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O Gran Circo Mexicano quando ainda fazia apresentações na região de Dourados e o que restou após o fim dos espetáculos

Postado por Marco Eusébio , 20 Julho 2017 às 18:15 - em: Principal

Depois de apresentações entre a primavera de 2015 e o verão de 2016 em cidades da região da Grande Dourados, o Gran Circo Mexicano acabou abandonado no interior de Mato Grosso do Sul. Há mais de um ano, os artistas foram embora deixando caminhões, trailer, globo da morte, figurinos e a lona principal no quintal de uma casa na Vila Muruim, na pequena cidade de Douradina, alugado a R$ 250 mensais para que tudo ficasse "guardado" até que pudessem buscar o material. Nunca mais voltaram.
 
Ao contar a história no site Midiamax, o repórter Nicanor Coelho informa que o circo pertencia a uma família há várias gerações, mas começou a perder público nos últimos anos até definhar de vez como aconteceu com vários outros espetáculos mambembes que faziam a alegria das comunidades de difícil acesso, quando não havia internet, telefones celulares e televisão era coisa de poucos privilegiados.
 
Na pequena Douradina, comenta-se que a dona do circo, Cecília Nelida Pereyra de Palácios, voltou para a Argentina, sua terra natal. Na Receita Federal, o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) foi baixado, o que significa que a empresa não mais existe legalmente, reporta o Nicanor. Fechadas, as cortinas também foram abandonadas. Triste fim dos antigos espetáculos.



Vídeo no Facebook levantou a polêmica sobre igreja com formato de caixão de defunto em Douradina

Postado por Marco Eusébio , 29 Maio 2017 às 12:15 - em: Principal

Um vídeo que exibe a visão aérea de Douradina postado no Facebook pelo produtor musical David Barbosa da Silva,  em alusão aos 37 anos de emancipação da cidade completados neste mês, provocou comentários sobre um antigo mistério local. Niguém sabe explicar o motivo de a matriz da Igreja Católica da cidade, vista de cima, lembrar o formato de um caixão de defunto. 
 
A polêmica é tabú na cidade de pouco mais de 5 mil habitantes "onde mais velhos evitam falar sobre a igreja" e os "jovens vivem alheios ao caso", relatou o repórter Nicanor Coelho em matéria para o site Midiamax, de Campo Grande. "Reza a lenda que vários párocos que passaram pela Igreja Matriz tentaram desmistificar o caso e chegaram a fazer obras na fachada para desfigurar o formado de caixão", diz o repórter. 
 
O que se comenta na cidade, relata o jornalista, é que o construtor da igreja "foi um tal de 'Joãozinho Carpinteiro' que atualmente, doente, vive na periferia de Dourados. Nenhum dos parentes do carpinteiro sobrou em Douradina para contar a história". Outros afirmam, diz o Nicanor, que o autor do projeto seria maçom e teria se inspirado em um ritual de iniciação na ordem esotérica de se deitar num caixão, o que simbolizaria a morte e renascimento e a consciência de que tudo nesta vida é passageiro e ilusório. Até agora, entretando, ninguém confirma a história. 
 
Veja abaixo o vídeo que ressuscitou a polêmica:
 




Vídeo no Facebook levantou a polêmica sobre igreja com formato de caixão de defunto em Douradina

Postado por Marco Eusébio , 28 Maio 2017 às 21:21 - em: Papo de Arquibancada

Um vídeo que exibe a visão aérea de Douradina postado no Facebook pelo produtor musical David Barbosa da Silva,  em alusão aos 37 anos de emancipação da cidade completados neste mês, provocou comentários sobre um antigo mistério local. Niguém sabe explicar o motivo de a matriz da Igreja Católica da cidade, vista de cima, lembrar o formato de um caixão de defunto. 
 
A polêmica é tabú na cidade de pouco mais de 5 mil habitantes "onde mais velhos evitam falar sobre a igreja" e os "jovens vivem alheios ao caso", relatou o repórter Nicanor Coelho em matéria para o site Midiamax, de Campo Grande. "Reza a lenda que vários párocos que passaram pela Igreja Matriz tentaram desmistificar o caso e chegaram a fazer obras na fachada para desfigurar o formado de caixão", diz o repórter. 
 
O que se comenta na cidade, relata o jornalista, é que o construtor da igreja "foi um tal de 'Joãozinho Carpinteiro' que atualmente, doente, vive na periferia de Dourados. Nenhum dos parentes do carpinteiro sobrou em Douradina para contar a história". Outros afirmam, diz o Nicanor, que o autor do projeto seria maçom e teria se inspirado em um ritual de iniciação na ordem esotérica de se deitar num caixão, o que simbolizaria a morte e renascimento e a consciência de que tudo nesta vida é passageiro e ilusório. Até agora, entretando, ninguém confirma a história. 
 
Veja abaixo o vídeo que ressuscitou a polêmica:
 




Vídeo no Facebook levantou a polêmica sobre igreja com formato de caixão de defunto em Douradina

Postado por Marco Eusébio , 28 Maio 2017 às 21:14 - em: Papo de Arquibancada

Um vídeo que exibe a visão aérea de Douradina postado no Facebook pelo produtor musical David Barbosa da Silva,  em alusão aos 37 anos de emancipação da cidade completados neste mês, provocou comentários sobre um antigo mistério local. Niguém sabe explicar o motivo de a matriz da Igreja Católica da cidade, vista de cima, lembrar o formato de um caixão de defunto. 
 
A polêmica é tabú na cidade de pouco mais de 5 mil habitantes "onde mais velhos evitam falar sobre a igreja" e os "jovens vivem alheios ao caso", relatou o repórter Nicanor Coelho em matéria para o site Midiamax, de Campo Grande. "Reza a lenda que vários párocos que passaram pela Igreja Matriz tentaram desmistificar o caso e chegaram a fazer obras na fachada para desfigurar o formado de caixão", diz o repórter. 
 
O que se comenta na cidade, relata o jornalista, é que o construtor da igreja "foi um tal de 'Joãozinho Carpinteiro' que atualmente, doente, vive na periferia de Dourados. Nenhum dos parentes do carpinteiro sobrou em Douradina para contar a história". Outros afirmam, diz o Nicanor, que o autor do projeto seria maçom e teria se inspirado em um ritual de iniciação na ordem esotérica de se deitar num caixão, o que simbolizaria a morte e renascimento e a consciência de que tudo nesta vida é passageiro e ilusório. Até agora, entretando, ninguém confirma a história. 
 
Veja abaixo o vídeo que ressuscitou a polêmica: