Campo Grande, Quarta-Feira , 22 de Novembro - 2017


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Posts com a tag: imposto-sindical

Acostumada a liderar greves, CUT agora experimenta em prato caseiro o gosto amargo de sua tática

Postado por Marco Eusébio , 18 Novembro 2017 às 14:15 - em: Principal

Visando enxugar quase 60% sua folha de pagamento que inclui 178 empregados, a CUT iniciou na terça-feira um Programa de Demissão Incentivada (PDI)  se diz "asfixiada pelo governo Michel Temer, que, com a reforma trabalhista, acabou com a obrigatoriedade do imposto sindical", diz a Folha de S.Paulo. Embora a direção alegue ter consultado os funcionários sobre critérios de demissão, a iniciativa não agradou: empregados da entidade que costuma encabeçar as principais greves do País ameaçam entrar em greve, informa o jornal.




Pressionado pelo presidente da Câmara, Michel Temer desistiu de incluir contribuição para sindicatos em MP

Postado por Marco Eusébio , 07 Novembro 2017 às 11:00 - em: Principal

Após pressão do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que é contra a medida, Michel Temer não vai propor por meio de medida provisória (MP) alternativas de custeio para sindicatos que deixarão de receber o imposto sindical a partir da próxima semana, com a entrada em vigor da reforma trabalhista no sábado. A proposta que deve ser enviada até sexta-feira ao Congresso não incluirá a contribuição assistencial, defendida pelas centrais sindicais para amenizar o impacto no caixa dos sindicatos. Temer deve fazer a proposta no futuro, em projeto de lei, o que tornaria grande a possibilidade de ser barrada pelos deputados. As centrais negociam com parlamentares incluir na proposta que será publicada na sexta pelo menos uma regra de transição para o fim do imposto, em um período de seis anos, com três anos de carência, mantendo a cobrança até 2020. Nos três anos seguintes, o tributo seria reduzido gradualmente. (Com informações da Folha de S.Paulo)



Quem gostou do fim da contribuição sindical com a reforma trabalhista de Temer deve ir preparando os bolsos

Postado por Marco Eusébio , 08 Agosto 2017 às 11:45 - em: Principal

A reforma trabalhista vai entrar em vigor em novembro e o trabalhador deixará de ser obrigado a pagar 4,5% de um salário por ano para a contribuição sindical. Mas pode ser obrigado a pagar mais aos sindicatos. O índice da nova "contribuição por negociação coletiva" que o governo de Michel Temer cogita criar por Medida Provisória deve ser decidida em assembleia pelos sindicatos, diz a manchete de hoje do jornal O Globo. A União Geral dos Trabalhadores (UGT) e a Força Sindical defendem de 6% a 13% de um salário mensal por ano, ideia apoiada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), informa o jornal. Juntas, essas centrais representam 51,8% dos sindicalizados.



O sindicalista José Lucas critica reforma extinguir contribuição sindical e manter repasse ao sistema S

Postado por Marco Eusébio , 15 Maio 2017 às 16:45 - em: Principal

Sindicalistas de Mato Grosso do Sul querem o fim da contribuição do "Sistema S" (que inclui Sesi, Sesc, Senai, Senac e Sebrae) que recebem cerca de R$ 30 bilhões anuais do Orçamento da União. "Desse total, R$ 22 bilhões vêm de contribuições sociais que representam 3,1% da folha de pagamento do trabalhador", diz José Lucas da Silva, presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB/MS) e da Feintramag MS-MT. O Comitê Estadual Contra as Reformas Previdenciária e Trabalhista critica o fato de a Câmara dos Deputados ter aprovado a reforma trabalhista acabando com a contribuição sindical obrigatória, mas preservando as contribuições ao "Sistema S".
 
O sindicalista criticou o presidente da Fiems, Sérgio Longen, que defende a reforma trabalhista para enfraquecer os sindicatos. "Muito confortável para o senhor Sérgio Longen lutar contra os sindicatos laborais e contra os interesses dos próprios trabalhadores enquanto desfruta de recursos recolhidos sobre a folha de pagamento desses mesmos trabalhadores nas empresas", disparou José Lucas. Nessa queda-de-braço, sindicalistas pretendem pressionar senadores de seus estados para que aprovem emenda do senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) para acabar com a rica contribuição às entidades empresariais na fase de votação da reforma trabalhista no Senado.