Campo Grande, Sexta-Feira , 20 de Outubro - 2017


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Posts com a tag: congresso

Parlamentar só pode ser afastado com aval do Congresso, decidem ministros do STF com voto decisivo de Cármen Lúcia

Postado por Marco Eusébio , 11 Outubro 2017 às 21:45 - em: Principal

Com voto de desempate da presidente da Corte, Cármen Lúcia, o Supremo decidiu por seis votos a cinco hoje que é necessário aval do Congresso para medidas cautelares que impliquem no afastamento de deputados e senadores do cargo. Com base nesse entendimento, os senadores vão decidir na próxima terça-feira se derrubam as cautelares da 1ª Turma do Supremo que afastaram Aécio Neves (PSDB-MG) do cargo de senador e determinaram seu recolhimento noturno desde o dia 26 de setembro. Votaram a favor do afastamento sem autorização da Câmara e do Senado Edson Fachin, Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux e Celso de Mello. Votaram pela necessidade de aval do Congresso Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello e Cármen Lúcia.



PMDB e governo fizeram pressão para que Marun, da 'tropa-de-choque' de Michel Temer, fosse escolhido relator

Postado por Marco Eusébio , 12 Setembro 2017 às 12:30 - em: Principal

O deputado Carlos Marun (PMDB-MS) foi escolhido relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da JBS, instalada na semana passada no Congresso para apurar supostas irregularidades em empréstimos do BNDES ao grupo J&F, dono da JBS. O presidente da CPI é o senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) já havia declarado que o PMDB teria preferência para indicar o relator, por formar as maiores bancadas na Câmara e no Senado. Nos bastidores, houve pressão do PMDB e do governo para que Marun, da "tropa de choque" de Temer, fosse escolhido relator. Líderes peemedebistas, alegando a proporcionalidade, disseram que não deixariam a CPI andar se Marun não fosse escolhido. Para tentar diminuir a influência do deputado de MS na relatoria, Ataídes Oliveira nomeou dois sub-relatores: o deputado Delegado Francischini (SD-PR) ficará com a sub-relatoria de contratos da JBS, que também tratará da delação do grupo; e o deputado Hugo Leal (PSB-RJ) ficará com a sub-relatoria de assuntos fiscais, previdenciários e agropecuários.




'Fiquei muito decepcionado com muita coisa que vi lá', diz Tiririca sobre o 'toma lá, dá cá' no Congresso Nacional

Postado por Marco Eusébio , 04 Agosto 2017 às 16:20 - em: Principal

No sétimo ano de seu segundo mandato como deputado, eleito nas duas vezes eleito com mais de um milhão de votos, Tiririca (PR-SP) diz que está desiludido com a política cogita não voltar a ser candidato no ano que vem. Um dia depois de votar pela abertura de investigação contra o presidente Michel Temer acusado de corrupção passiva, Francisco Everardo Oliveira Silva criticou o Congresso e disse não ter "jogo de cintura" para ser político. "Não vai mudar. O sistema é esse. É toma lá, dá cá", afirmou em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo.
 
Para ele, a maioria no Congresso só atua em interesse próprio e parlamentares bem intencionados são barrados pelo "sistema". "A partir do exato momento que você entra, ou entra no esquema ou não faz. É uma mão lava a outra. Tu me faz um favor, que eu te faço um favor. Eu não trabalho dessa forma", desabafou. "Fiquei muito decepcionado com muita coisa que vi lá", acrescentou. 
 
Sobre as eleições de 2018, Tiririca afirmou: "Do fundo do meu coração, estou em dúvida, e mais para não disputar". Questionado se a aversão a políticos tradicionais não poderia favorecê-lo, ele respondeu: "Pode ser que sim ou que não. Mas, para fazer o que? Passar oito anos e aprovar um projeto". Nestes sete anos, Tiririca só conseguiu aprovar uma de suas propostas: a que inclui artes e atividades circenses na Lei Rouanet.
 
