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Condenado a oito anos e quatro meses de prisão, Gilmar Olarte teve o recurso negado hoje pelo TJ-MS

Postado por Marco Eusébio , 13 Setembro 2017 às 15:40 - em: Principal

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS) manteve hoje a condenação do ex-prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte, a oito anos e quatro meses de prisão por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, decisão proferida pela Corte em maio deste ano. Por unanimidade, os desembargadores negaram recurso da defesa que alegava falta de provas suficientes e argumentava que o caso não seria da alçada do TJ-MS porque Olarte já havia renunciado ao cargo e perdido o foro privilegiado, quando julgado. O advogado Renê Siufi, que defende Olarte, diz que vai recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). O ex-prefeito e um ex-assessor, também condenados, foram acusados pelo Ministério Público de pedir cheques em branco a fiéis de igreja evangélica da qual Olarte era pastor, repassados a agiotas, para ajudar nas despesas da campanha eleitoral em 2012, em troca de vantagens e cargos futuros na prefeitura. Olarte foi preso, mas recorreu em liberdade monitorado por tornozeleira eletrônica. (Com G1 MS)




Olarte entra para a história do TJMS como primeiro ex-prefeito da Capital condenado por corrupção

Postado por Marco Eusébio , 24 Maio 2017 às 12:00 - em: Principal

Gilmar Olarte, vice-prefeito que comandou a Prefeitura de Campo Grande com o afastamento do titular Alcides Bernal (PP) pela Câmara dos Vereadores, foi condenado  a oito anos e quatro meses de prisão, inicialmente em regime fechado, por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro; mais pagamento de multa. A decisão, unânime, foi tomada hoje de manhã pela recém criada Seção Especial Criminal do Tribunal de Justiça que entra para a história do TJMS com a primeira condenação de um ex-prefeito da Capital de MS por corrupção.
 
Pastor, Olarte foi acusado pelo Ministério Público na Operação Adna de usar cheques em branco de fieis da igreja Assembleia de Deus Nova Aliança (Adna) fundada por ele e que deu nome à operação, para trocar com agiotas e usar na suposta compra de votos de vereadores para cassar o prefeito Bernal e assumir o cargo. A ordem de prisão deve ser expedida assim que o decisão for publicada em Diário Oficial.
 
"A realidade é que as condutas criminosas efetivamente aconteceram e foram provadas", disse, em seu voto, seguido pelos colegas, o desembargador relator Luiz Claudio Bonassini da Silva. Também foram condenados no caso dois ex-auxiliares de Olarte no esquema: Ronan Feitosa, a quatro anos e seis meses (que está preso há sete meses) e deverá cumprir a pena em regime semiaberto; e Luís Márcio dos Santos Feliciano, a um ano de reclusão e multa.