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Sessão da Câmara onde prossegue a votação sobre o relatório que arquiva denúncia da PGR contra Michel Temer

Geraldo Resende diz que movimentação se deve à mudança de comando na Procuradoria-Geral da República neste mês

Postado por Marco Eusébio , 02 Setembro 2017 às 11:00 - em: Principal

O Supremo mandou a Polícia Federal retomar a investigação sobre envolvimento do deputado federal Geraldo Resende (PSDB) em suposto recebimento de propina na liberação de emendas parlamentares para Dourados. O inquérito (3352) é desdobramento da Operação Uragano que, em 2010, abalou a gestão do ex-prefeito Ari Artuzi, falecido em 2013. O retorno dos autos à PF atende pedido da Procuradoria Geral da República (PGR) de 8 de agosto deste ano. Nesta semana, o relator, ministro Marco Aurélio, decidiu retomar as investigações pela PF e a determinação começou a valer na quinta-feira. Geraldo Resende diz que essa movimentação se deve à mudança de comando na PGR no próximo dia 18, Raquel Dodge assumirá o comando no lugar de Rodrigo Janot. "É uma mera movimentação. O procurador pode ter pedido para movimentar uma vez que a Dodge (Raquel) vai assumir nos próximos dias", disse Geraldo ao jornal Correio do Estado, frisando que na retomada das investigações haveria interesse em prejudicá-lo politicamente.



De Brasília, por telefone, Geraldo disse ao Blog que optou pela aposentadoria de médico em vez da parlamentar

Postado por Marco Eusébio , 17 Agosto 2017 às 16:45 - em: Principal

O deputado federal Geraldo Resende (PSDB-MS) agora é médico aposentado, aos 62 anos de idade, pelo serviço público estadual de Mato Grosso do Sul, com salário integral, conforme decreto do governador Reinaldo Azambuja publicado nesta semana no Diário Oficial. Questionado sobre críticas que circulam na internet sobre integrar a base de Michel Temer, cuja proposta da Reforma da Previdência original prevê 65 anos de idade e 49 de contribuição para aposentadoria integral, Geraldo respondeu hoje aqui ao Blog que poderia ter optado pela aposentadoria de deputado, cujo valor é três vezes maior do que os cerca de R$ 10 mil mensais que receberá como médico aposentado, mas preferiu se aposentar como servidor do Estado. E frisou que sua aposentadoria está dentro da lei. 
 
"Se somar os mandatos de vereador por Dourados, de deputado estadual e aqui no Congresso, eu já teria tempo para me aposentar quase que com o salário integral de um deputado federal (cerca de R$ 33 mil atuais). Como médico, atuei mais de 20 anos em postos de saúde na periferia e na zona rural de Dourados e conciliei o trabalho com meus mandados de vereador e de deputado estadual, atendendo quem estivesse na fila, quase sempre extrapolando o horário. Continuei pagando a previdência estadual (Ageprev) e abri mão da aposentadoria parlamentar", afirmou, por telefone, de Brasília, o deputado, informando que depois de se eleger federal pediu licença não-remunerada da atividade de médico.
 
Geraldo Resende lamentou críticas na internet dizendo que ele votou a favor da Reforma da Previdência. "A reforma nem foi votada ainda. As pessoas se acostumaram a criticar o político apenas por criticar, sem se informar. Mesmo votando, minha aposentadoria está dentro de todos os critérios, seja na atual legislação, seja na prevista pela reforma para me aposentar com proventos integrais, pois estarei na regra de transição 35 anos de trabalho e 62 anos de idade" disse o deputado, que também mandou uma mensagem de voz via WhatsApp. Ouça abaixo.




Dizendo ver 'provas robustas' da culpabilidade de Michel Temer, Dagoberto votou a favor da investigação

A votação pela admissibilidade ou arquivamento da denúncia contra Michel Temer nesta tarde na Câmara dividiu os oito deputados da bancada de Mato Grosso do Sul: quatro votaram em favor da denúncia: Dagoberto Nogueira (PDT), Vander Loubet e Zeca (ambos do PT) e Mandetta (DEM). Outros quatro votaram pelo arquivamento: Carlos Marun (PMDB), Elizeu Dionízio e Geraldo Resende (ambos do PSDB) e Tereza Cristina (PSB), informou o jornalista Clodoaldo Silva lá da Câmara aqui ao Blog. Veja no vídeo abaixo os votos de Marun e Dagoberto contra e a favor da denúncia.




Pedro Chaves, Geraldo Resende, Moka, Simone, Dagoberto e Vander durante reunião hoje em Brasília

 A bancada federal de Mato Grosso do Sul se reuniu hoje em Brasília e definiu seis projetos que terão prioridade nas emendas dos deputados e senadores do estado no Orçamento da União de 2018: trecho da rodovia da BR-419, ligando a BR-163 em Rio Verde à BR-262 em Aquidauana; pavimentação da MS-165 (Sul Fronteira); reestruturação do Hospital Universitário da Grande Dourados; construção da ponte binacional sobre o rio Paraguai ligando Porto Murtinho à colônia paraguaia Carmelo Peralta, visando o corredor bioceânico; construção de espaço para o Curso de Veterinária da UFMS, em Paranaíba; e recursos para o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteira (Sisfron). Participaram da reunião no gabinete do senador Waldemir Moka (PMDB), coordenador da bancada, os senadores Pedro Chaves (PSC) e Simone Tebet (PMDB) e os deputados federais Geraldo Resende (PSDB), Vander Loubet (PT) e Dagoberto Nogueira (PDT).