Campo Grande, Domingo , 17 de Dezembro - 2017


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Sessão da Câmara onde prossegue a votação sobre o relatório que arquiva denúncia da PGR contra Michel Temer

Carlos Marun provoca a oposição: Cadê os adesivos 'Fora Temer'? Não existe pressão nenhuma'

Postado por Marco Eusébio , 24 Outubro 2017 às 14:30 - em: Principal

Às vésperas da votação da segunda denúncia contra Michel Temer na Câmara, o deputado Carlos Marun (PMDB-MS) disse ao site O Antagonista ter "certeza" de que a oposição não tem nem perto dos 342 votos necessários para autorizar a investigação no Supremo, previu que o governo terá 278 votos (mais do que na denúncia anterior), ironizou dizendo não lembrar de vitória da oposição desde que Temer chegou ao governo e provocou: "Cadê os adesivos 'Fora Temer'? Não existe pressão nenhuma". O deputado também desqualificou a nova denúncia, a delação da JBS e o denunciante Rodrigo Janot e enalteceu a melhora na economia. 
 
Sobre ser chamado de "líder da tropa de choque" governista e sua fidelidade ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e hoje ao presidente Temer, Marun disse Cunha foi importante, pois "sem ele nós estaríamos ainda vivendo sob o jugo daquele governo nefasto que era o governo do PT" e acrescentou que prefere "aparecer na lista de pessoas fiéis do que na lista dos delatados". Sobre as eleições de 2018, Marun afirmou que poderia até votar em Sérgio Moro (caso o juiz se candidatasse), mas "de jeito nenhum" em Janot. Veja o vídeo da entrevista ao repórter Diego Amorim.




Placar da votação na CCJ que aprovou arquivamento. Decisão sobre a denúncia será tomada na próxima quarta-feira

Postado por Marco Eusébio , 18 Outubro 2017 às 19:45 - em: Principal

Por 39 votos favoráveis e 26 contrários, a CCJ da Câmara aprovou o relatório que propõe o arquivamento da segunda denúncia da Procuradoria-Geral da República contra Michel Temer. A decisão final será tomada no plenário da Casa em sessão marcada por Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a quarta-feira (25) da semana que vem, conforme acaba de divulgar o Jornal Nacional.




Carlos Marun, que estava fora do País, diz que está de volta nesta segunda-feira com as 'baterias recarregadas'

Postado por Marco Eusébio , 16 Outubro 2017 às 11:00 - em: Principal

Deputado da base aliada de Michel Temer que mais apareceu na imprensa nacional durante a primeira denúncia da PGR no Supremo contra o presidente, o sumiço de Carlos Marun (PMDB-MS) da mídia nestes dias que antecedem a votação da Câmara sobre a segunda denuncia contra o peemedebista causa estranheza. Neste domingo que expirou o feriadão prolongado, perguntei ao Marun a causa de seu "desaparecimento" e o deputado respondeu ao Blog: "Estive fora do País a semana inteira. Fui muitíssimo procurado, neste fim de semana, por praticamente todos os jornais, e as TVs Globo e Band. Nesta segunda-feira estou de volta, com as baterias recarregadas".




Bonifácio de Andrada: relatório 'exageradamente chapa branca, sem disfarces' conforme bem resumiu Chico Alencar

Postado por Marco Eusébio , 10 Outubro 2017 às 19:30 - em: Principal

Como era esperado do aliado do presidente, o deputado relator Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) apresentou hoje seu parecer na CCJ da Câmara defendendo a rejeição da segunda denúncia de Rodrigo Janot contra Michel Temer. Andrada alegou não "haver prova real ou concreta" nas acusações contra o presidente e disparou duras críticas ao Ministério Público, Judiciário e à Polícia Federal. Disse que o MP e o Judiciário se fortaleceram após a Constituição de 1988, em detrimento de um "nítido enfraquecimento do Poder Legislativo". Declarou ainda que o MP comete "abusos" e ficou "dependente" da PF. "Se a polícia tem missão de ordem pública, não pode representar campo teatral para a população", disparou. Por falar em teatro, aliados do governo, é claro, elogiaram o relatório. Pela oposição, o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) bem resumiu a peça de Andrada: "exageradamente chapa branca, sem disfarces".




