Campo Grande, Sexta-Feira , 20 de Outubro - 2017


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Lídio não foi ao evento de Bolsonaro porque tinha evento alusivo ao Dia do Advogado na Assembleia, onde condecorou Mochi

Postado por Marco Eusébio , 11 Agosto 2017 às 18:30 - em: Principal

A exigência de Jair Bolsonaro para que o PEN desista da ação no Supremo contra a prisão de condenados em segunda instância, o que na opinião dele pode "acabar com a Lava Jato", para que ele ingresse no partido que está trocando o nome para Patriota, tem aval do presidente estadual da sigla em Mato Grosso do Sul. Indagado, o deputado estadual Lídio Lopes disse ao Blog: 
 
– "Na verdade, foi o advogado do Zé Dirceu (Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay) que entrou com a ação porque o PEN não tinha mancha. Então, acho que ele está certo, porque se manter a ação, mata o discurso dele".
 
Embora todos os presidentes regionais da sigla tenham sido convidados para o ato que marcaria ontem o ingresso de Bolsonaro na sigla (leia aqui), Lídio Lopes não foi ao Rio de Janeiro porque tinha compromisso em Campo Grande: a entrega da Medalha do Mérito Advocatício, proposta por ele e realizada pela Assembleia na noite anterior, véspera deste Dia do Advogado. Na ocasião, Lídio entregou a medalha ao seu colega presidente da Casa, deputado Júnior Mochi (PMDB), que é advogado.



Na enquete sobre nome do PEN, Lídio Lopes diz preferir o nome atual, mas considera Patriota 'simpático'

Postado por Marco Eusébio , 02 Agosto 2017 às 17:45 - em: Principal

Indagado sobre a Enquete que seu partido lançou no Facebook (acesse aqui) para mudar ou não de nome com a chegada de Jair Bolsonaro à sigla, o presidente estadual do PEN de Mato Grosso do Sul, deputado Lídio Lopes, respondeu ao Blog:
 
– "Eu, na verdade, prefiro que seja mantido PEN. Porém, se for mudar o nome, Patriota é bem simpático."



Jair Bolsonaro e Adilson Barroso fazem com as mãos o número 51 do PEN, que deve mudar de nome

Postado por Marco Eusébio , 31 Julho 2017 às 12:00 - em: Principal

 
O presidente do PEN disse que o deputado já chega como pré-candidato ao cargo de presidente. "A candidatura já era nata. A gente até precisa de uma candidatura assim. Para mim o que surpreendeu é que ele não exigiu muita coisa o que exigiu, na verdade pediu, foi que tivesse a possibilidade ser candidato presidente". Barbosa afirmou que Bolsonaro escolheu a legenda por ser uma das poucas não envolvidas na Operação Lava Jato. "Participamos de duas eleições, em 2014 elegendo 17 deputados e um suplente e, em 2016 fizemos três vezes mais que a Rede de Marina Silva: 524 vereadores 14 prefeitos mais de 30 vices", comemora. 
 
Ao jornal O Estado de S.Paulo, Bolsonaro disse que o ingresso no PEN está 99% acertado. "É um noivado nota 10. Estamos, inclusive, estudando a mudança do nome do partido. Em poucos dias devemos selar esse casamento", declarou o presidenciável, que no fim de semana até já posou no fim de semana para fotos ao lado d e Adilson Barbosa, como a acima em que ambos aparecem fazendo o número 51 da sigla com as mãos. Em MS, o presidente estadual do PEN, Lídio Lopes, já declarou que o ingresso de Bolsonaro pode dar "força" ao partido (leia aqui).



Bolsonaro é um nome de expressão que pode dar força ao partido, diz presidente estadual do PEN em MS Lídio Lopes

Postado por Marco Eusébio , 22 Julho 2017 às 12:30 - em: Principal




Pedro Kemp propõe projeto educativo em lugar da Lei Harfouche que pune infratores proposta por Lídio

Postado por Marco Eusébio , 18 Junho 2017 às 09:30 - em: Principal

Contrário à chamada "Lei Harfouche", projeto do deputado Lídio Lopes (PP) que prevê punição a alunos infratores em escolas de MS, o deputado Pedro Kemp (PT) propôs projeto alternativo, sem caráter punitivo que visa coibir a violência escolar de forma educativa (leia aqui) - proposta rejeitada por Lídio. Você apoia qual das iniciativas? Opine (conectado ao Facebook) à direita na nova Enquete da Semana do Blog!




