Campo Grande, Segunda-Feira , 19 de Fevereiro - 2018


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Posts com a tag: consumidor

Marcelo Salomão: após interferência do Procon-MS, pedido que se arrastava há 15 dias foi resolvido em segundos pela Oi

Postado por Marco Eusébio , 08 Fevereiro 2018 às 14:45 - em: Principal

Em Campo Grande, a filha liga para o 0800 da Oi pedindo para transferir uma linha de telefone fixo da mãe, viúva, que está mudando de casa. Como a linha está em nome do falecido, a atendente invoca a burocracia, pede cópia de certidão de óbito etc., mas não diz onde entregar, já que não há posto físico de atendimento da Oi na cidade, nem fornece um e-mail para encaminhar. Depois de duas semanas de ligações em vão, a reclamante apela ao Procon-MS. Como por encanto, tudo mudou. Avisada no dia seguinte pelo Procon, ela liga de novo ao 0800 da Oi. A atendente confirma não haver débitos em atraso e avisa que a conta foi imediatamente encerrada. Rapidinho, o que deveria ser praxe, aconteceu graças à "mágica" interferência do Procon. A propósito, o superintendente do Procon-MS, Marcelo Salomão, avisa: reclamações do consumidor podem ser feitas pelo número 151 ou no site da instituição.




A meia acima faz parte da promoção 'só em tal tamanho'. Atenção: se você não procurar atentante o selo, poderá ser enganado

Postado por Marco Eusébio , 04 Janeiro 2018 às 09:00 - em: Papo de Arquibancada

Aviso aos navegantes. Faz alguns anos compro na Netshoes. Até este novo ano, nunca tive problemas. Além disso a compra online é prática, fácil, confiável e com bons preços. Por isso, resolvi comprar na Zattini, parceira deles, na promoção três por 99 reais. Perfeito. Até comprei de novo. Sem problemas. 
 
Vai daí que vi promoção similar na Netshoes início de ano. Furada. Na hora de fechar a conta, os 99 viraram por 178 reais, incluindo fretes. Liguei lá. A explicação foi a de que tais produtos são vendidos por empresas parceiras. Oras, então porque a Netshoes oferece seu nome na hora de propagandear? Não acessei sites das tais parceiras, aleguei. Fizeram ouvidos de mercador. 
 
Segunda explicação: o produto só está na promoção se for em determinada numeração, outro em determinada cor etc. Como saber isso? - perguntei. Você tem de ver o "selo", respondeu a atendende. 
 
Mas se esses produtos todos estão na seção da promoção, por quê eu tenho de ficar observando, um por um, se estão com o tal selo. Isso a moça não soube explicar. Só disse: você tem procurar o "selo". Me fez lembrar o Chicó, de o Auto da Compadecida do grande Ariano Suassuna, que, questionado sobre certos absurdos, respondia: "Não sei, só sei que foi assim".
 
Ou seja, propaganda enganosa. Coisa que não merece nem reclamação nos Procons da vida, que se dizem fiscalizadores quando interessa a eles, mas deveriam, de fato, fiscalizar e coibir essas enganações, sem ficar à espera de reclamações para fazer seu papel. 
 
No caso da compra acima, a atendente teve o bom senso de perguntar se eu queria cancelar o negócio. Diante de minha resposta afirmativa, de fato, ela cancelou, embora bastasse não pagar o boleto no prazo limite fixado para a compra ser cancelada.
 
Resumindo essa história da vida real, enquanto a venda online no Brasil seguir o lema das promoções das lojas de concreto, com "pegadinhas", e a fiscalização oficial só funcionar esperando reclames, embora faça questão de propagandear suas raras blitze, resta, ao virtual ou presencial consumidor, ficar atento, se não quiser, infelizmente, ser enganado.



Nikollas Pellat: 'Atraído pelas facilidades de negociação, consumidor pode assumir dívida indevida ou prescrita'

Postado por Marco Eusébio , 23 Novembro 2017 às 13:00 - em: Principal

O consumidor pode acabar lesado caso compareça sem um advogado a mutirões conciliatórios para negociação e parcelamento de dívidas, adverte o presidente da Comissão de Defesa do Consumidor (CDC) da OAB-MS, Nikollas Pellat. "O consumidor se sente atraído pela possibilidade de resolver pendências de forma ágil, mas corre risco de assumir uma dívida as vezes indevida ou até mesmo prescrita, ou com cláusulas abusivas", alerta o advogado em nota da OAB-MS sobre mutirões conciliatórios do Judiciário como o que está sendo realizado em parceria com a Uniderp, e os que serão feitos pela Energisa, pela Águas Guariroba e pela Prefeitura de Campo Grande em dezembro. “Obviamente não somos contra a mediação e solução pacífica de conflitos e dívidas. Apenas temos como dever alertar que o advogado é indispensável para a administração da justiça. Ao ser representado por um advogado, as chances do consumidor de fazer um acordo justo são bem maiores" conclui Pellat.




Postado por Marco Eusébio , 22 Novembro 2017 às 19:07 - em: Papo de Arquibancada

O consumidor pode acabar lesado caso compareça sem um advogado a mutirões conciliatórios para negociação e parcelamento de dívidas, adverte o presidente da Comissão de Defesa do Consumidor (CDC) da OAB-MS, Nikollas Pellat. "O consumidor se sente atraído pela possibilidade de resolver pendências de forma ágil, mas corre risco de assumir uma dívida as vezes indevida ou até mesmo prescrita, ou com cláusulas abusivas", alerta o advogado em nota da OAB-MS sobre mutirões conciliatórios do Judiciário como o que está sendo realizado em parceria com a Uniderp, e os que serão feitos pela Energisa, pela Águas Guariroba e pela Prefeitura de Campo Grande em dezembro. “Obviamente não somos contra a mediação e solução pacífica de conflitos e dívidas. Apenas temos como dever alertar que o advogado é indispensável para a administração da justiça. Ao ser representado por um advogado, as chances do consumidor de fazer um acordo justo são bem maiores" conclui Pellat.