Campo Grande, Quinta-Feira , 14 de Dezembro - 2017


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Pesquisa estimulada aponta elevado índice de indecisos tecnicamente empatado com o líder Odilon de Oliveira em MS
Primeiro dentre os principais nomes a se anunciar como pré-candidato à disputa, Odilon de Oliveira (PDT) lidera a preferência de votos em pesquisa estimulada feita pelo Ranking Comunicação & Pesquisas divulgada hoje pelo site Diário da Mídia, do Toni Ueno, em Campo Grande. O juiz federal aparece na estimulada, com nomes apresentados ao eleitor, com 28.36%, seguido pelo ex-governador André Puccinelli (PMDB) com 17.06%, tecnicamente empatado com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) com 16.13%. É elevado o índice de indecisos. Os que que não souberam ou não quiseram opinar são 27.77% e estão tecnicamente empatado com o líder. 
 
Vale lembrar que a pesquisa não cita o nome do prefeito Waldeli dos Santos Rosa, de Costa Rica, considerado "Plano B" do PMDB para o pleito. Os demais citados são Ricardo Ayache (PSB) com 3.63%, Henrique Mandeta (DEM) 2.73%, Alcides Bernal (PP) 1.70%, Coronel David (PSC) 1.13%, Suél Ferranti (PSTU) 0.83%, Cláudio Sertão (Podemos) 0.43% e Humberto Amaducci (PT) com 0.23%. 
 
NA ESPONTÂNEA, sem citar nomes ao eleitor, Odilon lidera com 18.36%, seguido por André (10.16%) e Azambuja (9.56%) tecnicamente empatados. Nesse caso, Ayache também lidera entre os demais com 2.16%.
 
EM REJEIÇÃO estimulada, citando nomes, o líder é André com 29.13%, Azambuja 30.56%, Bernal 17.63%, Mandetta 3.26%, David 2.50%, Ayache 2.13%, Odilon 1.43%, Amaducci 1.20%, Suél 0.70% e Sertão 0.53%. 
 
Conforme o site, a pesquisa foi feita de 4 a 12 deste mês em 17 municípios de MS, com 3.000 pessoais de 16 anos acima e a margem de erro é de 2,50 pontos para mais ou menos.



Michel Temer e Geraldo Alckmin: sonho do tucano é virar candidato do governo e deter o maior tempo de rádio e

Postado por Marco Eusébio , 12 Dezembro 2017 às 09:00 - em: Principal

O agrado de Geraldo Alckmin na convenção do PSDB ao governo de Michel Temer (PMDB) não é coisa de amador. O candidato que for apoiado pelo atual presidente em 2018 pode ter a maior fatia da propaganda eleitoral na TV e no rádio. Caso partidos médios do Centrão como PP, PSD, PR, PTB e PRB apoiarem o governo nas eleições, o nome alavancado pelo Planalto terá 39% do tempo total na mídia: quase 5 minutos em cada bloco de 12 minutos e 30 segundos. Sem alianças, o PT terá 13% e o PSDB 10%. Em legendas menores, Jair Bolsonaro, pelo Patriota, e Marina Silva, pela Rede, terão cerca de 10 segundos cada, sem outros apoios. Nas últimas sete eleições presidenciais, quatro foram vencidas por quem teve o maior tempo. Duas, por quem teve o segundo maior tempo. (Com Folha de S.Paulo)




Comitiva de MS votou unânime em Alckmin, eleito hoje presidente nacional do PSDB em Brasília

Postado por Marco Eusébio , 09 Dezembro 2017 às 15:30 - em: Principal

O governador Geraldo Alckmin (SP) foi eleito neste sábado presidente nacional do PSDB para os próximos dois anos, por 470 votos a favor, três contra e uma abstenção, na convenção da sigla, em Brasília. Sua principal missão será tentar fazer decolar sua segunda candidatura à Presidência da República em 2018. 
 
