Campo Grande, Sábado , 18 de Novembro - 2017


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General Mourão: 'ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, ou teremos que impor isso'
O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, disse neste domingo que "não há qualquer possibilidade" de intervenção militar no Brasil por causa da crise política. A afirmação foi feita ao ser questionado pelo Estadão de S.Paulo sobre declarações do secretário de economia e finanças do Exército, general Antonio Hamilton Mourão, que, em evento da maçonaria na sexta-feira em Brasília, indagado sobre uma possível intervenção militar diante das denúncias de corrupção envolvendo até a Presidência da República, admitiu a possibilidade. 
 
Na ocasião, o general declarou que ele e seus "companheiros do Alto Comando do Exército" avaliam que ainda não é o momento, mas a ação poderá ocorrer após "aproximações sucessivas". "Até chegar o momento em que, ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso." 
 
Procurado pelo jornal neste domingo, o general Mourão disse que "não está insuflando nada" e que não defendeu a tomada de poder pelos militares, apenas respondeu a uma pergunta e que não estava falando em nome do Exército, mas de forma pessoal. O general, entretanto, reforçou sua opinião de que "se ninguém se acertar, terá de haver algum tipo de intervenção, para colocar ordem na casa". Veja o vídeo com as declarações do general que geraram a polêmica.
 




No Twitter, o general Villas Boas fala sobre os cortes de gastos impostos ao Exército Brasileiro e avisa: 'há limites'

Postado por Marco Eusébio , 03 Agosto 2017 às 18:30 - em: Principal

Enquanto o governo de Michel Temer não limita gastos para manter deputados "aliado$" no Congresso para se manter no poder como ontem (leia aqui), os cortes no orçamento não está agradando nem um pouco a caserna. Neste dia seguinte à vitória de Temer na Câmara, o comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Boas avisou que "há limites". Em seu perfil oficial no Twitter, o @Gen_VillasBoas escreveu:
 
– "Conduzo seguidas reuniões sobre a gestão dos cortes orçamentários impostos ao @exercitooficial. Fazemos nosso dever de casa, mas há limites."



No Twitter, general Villas Boas diz que Exército é aprovado pela população por 'valores, ética e tradição'

Postado por Marco Eusébio , 25 Junho 2017 às 12:00 - em: Principal

"Valores, ética e tradição" - escreveu no Twitter o comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, sobre a pesquisa do Datafolha divulgada neste fim de semana pela Folha de S.Paulo apontando que as Forças Armadas, apoiada por 43%, são a instituição em que a população deposita mais confiança no Brasil hoje, enquanto o Congresso e a Presidência (ambos com 3% de aprovação) e os partidos políticos (com 2%) caíram em descrédito. Veja mais aqui na FolhaOnline.




Aviso divulgado nas redes sociais pelo general Villas Boas: 'estrita observância aos ditames constitucionais'

As Forças Armadas estão de olho na crise política nacional. Após encontro dos ministros do Exército, Marinha e Aeronáutica com Michel Temer, convocados pelo ministro da Defesa Raul Jungmann, para discutir a conjuntura atual, o Exército e seu comandante, o general Eduardo Villas Boas, divulgaram no Twitter e no Facebook na noite de sexta-feira a mensagem acima, em que avisam a população e aos que eventualmente queiram se aproveitar da situação: "No encontro, foi destacada a estrita observância das Forças Armadas aos ditames constitucionais. O General Villas Boas, Comandante do Exército, reafirma que a atuação da Força Terrestre tem por base os pilares da estabilidade, legalidade e legitimidade, e ressalta a coesão e unidade de pensamento entre as Forças Armadas".




General Villas Boas: preocupação com o perigo de líderes populistas

Postado por Marco Eusébio , 22 Abril 2017 às 17:00 - em: Principal

O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, declarou que a instituição foi sondada e rechaçou a hipótese de apoiar a decretação de estado de defesa nos dias tensos que antecederam o impeachment de Dilma. A revelação foi feita em entrevista à revista Veja que chegou às bancas neste fim de semana. Villas Bôas não diz quais políticos fizeram a consulta, disse apenas que são de esquerda, e afirmou que as Forças Armadas ficaram "alarmadas" com a perspectiva de serem empregadas para "conter as manifestações que ocorriam contra o governo". "Nós temos uma assessoria parlamentar no Congresso que defende nossos interesses, nossos projetos. Esse nosso pessoal foi sondado por políticos de esquerda sobre como nós receberíamos uma decretação do estado de defesa", afirmou Villas Bôas. Na entrevista, o comandante do Exército também manifesta também preocupação com o "perigo" de surgir no país líderes populistas com discursos “politicamente incorretíssimos, mas que correspondem ao inconformismo das pessoas".