Para continuar relator, Andrada, que é apoiador de Temer, terá de conseguir vaga de outro partido na CCJ

Postado por Marco Eusébio , 05 Outubro 2017 às 15:45 - em: Principal


Só Gilmar Mendes votou a favor da defesa de Temer hoje, que teve voto contrário até de Alexandre de Moraes, indicado pelo presidente

Postado por Marco Eusébio , 20 Setembro 2017 às 18:30 - em: Principal

A maioria dos ministros do Supremo – sete dos onze – rejeitou hoje pedido da defesa de Michel Temer para que a nova denúncia de Rodrigo Janot contra o presidente não seja enviada à Câmara dos Deputados e devolvida para nova análise da Procuradoria-Geral da República,  agora sob comando de Raquel Dodge. O único voto a favor da defesa de Temer, até agora, foi o do ministro Gilmar Mendes, embora até Alexandre de Moraes, nomeado pelo peemedebista para o cargo, tenha sido contrário. Além de Moraes, votaram a favor do envio da denúncia à Câmara os ministros Edson Fachin (relator), Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski. O julgamento foi suspenso no fim da tarde e será retomado nesta quinta-feira para o voto dos ministros Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Cármen Lúcia, presidente da Corte. A defesa de Temer alega que as provas apresentas por Janot contra Temer não seriam válidas, por haver suspeita de que os delatores foram orientados pelo ex-procurador da República Marcelo Miller, quando  ainda trabalhava na PGR, e pede o aguardo do fim das investigações.




Tereza Cristina ao votar 'sim' ontem na Câmara rejeitando a denúncia por corrupção contra Michel Temer

Postado por Marco Eusébio , 03 Agosto 2017 às 13:20 - em: Principal

Dizendo ser "momento de pensar no Brasil" que tem apresentado "os primeiros sinais de tretação na crise econômica que assola o País desde 2014", a deputada federal Tereza Cristina (PSB-MS) divulgou nota à imprensa hoje explicando porque vou a favor do arquivamento da denúncia por corrupção passiva contra Michel Temer.
 
Leia a íntegra:
 
"Porque votei SIM!
 
Esclareço os motivos que me levaram a votar a favor do relatório da Comissão de Constituição e Justiça que considerou não haver provas que justifiquem processo contra o presidente Michel Temer.
 
1. A decisão da Câmara dos Deputados de não autorizar, neste momento, a instauração de processo contra o presidente da República, não significa o arquivamento ou encerramento do mesmo, mas apenas a sua suspensão temporária. Quaisquer irregularidades, se confirmadas, serão julgadas e respondidas perante a Justiça, ao final do seu mandato, em 01 de janeiro de 2019;
 
2. É momento de pensar no Brasil. Começamos a ver, nos últimos meses, os primeiros sinais de retração na crise econômica que assola o País desde 2014, revertendo um quadro crítico de desemprego e queda na renda do nosso povo. O afastamento do presidente da República poderia gerar nova instabilidade e agravar este cenário tão severo para todos.
 
Tenho a convicção de que precisamos nos unir, independentemente da posição político-partidária, para recolocar o Brasil no rumo do desenvolvimento.
 
Deputada Tereza Cristina"



Júlio Delgado (PSB-MG): na época do mensalão Nelson Trad chamou troca na CCJ de 'governabilidade do amor remunerado'

Postado por Marco Eusébio , 13 Julho 2017 às 11:15 - em: Principal

Durante os debates na CCJ que discute se a Câmara deve autorizar ou não a investigação da denúncia da PGR contra Michel Temer por corrupção passiva, o deputado federal da oposição Júlio Delgado (PSB-MG), ao criticar a troca de integrantes da comissão por partidos aliados visando defender o presidente, fez menção ao ao ex-deputado Nelson Trad (MS), falecido em 2011, dizendo que na época do "mensalão" o parlamentar sul-mato-grossense havia demoninado como "governabilidade do amor remunerado" essa prática que, doze anos depois, impera no atual governo. Delgado também citou pesquisa do site Poder360 em que 85% afirmam que a Câmara deve aceitar a denúncia. A previsão da Casa é a de que a CCJ deve votar por volta das 16h (DF) de hoje o parecer do relator Sérgio Zveiter (PMDB-RJ) em favor da investigação.




Elizeu Dionízio em meio a um dilema nas horas que antecedem a votação sobre Temer na CCJ: se correr o bicho pega, se ficar...

Postado por Marco Eusébio , 12 Julho 2017 às 12:15 - em: Principal

Com a retomada hoje da sessão da CCJ da Câmara para discutir o parecer do deputado Sérgio Zveiter (PMDB-RJ) – que recomenda a admissibilidade da investigação da denúncia contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva, feita por Rodrigo Janot ao Supremo – tucanos de Mato Grosso do Sul estão de olho no voto do deputado federal Elizeu Dionízio (PSDB-MS). 
 
Até agora, Elizeu não manifestou oficialmente sua posição. Nas mídias sociais – que estão monitorando os votos – ele aparece como um dos seis tucanos na comissão que devem votar a favor da investigação. Porém, como o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) intensificou o diálogo com o presidente e seus ministros para agilizar o andamento de projetos federais e a liberação de recursos da União para obras em MS, um voto de Dionizio contra Temer pode pôr tudo a perder. 
 
Diante do impasse, Elizeu teria sido lembrado ontem por tucanos de alta plumagem regional que é deputado federal como suplente porque Marcio Monteiro se licenciou da Câmara dos Deputados para ser secretário de Fazenda de MS. E que, nessa condição, o titular da cadeira, se necessário, pode voltar à Câmara a qualquer momento.