prejuízos ao Presidente da República. Não se pode admitir o uso da palavra do confesso criminoso para influenciar os membros da Câmara, que votarão na CCJC o muito bem fundamentado parecer do deputado Bonifácio de Andrada, cuja conclusão é pela rejeição à solicitação de autorização para processar o presidente Temer.
 
Eduardo Pizarro Carnelós"



Vídeos da delação do doleiro Lúcio Funaro não foram vazados: estão divulgados no site da Câmara dos Deputados

Postado por Marco Eusébio , 15 Outubro 2017 às 16:15 - em: Principal

Um dia depois de classificar como "criminoso vazamento" a divulgação dos vídeos da delação do doleiro Lúcio Funaro – que não foram vazados, pois estão publicados desde o dia 29 de setembro no site oficial da Câmara (veja aqui) – o advogado Eduardo Pizarro Carnelós, que representa Michel Temer, enviou nota à imprensa neste domingo dizendo que desconhecia que a Câmara havia divulgado os vídeos, conforme informou ontem a TV Globo, e frisando que jamais pretendeu imputar ao presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), "a prática de ilegalidade, muito menos crime". Carnelós, entretanto, reitera "que a divulgação daqueles vídeos pela imprensa causa prejuízos ao Presidente da República". "Não se pode admitir o uso da palavra do confesso criminoso para influenciar os membros da Câmara, que votarão na CCJC o muito bem fundamentado parecer do deputado Bonifácio de Andrada, cuja conclusão é pela rejeição à solicitação de autorização para processar o presidente Temer".
 
Leia a íntegra da nota enviada hoje ao Blog:
 
"NOTA DE ESCLARECIMENTO
 
Tendo em vista as especulações surgidas após a divulgação de minha nota ontem, esclareço que:
 
1. No dia 25 de setembro deste ano, requeremos ao Ministro Fachin acesso aos autos do inquérito 4327, bem  como a todos os anexos que o compõem, inclusive delação de Lúcio Funaro e os termos de declarações que a integram. S. Ex.ª deferiu nosso pedido, mas limitou o acesso à delação à parte dela que dissesse respeito ao Presidente da República.
 
2. Quando divulguei nota ontem, referindo-me a vazamento que qualifiquei como criminoso, eu desconhecia que os vídeos com os depoimentos de Funaro estavam disponíveis na página da Câmara dos Deputados. Aliás, considerando os termos da decisão do Ministro Fachin, eu não poderia supor que os vídeos tivessem sido tornados públicos. Somente fiquei sabendo disso por meio de matéria televisiva levada ao ar ontem.
 
3. Jamais pretendi imputar ao Presidente da Câmara dos Deputados a prática de ilegalidade, muito menos crime, e hoje constatei que o ofício encaminhado a S. Ex.ª pela Presidente do STF, com cópia da denúncia e dos anexos que a acompanham, indicou serem sigilosos apenas autos de um dos anexos, sem se referir aos depoimentos do delator, que também deveriam ser tratados como sigilosos, segundo o entendimento do Ministro Fachin, em consonância com o que tem decidido o Supremo Tribunal.
 
4. Reitero que a divulgação daqueles vídeos pela imprensa causa prejuízos ao Presidente da República. Não se pode admitir o uso da palavra do confesso criminoso para influenciar os membros da Câmara, que votarão na CCJC o muito bem fundamentado parecer do deputado Bonifácio de Andrada, cuja conclusão é pela rejeição à solicitação de autorização para processar o presidente Temer.
 
Eduardo Pizarro Carnelós"



Lúcio Bolonha Funaro, hoje famoso como delator, fez questão de marcar sua presença 'vip' em Três Lagoas

Postado por Marco Eusébio , 14 Setembro 2017 às 13:15 - em: Principal

Com a volta do doleiro ao noticiário, um episódio envolvendo Lúcio Funaro em MS que lembra a ostentação de alguns personagens dos esquemas corrupção no País foi lembrado nesta semana por alguns políticos do estado. 
 
Foi no fim de 2012, época em que quadrilheiros eram bajulados como empreendores de sucesso, durante a inauguração da fábrica de celulose Eldorado em Três Lagoas construída com dinheiro do BNDES pelos irmãos Batista. 
 
Eram tantos aviões com convidados especiais para o evento com apresentação especial do tenor italiano Andréa Bocelli, que a Força Aérea teve de reforçar o monitoramento do tráfego aéreo na região. 
 
Foi em meio a esse congestionamento de aeronaves que, ao deixar o evento, antes de embarcar em seu jato Legacy um convidado começou a gritar de dedo em riste: 
 
– "Tirem esse teco-teco da frente!"... 
 
O tal "teco-teco" citado pelo arrogante Funaro era um Cessna que havia levado executivos do Bradesco para a inauguração.



Cunha é um dos principais alvos da operação baseada em denúncias feitas por Delcídio

Postado por Marco Eusébio , 08 Junho 2017 às 11:00 - em: Principal

Com base em inquérito oriundo de delação do ex-senador Delcídio Amaral (MS) na Lava Jato, policiais civis da Delegacia Fazendária (Delfaz) do Rio de Janeiro deflagraram na manhã de hoje a "Operação Barão Gatuno" contra envolvidos em crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no estado do Rio. Em depoimentos, Delcídio falou sobre a ligação da atual diretoria de Furnas com o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e a relação do ex-deputado com o operador financeiro Lúcio Funaro. 
 
Cunha foi responsável por alterar a legislação do setor energético em 2007 e 2008 para beneficiar seus interesses e de Funaro, com a relatoria de medidas provisórias (396/2007 e 450/2008) que favoreceram a empresa Serra da Carioca II, na época em que um indicado do deputado carioca ocupava a presidência da subsidiária. "A atuação de Cunha teria permitido que Furnas comprasse, em 2008, as ações da Serra da Carioca II, que era sócia da estatal, em um consórcio para construção da Usina Hidrelétrica Serra do Facão, em Goiás. Em auditoria, a Controladoria Geral da União apurou vantagens para a empresa que não eram usualmente verificadas em negociações do mercado privado", diz o Estadão de S.Paulo.
 
Embora seja um desdobramento da Lava Jato, A investigação foi remetida para o primeira instância estadual do Rio, porque Cunha e outros suspeitos não têm prerrogativa de foro.