Campo Grande, Segunda-Feira , 11 de Dezembro - 2017


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Lula e Bolsonaro lideram as pesquisas, que mostram só um cenário atual em que novos nomes podem surgir ou desaparecer

Postado por Marco Eusébio , 09 Dezembro 2017 às 13:20 - em: Principal

Faltando pouco menos de um ano para as eleições, pesquisas estão longe de prever o cenário de 2018 conforme especialistas. De olho no Planalto, figuras conhecidas como Lula e Jair Bolsonaro estão há mais de um ano viajando pelo Brasil para consolidar suas candidaturas. Não à toa, os dois lideram a preferência do eleitorado.
 
A mais recente pesquisa Datafolha apontou que, dependendo dos candidatos, Lula varia de 34% a 37% e Bolsonaro tem, em média, 18%. Porém, o que chama a atenção são outros números. O Datafolha aponta que, na espontânea, sem citar candidatos, 46% dos eleitores não demonstra preferência por ninguém. Lula é citado por 17% (tinha 18% em setembro), e Bolsonaro por 11% (tinha 9%). Com 1% cada aparecem Ciro, Marina, Alckmin, Álvaro Dias e Temer. Os demais não atingiram sequer 1%. 
 
"Se você tem quase 50% dos eleitores que da sua própria cabeça não podem citar um candidato de sua preferência, isso é muito prejudicial ao próximo passo da simulação, que é de mostrar o cartão com os nomes dos candidatos. Uma coisa é muito destoante da outra", analisa o cientista político e professor da Universidade de Brasília (UnB) David Fleischer. 
 
O especialista diz que as pesquisas não servem de real parâmetro para as eleições, pois só retratam o atual momento. Nos próximos meses, afirma, novas candidaturas podem surgir e outras desaparecer, como no caso de Lula, que se for condenado em segunda instância pelo TFR4 será barrado pela Lei da Ficha Limpa.
 
O escritor e cientista político Bruno Garschagen cita levantamento do Ibope, divulgada no fim de outubro, e avalia que o cenário está "basicamente sendo construído pelos institutos de pesquisas". Para Garschagen, "o que a gente tem hoje, é mais um termômetro daquilo que os institutos de pesquisas acham e, depois, o que a população acha a respeito daqueles candidatos. É tudo muito prematuro", declarou.
 
Historicamente, o brasileiro demora a escolher seus candidatos. Em julho de 2014, por exemplo, 55% dos eleitores não sabiam dizer em quem votariam. Bruno Garschagen diz que um dado mais "robusto" e "fiel" da realidade só será alcançado em meados de março ou abril do ano que vem, uma vez que "o quadro de candidatos já estará mais claro, inclusive para a população".
 
(Com João Paulo Machado, da Agência do Rádio)



Ex-ministro Gilberto Carvalho durante discurso hoje na Plenária da Frente Brasil Popular em MS

Postado por Marco Eusébio , 02 Dezembro 2017 às 12:15 - em: Principal

"O Lula vai ser candidato, a Manuela (PCdoB) vai ser candidata, o Ciro (PDT) vai ser candidato, nós vamos dialogar e nada vai nos separar" - afirmou em Campo Grande neste sábado o ex-ministro petista Gilberto Carvalho, que foi assessor e conselheiro do presidente Lula em seus dois governos e chefiou a secretaria-Geral da Presidência da República no governo Dilma Rousseff. A declaração foi feita em discurso na sede da Fetems, onde Carvalho participa na Plenária Estadual de Frente Brasil Popular em Mato Grosso do Sul.