Para isso, Alcmin terá de buscar unificar o partido, que passou por séria crise interna neste ano. Desde maio, Aécio Neves (MG) se licenciou da presidência após o escândalo da gravação em que pede R$ 2 milhões a Joesley Batista da JBS, o PSDB esteve sob comando provisório de quatro vice-presidentes. Aécio, inclusive, foi vaiado hoje ao chegar na convenção do partido em Brasília.
 

Embora o governador Reinaldo Azambuja não tenha participado do evento, a comitiva de delegados tucanos de MS, que incluiu o presidente da sigla deputado estadual Beto Pereira, a deputada Mara Caseiro, a vice-governadora Rose Modesto e o secretário Eduardo Riedel, votou unânime no novo presidente. A fase de efeito de Alcmin ao assumir o comando do PSDB foi "indignação e coragem para mudar o Brasil". Veja o vídeo.




Geraldo Alckmin usará discurso de antipetismo, mas com acenos à eleitorado de esquerda

Postado por Marco Eusébio , 08 Dezembro 2017 às 15:20 - em: Principal

O discurso de Geraldo Alckmin na convenção do PSDB será "antipetista de esquerda", diz o site O Antagonista citando a Folha de S.Paulo: 
 
"A tendência é a manutenção do antipetismo, ainda que haja acenos a um eleitorado mais à esquerda. Isso sugere que Alckmin mira a fatia do eleitorado que apoia Jair Bolsonaro por antipetismo, embora seja improvável que com isso atinja aqueles que dizem votar no pré-candidato por suas posições mais extremadas e antiestablishment. O governador, afinal, é uma figura tradicional da política."
 
E acrescenta:
 
"Sobre a parte 'presidencial' do discurso, o tucano deverá seguir a abordagem híbrida sugerida em documento coordenado por José Aníbal e endossada por Fernando Henrique Cardoso."
 
O Antagonista comenta:
 
"O hibridismo de Geraldo Alckmin, recomendado por FHC, é resultado do cruzamento de chuchu com melancia (verde por fora, vermelha por dentro)."



Eleita vice, Rosa Weber presidirá o TSE a partir de agosto, quando terminará o biênio de Fux na Corte Eleitoral

Postado por Marco Eusébio , 07 Dezembro 2017 às 12:15 - em: Principal

O ministro Luiz Fux, do Supremo, foi eleito presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ontem com seis dos sete votos dos integrantes da Corte e terá como vice-presidente a também ministra do STF Rosa Weber, que recebeu um voto. Fux substituirá o ministro Gilmar Mendes, cujo mandato como presidente do TSE terminará no dia 6 de fevereiro. Atual vice, Fux assumiu a função de ministro efetivo do TSE em 2014 e foi reconduzido ao cargo em 2016. Seu mandato termina em agosto de 2018. Por isso, Rosa Weber assumirá o posto e comandará a Justiça Eleitoral durante as eleições, em outubro (1º turno) e novembro (2º turno).
 
Sete ministros integram o TSE: três do Supremo, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois da classe dos juristas — advogados com notável saber jurídico e idoneidade. Cada ministro é eleito para um biênio, sendo proibida a recondução após dois biênios consecutivos. A corte sempre é presidida por um ministro do STF, geralmente o que está há mais tempo no tribunal eleitoral. Com a saída de Gilmar Mendes, em fevereiro, a outra vaga do Supremo no TSE ficará com o ministro Luís Roberto Barroso. (Com Conjur)



O petista Fernando Haddad e o tucano João Doria ao iniciar o processo de transição em outubro de 2016

Postado por Marco Eusébio , 05 Dezembro 2017 às 12:45 - em: Principal


Meirelles diz que crescimento de Lula e Bolsonaro tem limite e que eleitor aguarda candidato sem posições extremas

Postado por Marco Eusébio , 04 Dezembro 2017 às 17:00 - em: Principal

O Planalto terá candidato à sucessão de Michel Temer em 2018 e não será Geraldo Alckmin, por faltar "comprometimento claro" do PSDB com as reformas, diz o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em entrevista à Folha de S.Paulo. Filiado ao PSD, Meirelles não descarta ser ele o candidato, mas repete que só decidirá sobre isso no final de março de 2018. Para Meirelles, seu baixo percentual de até 2% nas pesquisas reflete o fato de ele não estar em campanha.
 
Para o ministro, quando o resultado de políticas como o teto de gastos e a reforma trabalhista ficar evidente para a população, haverá oportunidade um candidato "com credibilidade" mostrar que o crescimento econômico e a renda vêm desses projetos. Meirelles avalia que a polarização entre Lula e Bolsonaro tem um "teto de crescimento". "A grande maioria ainda aguarda um candidato que não tenha posições extremadas", afirmou.
 
O líder do PSDB na Câmara, deputado Ricardo Tripoli, reagiu dizendo à Folha que, na reforma trabalhista, seu partido deu ao governo mais votos do que o PSD de Meirelles. "Isso é porque ele é candidato e ele quer agora, obviamente, começar a campanha eleitoral. Começou muito mal. Não é por aí que ele vai conseguir convencer a população brasileira que o PSDB não tem ajudado o governo. Quero ver na hora de pegar os votos lá e conferir", afirmou.



Odilon: 'Esses ataques revelam o desespero de quem já percebeu que meu perfil significará o fim de privilégios

Postado por Marco Eusébio , 04 Dezembro 2017 às 13:00 - em: Principal




Beto Pereira conversa com Marun na convenção do PMDB, onde também esteve o vereador João César Mato Grosso (à direita)

Postado por Marco Eusébio , 02 Dezembro 2017 às 15:45 - em: Principal

A presença dos dois importantes dirigentes tucanos foi simbólica na convenção do PMDB que elegeu o ex-governador André Puccinelli à presidência para conduzir o partido nas eleições de 2018. Prestigiaram o evento o deputado estadual Beto Pereira, presidente regional do PSDB, e o vereador João César Mato Grosso, que preside a sigla na Capital.
 
Beto Pereira alegou à imprensa que estava ali como sinal de gratidão pelo apoio da bancada do PMDB ao governador Azambuja (PSDB) na Assembleia. Muita gente, entretanto, entendeu como um sinal de que os dois partidos poderão voltar a se unir nas eleições do ano que vem.
 
Para alguns, essa união seria improvável, já que o PMDB garante que terá candidatura própria à sucessão de Azambuja. Uma fonte bem informada, entretanto, confidenciou ao Blog que tal aliança, que já foi tradicional em outras eleições, pode, sim, vir a se repetir. "Se os principais cotados ao governo dos dois partidos não forem para a disputa".
 
Isso, só o tempo dirá.



O prefeito Marquinhos Trad ao prestigiar a eleição do ex-governador André à presidência de seu antigo partido, o PMDB

Postado por Marco Eusébio , 02 Dezembro 2017 às 15:30 - em: Principal

Além dos dirigentes tucanos citados na nota acima, o ato político que elegeu André Puccinelli presidente regional do PMDB hoje em Campo Grande teve outras presenças marcantes. Uma delas foi a volta de Marquinhos Trad (PSD) a um evento do PMDB, depois de deixar o partido para conquistar o cargo de prefeito da Capital nas últimas eleições. Também marcaram presença, o ex-prefeito Nelsinho Trad, ex-PMDB e atual presidente do PTB estadual; o ex-deputado federal Edson Giroto, e o empresário e político Antônio João Hugo Rodrigues, sócio acionista do jornal Correio do Estado, que foi um dos primeiros a abraçar André na chegada do ex-governador hoje pela manhã na sede campestre do clube Nipo-Brasileiro, conforme mostra o vídeo abaixo.