Campo Grande, Terça-Feira , 17 de Outubro - 2017


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Dagoberto planeja trazer Ciro de volta a Campo Grande e diz que meta é eleger o juiz Odilon governador

Postado por Marco Eusébio , 10 Outubro 2017 às 18:30 - em: Principal

Dirigentes estaduais do PDT querem trazer Ciro Gomes, pré-candidato à Presidência da sigla, de volta a Campo Grande no dia 11 de novembro para evento de filiação do juiz federal aposentado Odilon de Oliveira ao partido. "Combinamos que ele vem para o PDT no dia 11 de novembro. Vamos fazer uma grande festa e lá ele vai sair candidato a governador”, diz João Leite Schimidt em nota enviada pela assessoria do PDT hoje à imprensa. "A meta é eleger Ciro presidente e o doutor Odilon governador", reforça o deputado federal Dagoberto Nogueira, presidente regional do partido.




Juiz Odilon, cotado a virar candidato em 2018, mantém a escolta da PF por autorização do CNJ depois da aposentadoria

Postado por Marco Eusébio , 10 Outubro 2017 às 17:20 - em: Principal

Depois de antecipar sua aposentadoria visando as eleições de 2018, o juiz federal Odilon de Oliveira diz em matéria divulgada hoje pelo jornal O Estado de S.Paulo que, além do PDT de Ciro Gomes, foi procurado por outros  presidenciáveis. "Fui sondado pelo Bolsonaro (PSC-RJ), pelo Kassab (PSD-SP) e pelo Álvaro Dias (Podemos-PR). São dirigentes de bons partidos, mas meu filho já é vereador pelo PDT e vejo que o partido tem um conteúdo bom. Querem que eu me filie no dia 11 de novembro para disputar o governo ou o Senado, mas ainda estou pensando", disse o Odilon pai ao Estadão. 




Petistas Jaques Wagner (5%) e Fernando Haddad (10,7%) ficam atrás de Ciro Gomes (15,7%) para substituir Lula, diz pesquisa

Postado por Marco Eusébio , 18 Setembro 2017 às 17:00 - em: Principal

O presidenciável Ciro Gomes (PDT) lidera com 15,7% a preferência do eleitor para substituir o ex-presidente Lula nas eleições presidenciais pela esquerda do ano que vem, à frente dos dois prováveis candidatos do PT: o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, que aparece em segundo com 10,7%; e o ex-governador baiano e ex-ministro Jaques Wagner, com 5%. Os números são de levantamento do Instituto Paraná Pesquisas feito por questionário online com 2.210 pessoas de todo o Brasil de terça (12) a quinta-feira (14) da semana passada, divulgada hoje pelo Paulo Henrique Amorim, em seu blog Conversa Afiada.




Ciro Gomes ganhou atrai apoio de artistas no Rio e busca se descolar da imagem de apoiador de Lula

Postado por Marco Eusébio , 15 Setembro 2017 às 12:15 - em: Principal

Ex-ministro e antigo aliado, que só defendia Lula até o primeiro semestre, Ciro Gomes agora sinaliza querer descolar da imagem de apoiador do petista e parte para o ataque. Um dia depois do novo depoimento do ex-presidente e réu ao juiz Sérgio Moro, o pré-candidato à Presidência pelo PDT disparou críticas ao petista em evento no Rio ontem. "Não é possível insultar a inteligência do povo brasileiro e manter essa narrativa [de perseguição política]". Para Ciro, a narrativa de Lula leva a população a perder a confiança nos partidos de esquerda.
 
O cearense disse que fatos como o PT ter apoiado a candidatura de Eunício Oliveira (PMDB-CE) para a presidência do Senado e Lula abraçar Renan Calheiros (PMDB-AL) em caravana no Nordeste enfraquecem o discurso de "golpe" para levar Michel Temer ao poder, já que os dois senadores votaram a favor do impeachment de Dilma.
 