Dagoberto Nogueira, presidente estadual do PDT, e Odilon de Oliveira, em discursos na convenção do partido

Postado por Marco Eusébio , 11 Novembro 2017 às 14:00 - em: Principal

"Aceito, sim, o desafio de de ser candidato a governador de Mato Grosso do Sul" declarou o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira, ao confirmar sua pré-candidatura à sucessão do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) neste sábado, na convenção do PDT realizada no Ondara Palace, em Campo Grande. No evento que reuniu lideranças nacionais e estaduais do PDT, como o pré-candidato à Presidência, Ciro Gomes, e o presidente nacional da sigla, Carlos Lupi, Odilon iniciou seu discurso agradecendo a presença de lideranças convidadas como o prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), seu irmão ex-prefeito Nelsinho Trad (PTB) e o primo deles, o deputado federal Mandetta (DEM). Também presentes, a prefeita de Dourados, Délia Razuk (PR), o prefeito de Coxim, Aluizio São José, e o médico Ricardo Ayache, ambos do PSB.

Odilon discorreu sobre sua longa carreira na magistratura, falou das ameaças de morte que recebeu pelo combate ao crime organizado, e disse que, além disso, apresenta o "currículo da honestidade, da lisura e da transparência". Sobre quem questiona o fato de ele "não ter experiência para governar", lembrou que " juiz não sai juiz do ventre da mãe" e disse ter "maturidade para exercer qualquer cargo da República". Frisando só não ter "experiência para roubar", disse que aceita o desafio de "iniciar um pacto com o povo" e "uma forma de estabelecer com Deus uma aliança para conduzir o destino desse povo". Veja abaixo o vídeo com a integra do discurso.




Cotado a disputar o governo de MS, Odilon poderá comandar palanque de Ciro Gomes no estado em 2018

Postado por Marco Eusébio , 10 Novembro 2017 às 18:30 - em: Principal

O pré-candidato à Presidência da República, Ciro Gomes, volta a Campo Grande neste sábado para participar do evento programado pelo PDT para anunciar a filiação de Odilon de Oliveira. Cotado por dirigentes da sigla para a disputar a cadeira de governador de MS nas eleições de 2018, o juiz, que disse à Folha de S.Paulo ser de 80% a possibillidade de disputar a sucessão do governador Azambuja (PSDB), deve confirmar sua pré-candidatura no ato político, a partir das 8h, no Ondara Palace, no Parque dos Poderes.




Lula lidera em todos os cenários e Jair Bolsonaro segue em segundo lugar, conforme pesquisa Ibope

Ciro Gomes durante almoço na Firjan disparou mirando Marina Silva, Aécio, Doria, Alckmin, Bolsonaro e Michel Temer

Postado por Marco Eusébio , 20 Outubro 2017 às 17:45 - em: Principal

Com sua conhecida metralhadora verbal, Ciro Gomes apimenta a pré-campanha. O pré-candidato do PDT disparou críticas contra possíveis adversários nas eleições presidenciais de 2018 durante almoço com empresários na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) ontem. Sobre Marina Silva (Rede), o pré-candidato do PDT citou falta de hormônio masculino:"Não vejo ela com a energia e o momento é muito de testosterona". 
 
SOBRE OS TUCANOS, Ciro declarou que o PSDB vai "segurando a alça de um caixão de um governo que tem 3% de aprovação" em alusão a Temer, chamou Aécio Neves de "um cadáver político" que não é sepultado e segue "dando as cartas" no partido e disse que prefere deixar "o Doria desgastando o Alckmin".
 
SOBRE BOLSONARO, Ciro disse que, por enquanto, ele "representa uma coisa muito respeitável que é a repulsa do povo brasileiro com a prática média da política". Destacou, porém, que "o voto não é catártico". "Essas bofetadas que o Supremo dá, que o Congresso dá, todo dia o Bolsonaro vira uma coisa catártica de protesto. Mas o voto não é catártico. O voto é afirmativo. Portanto, na hora que o PSDB de organizar, eles vão começar a se canibalizar. O PSDB subindo, e o Bolsonaro subindo. E eu vou passando." (Com Estadão)



Ciro Gomes, na Firjan, disparou metralhadora verbal mirando Marina Silva, Aécio, Doria, Alckmin e Bolsonaro

Postado por Marco Eusébio , 20 Outubro 2017 às 15:24 - em: Papo de Arquibancada

Ciro Gomes disparou críticas contra possíveis adversários nas eleições presidenciais de 2018 durante almoço com empresários na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) ontem. Sobre Marina Silva (Rede), o pré-candidato do PDT citou a falta de hormônio masculino:"Não vejo ela com a energia e o momento é muito de testosterona", afirmou. 
 
