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Observador atento dos bastidores do poder, Sarney vai contar 'causos' sobre Ulisses, Lula, Dilma e outros personagens da política

Postado por Marco Eusébio , 26 Dezembro 2017 às 09:00 - em: Principal

Com pena leve e atento às ironias da vida, um dos principais participantes da vida política nacional dos últimos 50 anos, o escritor e decano da Academia de Letras José Sarney vai contar "causos" do poder nacional em seu 120º livro, que leva o título provisório de "Galope à Beira-Mar", que deve lançar nos primeiros meses de 2018, conforme a Folha de S.Paulo. Lula, Dilma, Collor, Tiririca e outros personagens da vida pública recente do Brasil estarão quase todos contemplados, mas não em sua versão noticiosa, diz o jornal. 
 
"São histórias de quem tem boa memória e um gosto especial pela conversa. Um 'causeur' que, por acaso, observou, ouviu e protagonizou histórias e estórias em décadas de vida pública. Grandes personagens em pequenas histórias, ou pequenas personagens em grandes causos", afirma Rodrigo de Almeida, editor de "Galope" na Casa da Palavra/Leya. Sarney abordará, por exemplo, "às voltas que a política dá" – como quando Fernando Collor ouviu de Ulysses Guimarães um sonoro não ao pedir para ser seu vice na chapa presidencial de 1989. E aconteceu que Ulysses caiu logo no primeiro turno, e Collor virou presidente.



Renan, que abandonou Collor, Dilma e agora Temer, quando o barco começa a afundar

Postado por Marco Eusébio , 25 Maio 2017 às 12:45 - em: Principal

Por Gabriel Mascarenhas no blog Radar da Veja:
 
"Renan Calheiros tem um cacoete comum a políticos importantes, sobretudo os do PMDB. Ele passa anos navegando e usufruindo de uma embarcação, até surgirem os primeiros sinais do risco de naufrágio. Nesse momento, ele fuzila o casco e pula.
 
A diferença de Renan para os demais é que ele costuma escolher com precisão a melhor brecha para abandonar o barco. Fez isso com Fernando Collor, governo do qual foi líder e que, depois, ajudou a explodir.
 
Caminhou com Dilma Rousseff até os 45 do segundo tempo. Nesse caso, não precisava de tanto cálculo, pois Renan sabia que o poder estaria à sua espera a qualquer tempo. Era seu correligionários que assumiria o Palácio do Planalto.
 
Mas, ainda assim, o roteiro se repetiu. Poucos antes do impeachment, Renan largou a petista e voltou a fazer afagos em Michel Temer, com quem jamais manteve uma relação de confiança.
 
E agora, como age Renan? Como sempre.
 
Ao ver a derrocada iminente de Temer, ele sacou a metralhadora e, a cada dia, intensifica mais as rajadas.
 
Ontem, Renan chegou a bater boca com seu principal aliado nos últimos anos, Romero Jucá, que optou por se manter jogando com o governo.
 
Só não se sabe ainda o nome do próximo eleito para ser traído por Renan."



Collor levou R$ 800, bem mais do que Renan

Postado por Marco Eusébio , 12 Abril 2017 às 17:30 - em: Principal

Por Gabriel Mascarenhas no blog Radar da Veja:
 
"Renan Calheiros chiou quando a Odebrecht ofereceu-lhe 500 000 reais em 2010. Ele achou que era pouco. De certa forma, tinha razão. Naquele mesmo ano, seu conterrâneo, o histórico Fernando Collor embolsou 800 000 reais. Mas o líder do PMDB não tem do que reclamar. Em outras transações espúrias, ele recebeu milhões da Odebrecht nos últimos anos."