Indagado se o Brasil tem jeito, lembrou uma música "das antigas" de Bezerra da Silva, cujo refrão diz "para tirar meu Brasil dessa baderna, só quando morcego doar sangue e saci cruzar as pernas". Desanimado com a política, Tiririca voltou a fazer shows como palhaço há cinco meses. O espetáculo que conta a história de vida dele é exibido de sexta a domingo, cada fim de semana em um Estado. De segunda a quinta-feira o deputado fica em Brasília, onde mora com a esposa e uma das filhas, diz o Estadão.



Caso projeto seja aprovado no Congresso, bancos voltarão a funcionar aos sábados, o que não acontece desde 1982

Postado por Marco Eusébio , 22 Junho 2017 às 17:15 - em: Principal

"Roberto Muniz (PP-BA) apresentou um projeto no Senado que acaba com a proibição do funcionamento de bancos aos sábados. Muniz diz que a norma foi instituída em 1962, por questões trabalhistas, e que mudá-la não trará prejuízos ao sistema financeiro. A proposta vai tramitar ainda em três comissões e, aprovada, irá direto para a Câmara". (Do blog do Lauro Jardim em O Globo)




Maia e a ligação com o poder: 'ideologia' que pode unir os opostos democratas e comunistas

Postado por Marco Eusébio , 02 Junho 2017 às 13:45 - em: Principal

"Orlando Silva, Andrés Sanchez e Vicente Candido são os três deputados que estão representando a esquerda nas conversas para construir uma candidatura de Rodrigo Maia com Aldo Rebelo como vice. A propósito, a união do DEM com o PCdoB diz muito sobre a política brasileira". (Do blog do Lauro Jardim em O Globo)




Eunício de Oliveira ao ler o pedido de criação da CPI de deputados e senadores para investigar o grupo JBS

Postado por Marco Eusébio , 31 Maio 2017 às 10:15 - em: Principal

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), leu na noite anterior o pedido de criação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o grupo de frigoríficos JBS. Líderes de partidos vão indicar 16 senadores e 16 deputados titulares e igual número de suplentes e a CPI da JBS deve começar a funcionar na semana que vem. Como de praxe, os dois principais autores do pedido da CPI, deputado Alexandre Baldy (Podemos-GO) e senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO), devem comandar a comissão. Baldy disse à imprensa que um acordo prevê que ele seja relator e o senador tucano presida a CPI. Ambos afirmaram que um dos primeiros atos deve ser a convocação de executivos do grupo J&F, como os irmãos Joesley e Wesley Batista, e funcionários do BNDES. A meta é fiscalizar contratos de empréstimos do BNDES às empresas do grupo J&F, holding que controla a JBS, o acordo de delação dos executivos da JBS, as operações no mercado de dólar e na bolsa antes de a delação ser divulgada e possíveis irregularidades fiscais e previdenciárias dessas empresas.




Marun em entrevista a Mariana Godoy na Rede TV diz que de 80% dos citados, ganharia uma eleição indireta
Ao comentar em entrevista ao vivo ao programa da Mariana Godoy na Rede TV! sobre especulações de supostos nomes que poderão ser eleitos em pelo Congresso caso de Michel Temer deixe o cargo ou seja cassado pelo TSE, o deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) declarou:
 
– "De 80% daqueles que estão alí [sendo citados], eu ganho uma eleição indireta lá na Câmara".
 
Mariana cita nomes como Henrique Meirelles, Tasso Jereissati, Nelson Jobim... Marun repete, "eu ganho".
 
Indagado se também ganharia de Rodrigo Maia (DEM-RJ), o deputado contemporiza dizendo que o presidente da Câmara está tendo uma conduta coerente.
 
Por fim, Marun faz questão de frisar que não vai acontecer eleição, porque Temer continuará no cargo. Porém admite:
 
– "Mas aí é torcida!"
 
