Campo Grande, Quarta-Feira , 22 de Novembro - 2017


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Posts com a tag: justica-federal

Mansão no condomínio Portobello, em Magaratiba, e a lancha Manhattan Rio, entre os bens de Cabral que serão leiloados

Postado por Marco Eusébio , 06 Setembro 2017 às 16:00 - em: Principal


Para procurador não há provas de que Lula tenha convocado reunião para barrar Lava Jato, conforme disse Delcídio

Postado por Marco Eusébio , 11 Julho 2017 às 17:00 - em: Principal

O Ministério Público Federal (MPF) pediu hoje (11) à Justiça que seja arquivada a investigação interna para apurar suposta tentativa do ex-presidente Lula de obstruir a Lava Jato, aberta com base na delação premiada do ex-senador Delcídio do Amaral. No pedido, o procurador Ivan Marx sustenta que não há provas da "existência de real tentativa de embaraço às investigações". Para Marx, Delcídio usou o nome de Lula para fechar acordo de delação com a Procuradoria-Geral da República (PGR). O sul-mato-grossense disse que teria participado de uma reunião convocada por Lula, em 2015, com os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Edison Lobão (PMDB-MA), para traçar estratégias para barrar as investigações da Lava Jato. Para o procurador, não foram encontradas provas da suposta reunião, mesmo após a oitiva dos senadores que teriam participado dela. O arquivamento ou não do inquérito será decidido pelo juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília.




Com a prisão do 'Cabeça Branca' neste fim de semana, o 'PCC ganha muito' diz o juiz federal Odilon de Oliveira

Postado por Marco Eusébio , 03 Julho 2017 às 10:15 - em: Principal

"O PCC ganha muito com a prisão de Luiz Carlos da Rocha, vulgo Cabeça Branca. Já estava dominando o espaço deixado por Jorge Rafaat Toumani. Agora, com certeza, a facção vai expandir seu domínio. É um fenômeno comparado à física quântica. Quando um corpo deixa seu espaço, outro o ocupa, imediatamente. É lamentável, mas o Brasil exporta traficantes para o Paraguai como exporta jogadores para outros países", disse ao Blog o juiz Odilon de Oliveira, titular da 3ª Vara da Justiça Federal em Campo Grande, ao comentar a prisão do chamado "Barão do Tráfico" preso no sábado em Sorriso (MT) onde vivia como agropecuarista, na Operação Spectrum da Polícia Federal. Desde o fim da década de 90 Rocha, considerado pela PF como o maior traficante da América do Sul, já era procurado por mandados expedidos por Odilon, que o condenou a 34 anos de prisão, e que era um dos que ameaçavam mandar matar o juiz.




Sede do Instituto Lula em São Paulo: atividades liberadas por desembargador do TRF1

Postado por Marco Eusébio , 17 Maio 2017 às 09:00 - em: Principal

O desembargador Néviton Guedes, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), determinou a volta imediata das atividades do Instituto Lula em liminar expedida na noite anterior, o magistrado afirmou que não havia necessidade de se impedir o instituto de funcionar, ainda que a medida tenha sido implementada pela primeira instância como alternativa à prisão processual. A suspensão das atividades da entidade foi determinada no dia 9 pelo juiz federal Ricardo Soares Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília que, também em liminar, afirmou que o Instituto Lula "pode ter sido instrumento, ou pelo menos local", de encontro para cometimento de "vários ilícitos criminais".

A decisão da suspensão foi tomada na ação penal sobre suposto crime de obstrução no caso em que o ex-senador Delcídio do Amaral (MS) aparece numa gravação oferecendo dinheiro ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa para não ser mencionado em sua delação premiada. Delcídio disse, em sua delação, que agiu a mando do ex-presidente Lula. Para o desembargador Néviton, entretanto, não há qualquer fato novo nem relação entre o objeto da ação e a suspensão das atividades do Instituto Lula, que nem é parte no processo. (Com ConJur)




André Cance, acompanhado de advogado, ao deixar o centro de triagem do Presídio de Campo Grande

Postado por Marco Eusébio , 16 Maio 2017 às 17:44 - em: Principal

André Cance, que foi ex-secretário-adjunto de Fazenda do governo de André Puccinelli e preso na semana passada na quarta fase da Operação Lama Asfáltica, da Polícia Federal, foi solto na tarde de hoje em Campo Grande. O habeas corpus foi concedido pelo desembargador Paulo Fontes, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, sediado em SP com jurisdição em MS, a pedido do advogado José Wanderley. Advogados do dono da Gráfica Alvorada, Mirched Jafar Júnior, outro preso na operação, também pediram alvará de soltura e aguardam decisão do TRF3.




André e o advogado Renê Siufi, atrás dele, na sede da Polícia Federal na semana passada

Postado por Marco Eusébio , 15 Maio 2017 às 18:30 - em: Principal

Foi prorrogado por mais cinco dias úteis o prazo que iria vencer nesta noite para que André Puccinelli (PMDB) pague R$ 1 milhão de fiança, estipulada pela juíza substituta da 3ª Vara Federal de Campo Grande, Monique Marchioli Leite. A decisão é do juiz Fábio Luparelli, da mesma Vara. Com isso, o ex-governador de Mato Grosso do Sul, que está monitorado com tornozeleira eletrônica, tem até a segunda-feira da semana que vem pagar a quantia e evitar a prisão. Em outro pedido feito à Justiça, advogado do peemedebista, Renê Siufi, disse há pouco aqui ao Blog que solicitou que a Justiça use o valor exigido para pagar a fiança dos bens de André que estão bloqueados desde o ano passado por decisão da mesma juíza.



Imagem de nota postada pelo Sindipol-DF no Facebook
O Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal defendeu nesta semana em sua página no Facebook que o juiz federal Olidon de Oliveira, de Campo Grande, possa continuar tendo escolta da Polícia Federal mesmo depois de se aposentar do cargo. Ameaças de morte fazem Odilon adiar a decisão da aposentadoria para não ficar sem segurança.
 
"Responsável pela prisão de mais de 400 traficantes, apreensão de 282 imóveis do crime, 761 veículos e 27 aeronaves; o juiz federal Odilon corre o risco de perder a proteção policial que o acompanha há 18 anos porque a legislação brasileira não prevê escolta para casos de aposentadoria", diz a nota. 
 
"Odilon foi alvo de centenas de ameaças de morte, entre elas do Primeiro Comando da Capital (PCC) que ofereceu R$ 1,5 milhão pela sua morte e a facção carioca Comando Vermelho (CV) que ofertou R$ 2,5 milhões pelo crime. O SINDIPOL/DF reconhece a importância de seu trabalho e se posiciona a favor da manutenção da escolta. Deixar Odilon desprotegido seria um desrespeito e conivência com o crime organizado", acrescenta o sindicato.