Sobre os tucanos, Ciro declarou que o PSDB vai "segurando a alça de um caixão de um governo que tem 3% de aprovação" em alusão a Temer, chamou Aécio Neves de "um cadáver político" que não é sepultado e segue "dando as cartas" no partido e disse que prefere deixar "o Doria desgastando o Alckmin".
 
Ciro disse ainda que Jair Bolsonaro, por enquanto, "representa uma coisa muito respeitável que é a repulsa do povo brasileiro com a prática média da política". Destacou, porém, que "o voto não é catártico". "Essas bofetadas que o Supremo dá, que o Congresso dá, todo dia o Bolsonaro vira uma coisa catártica de protesto. Mas o voto não é catártico. O voto é afirmativo. Portanto, na hora que o PSDB de organizar, eles vão começar a se canibalizar. O PSDB subindo, e o Bolsonaro subindo. E eu vou passando", afirmou. (Com Estadão)



Dagoberto planeja trazer Ciro de volta a Campo Grande e diz que meta é eleger o juiz Odilon governador

Postado por Marco Eusébio , 10 Outubro 2017 às 18:30 - em: Principal

Dirigentes estaduais do PDT querem trazer Ciro Gomes, pré-candidato à Presidência da sigla, de volta a Campo Grande no dia 11 de novembro para evento de filiação do juiz federal aposentado Odilon de Oliveira ao partido. "Combinamos que ele vem para o PDT no dia 11 de novembro. Vamos fazer uma grande festa e lá ele vai sair candidato a governador”, diz João Leite Schimidt em nota enviada pela assessoria do PDT hoje à imprensa. "A meta é eleger Ciro presidente e o doutor Odilon governador", reforça o deputado federal Dagoberto Nogueira, presidente regional do partido.




Juiz Odilon, cotado a virar candidato em 2018, mantém a escolta da PF por autorização do CNJ depois da aposentadoria

Postado por Marco Eusébio , 10 Outubro 2017 às 17:20 - em: Principal

Depois de antecipar sua aposentadoria visando as eleições de 2018, o juiz federal Odilon de Oliveira diz em matéria divulgada hoje pelo jornal O Estado de S.Paulo que, além do PDT de Ciro Gomes, foi procurado por outros  presidenciáveis. "Fui sondado pelo Bolsonaro (PSC-RJ), pelo Kassab (PSD-SP) e pelo Álvaro Dias (Podemos-PR). São dirigentes de bons partidos, mas meu filho já é vereador pelo PDT e vejo que o partido tem um conteúdo bom. Querem que eu me filie no dia 11 de novembro para disputar o governo ou o Senado, mas ainda estou pensando", disse o Odilon pai ao Estadão. 




Petistas Jaques Wagner (5%) e Fernando Haddad (10,7%) ficam atrás de Ciro Gomes (15,7%) para substituir Lula, diz pesquisa

Postado por Marco Eusébio , 18 Setembro 2017 às 17:00 - em: Principal

O presidenciável Ciro Gomes (PDT) lidera com 15,7% a preferência do eleitor para substituir o ex-presidente Lula nas eleições presidenciais pela esquerda do ano que vem, à frente dos dois prováveis candidatos do PT: o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, que aparece em segundo com 10,7%; e o ex-governador baiano e ex-ministro Jaques Wagner, com 5%. Os números são de levantamento do Instituto Paraná Pesquisas feito por questionário online com 2.210 pessoas de todo o Brasil de terça (12) a quinta-feira (14) da semana passada, divulgada hoje pelo Paulo Henrique Amorim, em seu blog Conversa Afiada.