Campo Grande, Domingo , 21 de Janeiro - 2018


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Trad recebeu 'economia' de R$ 5,2 milhões de Rocha; resta ao contribuinte refletir se teve retorno ao gastar R$ 62 milhões com os vereadores

Postado por Marco Eusébio , 30 Dezembro 2017 às 09:00 - em: Principal


Prédio que abrigava agência do Banco do Brasil foi alugado por R$ 7,1 mil pela direção da Câmara, que passará por reforma

Postado por Marco Eusébio , 26 Dezembro 2017 às 19:00 - em: Principal

Sob alegação de que a sede da Câmara de Campo Grande passará por reforma em 2018 que deve durar de seis oito meses e necessita de um local para abrigar gabinetes de vereadores, a direção da Casa alugou por R$ 7,1 mil mensais, por um ano, o prédio vizinho, onde funcionava uma agência do Banco do Brasil, à Avenida Ricardo Brandão. A reforma orçada em R$ 3,1 milhões será executada pela Age Comercial, que venceu a licitação, informa a repórter Mayara Bueno no site Campo Grande News. A sede da Câmara já foi alvo de briga na Justiça devido à alugueis atrasados, mas a atual direção alega que o prédio teria sido comprado da Haddad Engenharia, O valor da compra não foi informado e até agora não conseguimos falar com o advogado da empresa construiu o prédio para informar detalhes dessa transação.




Verba indenizatória para vereadores de Campo Grande dobrou de R$ 8,4 mil para R$ 16,8 mil neste ano

Postado por Marco Eusébio , 22 Junho 2017 às 12:30 - em: Principal

O juiz David de Oliveira Gomes Filho, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande, suspendeu atos da Câmara que dobraram de R$ 8,4 mil para R$ 16,8 mil o valor das verbas indenizatórias pagas a cada um dos 29 vereadores da Capital, autorizados no início do ano pelo presidente do Legislativo, João Rocha (PSDB), e pelo primeiro-secretário, Carlos Augusto Borges, o Carlão (PSD). Além do salário de R$ 15 mil, cada vereador tem direito a gastar essa verba para gastos com combustível, material de consumo, assinaturas de TV a cabo, jornais, revistas etc., e ser reembolsado com o dinheiro público. Conforme o MP estadual, que entrou com a ação, o valor "ultrapassa aquilo que se enquadra como verbas indenizatórias" porque os próprios vereadores podem escolher fornecedores e serviços que ser contratados pela Câmara por meio de concorrência pública.




João Rocha (ao centro) presidindo a sessão que aprovou o projeto em segunda votação em maio de 2016

Postado por Marco Eusébio , 27 Maio 2017 às 09:15 - em: Principal

Vinte e quatro vereadores e ex-vereadores de Campo Grande terão de pagar, cada um, 20 mil unidades fiscais de referência (Ufirs), equivalentes hoje a R$ 21.282,00 de multa por terem aprovado no ano passado lei municipal que suspendeu por seis meses a cobrança da taxa de iluminação pública na cidade, a chamada Cosip. A decisão, a pedido do Ministério Público, é do juiz eleitoral José Henrique Neiva de Carvalho e Silva, que entendeu que os vereadores concederam a isenção fiscal em ano eleitoral para tentar atrair a simpatia dos eleitores, o que é proibido por lei federal. Na época, o então prefeito Alcides Bernal (PP) vetou a suspensão, mas a Câmara derrubou o veto e prumulgou a lei em 25 de julho.
 
Os condenados são João Rocha, Lívio Viana, Flavio César, José Chadid e Magali Picarelli (todos do PSDB), Edson Shimabukuro, Waldecy Chocolate, Edil Albuquerque e Francisco Saci (todos do PTB), Vanderlei Cabeludo, Carla Stephanini e Paulo Siufi (do PMDB), Gilmar Neri e Roberto Santana, o Betinho (do PRB), Chiquinho Telles, Ademar Coringa (do PSD), Ayrton de Araújo e Marcos Alex (do PT), José Eduardo Cury (SD), Jamal Salem (PR), Carlos Augusto Borges, o Carlão (PSB), Eduardo Romero (Rede), Airton Saraiva (DEM) e Herculano Borges (SD).
 
João Rocha, que presidia a Câmara no ano passado e segue no cargo, afirmou ao site Campo Grande News que a Casa "vai adotar todos os recursos jurídicos das quais dispõe". "Nós acreditamos que nossa decisão foi correta, com bases legais e nós vamos recorrer", disse o tucano.