Campo Grande, Terça-Feira , 25 de Julho - 2017


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Susto desnecessário de Roberto Freire: Fachin não autorizou inquérito

Postado por Marco Eusébio , 14 Abril 2017 às 15:00 - em: Principal

"Com picos de pressão, Roberto Freire passou mal quando soube que estava na lista. No caso do ministro, porém, Edson Fachin não aceitou o pedido de abertura de inquérito", reporta o Gabriel Mascarenhas no blog Radar da Veja.
 



Paulinho da Força, Aécio, Alckmin e Aloysio Nunes; e Blairo: 'protestantes' na lista
Pelo menos treze políticos da lista de propinas da Odebrecht que viraram alvo de inquéritos autorizados pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, andaram discursando contra a corrupção nos últimos dois anos durante protestos de rua que serviram como pano de fundo para a defesa do impeachment da então presidente Dilma, que, como Lula, é acusada pelos ex-diretores da empreiteira de ter conhecimento das milionárias doações para suas campanhas e a de aliados, lembra o UOL. Os treze da história de "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço" lembrados pelo site, são: 
 
Senador Romero Jucá (RR), presidente nacional do PMDB.
Senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB.
Governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP)
Senador José Serra (PSDB-SP)
Senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), atual ministro do Itamaraty
Senador Antonio Anastasia (PSDB-MG)
Senador Blairo Maggi (PP-MT), atual ministro da Agropecuária
Senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PE)
Deputado federal Paulinho da Força (SD-SP)
Deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA)
Deputado federal Jutahy Júnior (PSDB-BA)
Deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara
Deputado federal Bruno Araújo (PSDB-PE), atual ministro das Cidades
 



FHC, Lula e Temer querem 'salvar' PSDB, PT e PMDB no naufrágio em 2018 diz Folha

Postado por Marco Eusébio , 13 Abril 2017 às 19:00 - em: Principal

Emissários do presidente Michel Temer (PMDB) e dos ex-presidentes Lula (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB) estariam negociando um "pacto" para garantir a sobrevivência política dos três partidos nas eleições de 2018. O acordo começou a ser costurado em novembro. O grupo avalia que a Lava Jato quer eliminar a classe política e "abrir espaço para um novo projeto de poder, capitaneado por aqueles que comandam a investigação". Os principais emissários nessas conversas seriam o ministro Gilmar Mendes (STF) e o ex-integrante da Corte, Nelson Jobim, que já almoçou com Temer e FHC e marcou encontro com Lula para breve. Temer, Lula e FHC foram citados nas delações da Odebrecht por recebimento de recursos ilegais. Os três acreditam que eleições conturbadas no ano que vem podem favorecer candidatos "aventureiros". O acordo incluiria manter Temer no poder até o fim de 2018 e a participação de Lula nas eleições. As informações são da Folha de S.Paulo.



Antonio Palocci e Vaccari Neto: sob vigilância dos companheiros

Postado por Marco Eusébio , 13 Abril 2017 às 13:15 - em: Principal

Da Andréia Sadi em blog no G1:
 
"Após a divulgação da lista de Fachin, a cúpula do PT vai reforçar o monitoramento de aliados que estão presos – e são potenciais delatores – como Antonio Palocci e Vaccari Neto. O partido teme que, com o avanço das investigações da Lava Jato, o ex-ministro e o ex-tesoureiro fechem uma delação premiada.
 
Vaccari e Palocci estão presos. Como poucos petistas, conhecem o funcionamento interno do partido e também podem confirmar – e reforçar – os relatos dos delatores da Odebrecht sobre como funcionava o esquema financeiro do PT com empresas e também das campanhas dos ex-presidentes Lula e Dilma.
 
Petistas querem convencer o ex-tesoureiro do partido a não colaborar, argumentando que os partidos da base e da oposição trabalham no Congresso para aprovar um 'acordão' para descriminalizar o caixa dois.
 
Na semana passada, antes da lista de Fachin, um dirigente partidário visitou Dirceu e Vaccari e relatou à cúpula do partido que sentiu a situação 'sob controle'."
 
Leia aqui a íntegra no G1.
 



Zeca e Delcídio durante campanha nos tempos de aliados
Depois de tomar conhecimento do teor da denúncia que levou seu nome a entrar na lista de Fachin (leia abaixo), o deputado federal Zeca do PT enviou ao Blog há pouco, via WhatsApp, nova nota sobre o assunto hoje.
 
Leia a íntegra:
            
"Tomei conhecimento agora há pouco do inteiro teor da denúncia contra minha pessoa acatada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
                        
Diz a denúncia que o delator do Grupo Odebrecht se refere a um pagamento de R$ 400 mil para minha campanha a Governador em 2006. Em seguida diz o mesmo delator, que tendo ocorrido minha desistência da candidatura naquela eleição, o referido valor foi repassado ao Senador Delcídio, candidato do PT ao Governo, com o qual mantinha detalhadas reuniões, segundo o mesmo delator.        
               
Ocorre aí um erro enorme. Fui eleito governador em 1998 e reeleito em 2002. Portanto em 2006 estava impedido de ser candidato a governador e não disputei nenhum cargo naquela eleição.
                        
Apoiei o nosso candidato, mas não tive nenhuma outra responsabilidade, seja de captação, seja de prestação de contas junto a Justiça Eleitoral. Esperando ter esclarecido a opinião pública, peço reparação da injustiça cometida nesta denúncia.
 
Deputado Federal Zeca do PT"