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Quadro intitulado 'Pedofilia' foi o principal alvo dos deputados Paulo Siufi, Coronel David e Herculano com o delegado Lauretto na foto

Postado por Marco Eusébio , 14 Setembro 2017 às 18:15 - em: Principal

Depois do caso da exposição cancelada pelo Santander Cultural em Porto Alegre (leia aqui), polêmica semelhante aconteceu hoje em Campo Grande. Depois de inflamados discursos na Assembleia Legislativa em repúdio à exposição Cadafalso, que apresenta telas com imagens eróticas da artista mineira Alessandra Cunha no Museu de Arte Contemporânea (Marco), os deputados estaduais Paulo Siufi (PMDB), Coronel David (PSC) e Herculano Borges (SD) se reuniram depois da sessão com o delegado titular da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), Paulo Sergio Lauretto, e registraram boletim de ocorrência acusando a mostra no museu da Fundação de Cultura de MS de fazer apologia ao crime e à pornografia dentre crianças a partir de 12 anos. 
 
Paulo Siufi diz que o B.O. teve por base o artigo 118 A do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que diz ser crime "praticar, na presença de alguém menor de 14 (catorze) anos, ou induzi-lo a presenciar, conjunção carnal ou outro ato libidinoso, a fim de satisfazer lascívia própria ou de outrem". Um dos quatros, intitulados pedofilia, que conforme a artista visa justamente chamar a atenção para combater esse tipo de crime, foi o principal alvo da ira dos deputados. "A Polícia Civil já foi ao museu e apreendeu a obra que diz respeito à pedofilia", disse o Coronel David ao Blog.



Mochi (ao centro) diz não à proibição da pesca de dourado e manda para arquivo projeto de Beto Pereira (em pé)

Projeto que visava proibir por oito anos a pesca de dourado nos rios de Mato Grosso do Sul didiviu os deputados estaduais, mas acabou arquivado hoje pela Assembleia Legislativa. Havia oito votos a favor e oito votos contra à proposta e o presidente da Casa, Júnior Mochi (PMDB), decidiu usar pela primeira vez sua prerrogativa de votar em caso de empate e rejeitou a proibição. Embora o tucano Beto Pereira, autor do projeto, alegasse risco de extinção da espécie, Mochi citou estudo da Embrapa e Imasul apresentado por Herculano Borges (SD) que nega um risco iminente de extinção e propõe, no máximo, um perído de suspensão da pesca do dourado, como já acontece no defeso anual da Piracema, época de reprodução dos peixes. Empresários do ramo hoteleiro e representantes de colônias de pescadores comemoraram a decisão, pois temiam queda no turistas já que o peixe considerado "brigador" contra o anzol, é uma das principais atrações do turismo de pesca no estado.




Mochi (ao centro) diz não à proibição da pesca de dourado e manda para arquivo projeto de Beto Pereira (em pé)

Postado por Marco Eusébio , 07 Junho 2017 às 14:20 - em: Papo de Arquibancada

Projeto que visava proibir por oito anos a pesca de dourado nos rios de Mato Grosso do Sul didiviu a opinião dos deputados estaduais e acabou arquivado hoje pela Assembleia Legislativa. Havia oito votos a favor e oito votos contrários à proposta e o presidente da Casa, Júnior Mochi (PMDB), decidiu usar sua prerrogativa de votar em caso de empate e foi contra a proposta. Embora o tucano Beto Pereira, autor do projeto, alegasse risco de extinção da espécie, Mochi citou estudo da Embrapa e Imasul apresentado por Herculano Borges (SD) que nega um risco iminente de extinção e propõe, no máximo, um perído de suspensão da pesca do dourado, como já acontece no defeso anual da Piracema, época de reprodução dos peixes. Empresários do ramo hoteleiro e representantes de colônias de pescadores comemoraram a decisão, pois temiam queda no turistas já que o dourado, "peixe brigador", é uma das principais atrações de pescadores ao estado.