Veja o vídeo abaixo:
 




Meirelles, Jobim e Tasso Jereissati são citados. A Câmara quer eleger um deputado se Temer cair

Postado por Marco Eusébio , 26 Maio 2017 às 17:15 - em: Principal

Enquanto Michel Temer repete que não vai renunciar por causa das gravações da dupla Joesley & Wesley da JBS, e o PT e aliados pressionam por "diretas já" visando eleger Lula de novo, crescem as especulações de suposto acordo para que o presidente seja cassado no julgamento da chapa Dilma-Temer pelo TSE no início de junho e sobre nomes para comandar o Planalto com o compromisso de aprovar as reformas propostas pelo atual governo.

Entre os principais citados na imprensa nacional para ser eleitos como presidente e vice para um mandato tampão em votação indireta pelo Congresso, conforme prevê a Constituição em caso de vacância de titular e vice na segunda metade do mandato, estão o atual ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), o ex-ministro Nelson Jobim (PMDB) e até a presidente do Supremo Cármen Lúcia.

Nessa lista pode ser incluído, por fora mas com apoio, um deputado federal, já que a maioria na Câmara não admite um nome fora da casa se Temer vier a cair, divulga hoje o site da Veja:

"Os deputados torcem o nariz, inclusive, para senadores. Hoje, o 'outsider' que, se trabalhar muito, teria alguma chance de vencer uma eleição indireta é Henrique Meirelles. Atrás dele, vem Nelson Jobim, mas com bem menos fãs entre as excelências", diz Gabriel Mascarenhas no blog da Radar, da revista.




'A decolagem desse aviãozinho da alegria indignou muita gente', disse Marun sobre a ida de Joesley para os EUA

Um dos principais aliados do presidente Michel Temer no Congresso, o deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) está propondo a criação de uma comissão parlamentar de inquérito para investigar o acordo de delação premiada feito pelos donos da JBS, os irmãos Joesley e Wesley Batista. "Estamos nos baseando em matéria do jornal O Globo e da Folha de S.Paulo que disseram que esse acordo de delação tem uma benevolência inédita na história da vida jurídica brasileira" disse Marun. Em nota que acaba de enviar ao Blog, o deputado, que iria começar a colher assinaturas hoje para a CPI, afirma: 

"Decidi, no lugar de fazer correr uma lista de assinaturas para a CPI do JBS, me asociar ao requerimento de CPI Mista do deputado Baldi e do senador Ataíde sobre o mesmo tema (relação da JBS com o BNDES e o acordo de delação premiadíssimo). Penso que assim o objetivo de esclarecermos a sociedade a respeito desta questão e, eventualmente, propormos punições e anulações de atos jurídicos, poderá ser também cumprido".

"A decolagem deste aviãozinho da alegria indignou muita gente", justificou Marun, em referência à viagem de Joesley Batista para os EUA. As comissões de Finanças e de Controle e Tributação da Câmara também devem convocar o presidente da Comissão de Valores Mobiliários, que investiga o ganho de milhões de dólares dos irmãos Batista com venda de ações e compra de dólares antes da divulgação da delação, e o da bolsa de valores, a Bovespa, para repercutir os impactos no mercado financeiro. "Queremos saber quem ganhou e quem perdeu nessa história", disse Marun.

(Texto alterado às 11h45 para inclusão da nota enviada por Carlos Marun)




Collor levou R$ 800, bem mais do que Renan

Postado por Marco Eusébio , 12 Abril 2017 às 17:30 - em: Principal

Por Gabriel Mascarenhas no blog Radar da Veja:
 
"Renan Calheiros chiou quando a Odebrecht ofereceu-lhe 500 000 reais em 2010. Ele achou que era pouco. De certa forma, tinha razão. Naquele mesmo ano, seu conterrâneo, o histórico Fernando Collor embolsou 800 000 reais. Mas o líder do PMDB não tem do que reclamar. Em outras transações espúrias, ele recebeu milhões da Odebrecht nos últimos anos."