Lídio Lopes vê proposta de Kemp ineficaz 'sem punições' e classifica iniciativa do petista como 'revanchismo'

Postado por Marco Eusébio , 16 Junho 2017 às 13:30 - em: Principal

Autor da "Lei Harfouche" que prevê punições a alunos infratores nas escolas da rede estadual de MS, o deputado Lídio Lopes (PEN) classificou como "revanchismo" a ideia do deputado Pedro Kemp (PT) de substituir sua proposta com um projeto alternativo (leia aqui) e disse que não haverá acordo com o petista. Para Lídio, sem punição como propõe Kemp, a lei não surtirá efeito na prática como espera a sociedade.

Ao site Campo Grande News, Lopes disse que isso "é chover no molhado, já que a proposta é baseada no programa da Justiça Restaurativa, que não surtiu efeitos que se precisa nas escolas". "Se trata mais de um revanchismo à Lei Harfouche", acrescentou, prometendo lutar para que a Lei Harfouche volte ao plenário e seja aprovada na Assembleia.

A proposta original está sendo alterada. Deve incluir escolas particulares e retirar o nome de Sérgio Harfouche da lei. Assim como Lídio, o promotor de justiça da Infância e da Adolesência é pastor evangélico, o que, além das punições, seria um dos principais motivos da resistência de petistas.




Kemp e Harfouche contemporizam após tumulto na Assembleia; embora divergentes vão buscar o diálogo
Depois de gerar polêmica e até bate-boca na Assembleia, o projeto que prevê penalidades para aluno que cometer atos de vandalismo e indisciplina nas escolas da rede pública estadual de Mato Grosso do Sul, a chamada "Lei Harfouche", deve mudar de nome. Um grupo de oito deputados, incluindo o autor da proposta Lídio Lopes (PEN), apresentou hoje uma emenda que retira do título do projeto o sobrenome do promotor de Justiça da Infância e Juventude, Sérgio Harfouche, em cujas ações já aplicadas em escolas de Campo Grande a matéria foi inspirada. Sem a personalização, os deputados acreditam que poderão reduzir resistências e facilitar a aceitação da proposta.
 
Já aprovado em primeiro turno embora rejeitado pela bancada petista, o projeto teve sua segunda votação suspensa hoje após confusão no plenário da Assembleia envolvendo um grupo de defensores da lei e o deputado Pedro Kemp (PT) que teve o discurso interrompido por vaias e foi chamado por um manifestante de "cristofóbico", por ser contrário a proposta, provavelmente em alusão ao fato de o promotor Harfouche e o deputado Lídio, autor do projeto, serem pastores evangélicos. Depois, Kemp e Harfouche conversaram. E embora tenham opiniões divergentes, resolveram marcar uma reunião para aparar arestas, minimizar excessos e buscar um consenso em torno da proposta.
 
 
O assunto repercute nas redes sociais. Embora existam opiniões contrárias, a maioria lembra que liberdade exige responsabilidade, e que embora direitos inviduais devam ser respeitados, deveres também devem ser cumpridos para, justamente, preservar o direito das outras pessoas e da coletividade em geral.
 
Ao comentar a proposta no Facebook. o arquiteto Fayez José Rizk, de Campo Grande, disse entender que a matéria "é acertada", embora tenha "falhas, que podem ser corrigidas". O arquiteto citou que o Colégio Militar é considerado o melhor da cidade nas avaliações do MEC e questionou: "Porque os professores são melhores? Duvido que sejam melhores que os professores da rede pública ou privada! Porque a base dessa instituição é a DISCIPLINA!".



Assessora exercia atividades na Assembleia de Deus em Três Lagoas, diz MP
O juiz Alexandre Ito, da 1ª Vara dos Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande, determinou o bloqueio dos bens do deputado estadual Lídio Lopes (PEN) e da assessora Sheila Lins de Albuquerque, até R$ 88 mil. A decisão atende pedido do coordenador do Grupo Especial de Combate a Corrupção (Gaeco), o promotor Marcos Alex Vera de Oliveira, em uma ação de improbidade em que o deputado é suspeito de fraudar a lista de frequência da servidora que foi nomeada em março de 2013, com salário de R$ 1,7 mil para trabalhar em seu gabinete na Assembleia, na Capital. Porém, ela morava em Três Lagoas e exercia atividades na igreja Assembleia de Deus. A irregularidade mais grave, conforme o Ministério Público, é que Sheila fez várias viagens internacionais no período em que devia estar trabalhando como mostram fotos postadas por ela nas redes sociais, anexadas na ação. Lídio Lopes nega irregularidades e disse que já recorreu ao Tribunal de Justiça. (Com TV Morena)