Campo Grande, Sexta-Feira , 20 de Outubro - 2017


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Proposta para revogar a lei que deu o título de patrono da educação a Paulo Freire precisa de 20 mil assinaturas no site do Senado

Postado por Marco Eusébio , 23 Setembro 2017 às 14:45 - em: Principal

Uma proposta para revogar a Lei 12.612, sancionada pela então presidente Dilma em 2012, que deu a Paulo Freire, educador falecido em 1987, o título de patrono da educação brasileira, precisa de 20 mil assinaturas no site do Senado para que o assunto seja debatido na Casa, e até este sábado tem 14.100 apoiadores (veja aqui). A ideia é defendida por Miguel Nagib, fundador do movimento Escola Sem Partido. "Paulo Freire, de certo modo, é responsável pelo descalabro que é a educação no Brasil. Nesse sentido ele até mereceria ser citado com patrono", ironiza. 
 
Paulo Freire se filiou ao PT em 1980 e foi secretário de Educação da cidade de São Paulo na gestão da então prefeita petista Luiza Erundina, iniciada em 1988. Como deputada federal, Erundina (PSB-SP) foi a autora do projeto que deu o título de patrono da educação a Freire. 
 
A proposta para cassar o título do educador pernambucano é de Stefanny Papaiano, do movimento Escola Sem Partido. Ela diz que "Paulo Freire é considerado filósofo de esquerda e seu método de educação se baseia na luta de classes" e afirma que "os resultados são catastróficos e tal método já demonstrou em todas as avaliações internacionais que é um fracasso retumbante".
 
Em defesa de Freire, o professor da Universidade Católica de Brasília, Célio da Cunha, classifica o projeto como "absurdo". "Freire é não só o educador, mas o intelectual brasileiro que mais teve repercussão no exterior", diz. "Seu legado é uma forma de educação que se aplica a todos os setores da sociedade; sua obra tem uma dimensão pedagógica a favor dos excluídos e segmentos pobres da população", argumenta o professor.
 
(Com Gazeta do Povo)



Sérgio Cruz e Marcos Farias entrevistando Pedro Chaves hoje no programa Tribuna Livre, da FM Capital

Postado por Marco Eusébio , 14 Agosto 2017 às 16:45 - em: Principal

Professor e ex-reitor da Uniderp, o senador Pedro Chaves (PSC-MS) declarou hoje que é contra o Projeto Escola sem Partido (PL 865/2015) em tramitação na Câmara dos Deputados, que foi tema de seminário hoje em Campo Grande coordenado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) – leia aqui. Entre outras medidas, o projeto torna obrigatória a afixação em todas as salas de aula do ensino fundamental e médio de um cartaz com obrigações para os professores, que ficariam impedidos de expressar sua opinião sobre temas debatidos durante a aula. 
 
"Eu não comungo com essa ideia da escola sem partido, porque ela anula a participação do professor. Você não pode transformar um educador num robô. Imagine um professor que vai dar aula de Filosofia. Não é possível, por exemplo, falar sobre Teoria Socrática sem que haja o comentário do professor em relação ao que é a teoria de Sócrates. Mas é sempre importante que o professor emita sua opinião sem doutrinação, sem ideologia. Na verdade, ele tem que mostrar a experiência adquirida. E não podemos esquecer que quando se lê um livro tem sempre o viés do autor, que coloca seu ponto de vista. O professor faz comentários e isso enriquece a obra", disse o senador em entrevista hoje aos radialistas Marcos Farias e Sérgio Cruz, n Rádio FM Capital, de Campo Grande.



Deputado Eduardo Bolsonaro vai presidir o debate na manhã de segunda-feira na Câmara de Campo Grande

Postado por Marco Eusébio , 12 Agosto 2017 às 15:00 - em: Principal

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o projeto Escola Sem Partido (PL 7180/14) fará seminário na segunda-feira em Campo Grande para debater a proposta que visa impedir que professores usem a audiência cativa dos alunos para promover preferências políticas, ideológicas, partidárias, religiosas e morais. O encontro será partir das 9h no plenário da Câmara dos Vereadores sob a presidência do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSC-SP). A organização diz que convidou representantes de entidades contrárias ao projeto, como a ACP, Fetems e professores doutores da UFMS, que rejeitaram participar do debate.