Campo Grande, Terça-Feira , 16 de Janeiro - 2018


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Alckmin foi elogiado por Temesr que diz preferir Meirelles no governo e crê que Maia buscará manter o comando da Câmara

Postado por Marco Eusébio , 11 Janeiro 2018 às 08:00 - em: Principal

Ao falar sobre os pretensos candidatos a ter o apoio do Planalto à sua sucessão, Michel Temer elogiou o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP), disse que prefere Henrique Meirelles (PSD) continue sendo seu ministrto da Fazenda e afirmou que Rodrigo Maia (DEM-RJ) tende a buscar a reeleição à presidência da Câmara. As declarações feitas a Eliane Cantanhêde são o tema da manchete de hoje do jornal O Estado de S.Paulo. Para o presidente, o eleitor vai votar na "segurança e na serenidade" e vai "querer a continuidade, a manutenção do nosso programa de governo, que está recuperando a economia e a tranquilidade" nas eleições presidenciais deste ano.




Meirelles diz que crescimento de Lula e Bolsonaro tem limite e que eleitor aguarda candidato sem posições extremas

Postado por Marco Eusébio , 04 Dezembro 2017 às 17:00 - em: Principal

O Planalto terá candidato à sucessão de Michel Temer em 2018 e não será Geraldo Alckmin, por faltar "comprometimento claro" do PSDB com as reformas, diz o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em entrevista à Folha de S.Paulo. Filiado ao PSD, Meirelles não descarta ser ele o candidato, mas repete que só decidirá sobre isso no final de março de 2018. Para Meirelles, seu baixo percentual de até 2% nas pesquisas reflete o fato de ele não estar em campanha.
 
Para o ministro, quando o resultado de políticas como o teto de gastos e a reforma trabalhista ficar evidente para a população, haverá oportunidade um candidato "com credibilidade" mostrar que o crescimento econômico e a renda vêm desses projetos. Meirelles avalia que a polarização entre Lula e Bolsonaro tem um "teto de crescimento". "A grande maioria ainda aguarda um candidato que não tenha posições extremadas", afirmou.
 
O líder do PSDB na Câmara, deputado Ricardo Tripoli, reagiu dizendo à Folha que, na reforma trabalhista, seu partido deu ao governo mais votos do que o PSD de Meirelles. "Isso é porque ele é candidato e ele quer agora, obviamente, começar a campanha eleitoral. Começou muito mal. Não é por aí que ele vai conseguir convencer a população brasileira que o PSDB não tem ajudado o governo. Quero ver na hora de pegar os votos lá e conferir", afirmou.



Henrique Meirelles tinha 5% das intenções de voto em março e agora tem 2%, mas insiste em ser candidato

Postado por Marco Eusébio , 29 Novembro 2017 às 10:15 - em: Principal

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, resolveu buscar de forma mais incisiva o apoio de Michel Temer e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, à sua candidatura em 2018. Sua meta é se consolidar como o nome de uma pretendida aliança entre PMDB, DEM e partidos do Centrão. Meirelles estabeleceu piso de 5% nas pesquisas de intenção de voto em março como gatilho para se lançar na corrida. Hoje tem 2%, diz a Folha de S.Paulo.




Lula lidera em todos os cenários e Jair Bolsonaro segue em segundo lugar, conforme pesquisa Ibope

Henrique Meirelles depende de a economia começar a deslanchar até o início do ano para virar candidato

Postado por Marco Eusébio , 30 Agosto 2017 às 09:00 - em: Principal

Henrique Meirelles, embora não confesse, pretende disputar a sucessão de Michel Temer em 2018 e teria apoio de seu partido, o PSD. Mas sabe que só terá chances reais com uma melhora respeitável da economia a partir do início do ano que vem, disse à agência Reuters fonte próxima ao ministro. "Ele sabe que tudo depende da economia. Se tivermos resultados significativos ele é um forte candidato", disse a fonte cujo nome não foi revelado pela agência de notícias. "Como um Fernando Henrique foi para Itamar", acrescentou. Procurado pela Reuters, Meirelles disse que seu foco agora é só o trabalho no ministério.




Marun em entrevista a Mariana Godoy na Rede TV diz que de 80% dos citados, ganharia uma eleição indireta
Ao comentar em entrevista ao vivo ao programa da Mariana Godoy na Rede TV! sobre especulações de supostos nomes que poderão ser eleitos em pelo Congresso caso de Michel Temer deixe o cargo ou seja cassado pelo TSE, o deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) declarou:
 
– "De 80% daqueles que estão alí [sendo citados], eu ganho uma eleição indireta lá na Câmara".
 
Mariana cita nomes como Henrique Meirelles, Tasso Jereissati, Nelson Jobim... Marun repete, "eu ganho".
 
Indagado se também ganharia de Rodrigo Maia (DEM-RJ), o deputado contemporiza dizendo que o presidente da Câmara está tendo uma conduta coerente.
 
Por fim, Marun faz questão de frisar que não vai acontecer eleição, porque Temer continuará no cargo. Porém admite:
 
– "Mas aí é torcida!"
 
Veja o vídeo abaixo:
 




Meirelles, Jobim e Tasso Jereissati são citados. A Câmara quer eleger um deputado se Temer cair

Postado por Marco Eusébio , 26 Maio 2017 às 17:15 - em: Principal

Enquanto Michel Temer repete que não vai renunciar por causa das gravações da dupla Joesley & Wesley da JBS, e o PT e aliados pressionam por "diretas já" visando eleger Lula de novo, crescem as especulações de suposto acordo para que o presidente seja cassado no julgamento da chapa Dilma-Temer pelo TSE no início de junho e sobre nomes para comandar o Planalto com o compromisso de aprovar as reformas propostas pelo atual governo.

Entre os principais citados na imprensa nacional para ser eleitos como presidente e vice para um mandato tampão em votação indireta pelo Congresso, conforme prevê a Constituição em caso de vacância de titular e vice na segunda metade do mandato, estão o atual ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), o ex-ministro Nelson Jobim (PMDB) e até a presidente do Supremo Cármen Lúcia.

Nessa lista pode ser incluído, por fora mas com apoio, um deputado federal, já que a maioria na Câmara não admite um nome fora da casa se Temer vier a cair, divulga hoje o site da Veja:

"Os deputados torcem o nariz, inclusive, para senadores. Hoje, o 'outsider' que, se trabalhar muito, teria alguma chance de vencer uma eleição indireta é Henrique Meirelles. Atrás dele, vem Nelson Jobim, mas com bem menos fãs entre as excelências", diz Gabriel Mascarenhas no blog da Radar, da revista.