"Nós estamos ferindo de morte a narrativa central de que ainda dava a nós alguma respeitabilidade na opinião pública progressista brasileira, que é a ideia de que o Brasil está sob um golpe de estado. Como é que eu posso então assistir na semana passada o Lula abraçado com [ex-presidente do Senado] Renan Calheiros (PMDB-AL), que era senador e votou pelo impeachment?", disparou o pedetista. No Rio, Ciro ganhou apoio de jornalistas da ABI e de artistas como de Caetano Veloso e Paulo Lavigne que parecem buscar uma nova opção à esquerda.



Perfil conservador e temperança do juiz Odilon poderia suavizar o lado mais radical de Ciro, avaliam defensores da ideia

Postado por Marco Eusébio , 11 Setembro 2017 às 14:45 - em: Principal

Em Campo Grande, corre nos bastidores do PDT a ideia de sugerir ao presidenciável da sigla, Ciro Gomes, o nome de Odilon de Oliveira para ser seu vice nas eleições de 2018. Defensores da tese argumentam que o perfil conservador do juiz federal conhecido por ser severo no combate ao crime e sua temperança ao falar, perfís bem aceitos pelo eleitor brasileiro, poderiam dar o toque que amenizaria o lado mais radical de Ciro. Deve-se levar em conta que o cearense anda de namoro com o PSB, que poderia indicar seu vice. Mas nada impediria que Odilon se filiasse ao partido para cumprir esse papel.




Lavareda afirma que Marina Silva deve crescer, que Bolsonaro 'vai se desidratar' e diz que o PSDB deveria fazer prévias com Doria e Alckmin

Postado por Marco Eusébio , 08 Setembro 2017 às 11:00 - em: Principal

Embora líder das pesquisas para a sucessão presidencial de 2018, Lula nem deverá ser candidato. A previsão é do cientista político Antonio Lavareda, presidente do Conselho Científico do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), do Recife, que já foi consultor de 91 campanhas eleitorais. Em entrevista à IstoÉ, Lavareda afirmou que a probalidade de Lula disputar as eleições "é próxima de zero". Sem o ex-presidente no páreo, ele acredita o ex-prefeito de SP Fernando Haddad será o candidato pelo PT e a esquerda terá ainda a opção de Ciro Gomes (PDT). Para Lavareda, Marina Silva (Rede) pode crescer, e Jair Bolsonaro, em segundo nas pesquisas hoje, "vai se desidratar". Resta saber se os partidos de centro, como PSDB, PMDB e DEM, vão se unir ou se seguirão divididos. Unidos, podem chegar ao segundo turno e ganhar, avalia o cientista político. O problema é que o prefeito João Doria e o governador Geraldo Alckmin travam uma luta fraticida pela vaga do PSDB. Para Lavareda, a melhor solução para os tucanos seria fazer prévias para escolher um dos dois.




Lula avança na liderança, mas se petista ficar fora do páreo Bolsonaro vira líder isolado diz o DataPoder360

Postado por Marco Eusébio , 16 Agosto 2017 às 14:30 - em: Principal

Caso Lula seja condenado em segunda instância e impedido pela Lei da Ficha Limpa de disputar as eleições de 2018, ou desista de virar candidato, o índice de indecisos salta de 30% para 40% e Jair Bolsonaro vira líder isolado na preferência do eleitorado. É o que aponta pesquisa do DataPoder360 feita por telefone de sábado (12) até segunda-feira (14) com 2.088 pessoas em 197 cidades e margem de erro de 3 pontos para mais ou para menos. 
 
Bolsonaro aparece com 27% caso Geraldo Alkmin for candidato do PSDB. O tucano tem 9% e ficaria tecnicamente empatado lá atrás em segundo lugar com Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede), ambos com 8%. O ex-prefeito de SP Fernando Haddad (PT) tem só 3%. Brancos e nulos somam 38% e 7% não souberam ou não quiseram responder.
 
Ainda sem Lula, Bolsonaro aparece com 25% se o candidato tucano for João Doria que aparece em com 12%. Neste caso, Ciro fica em terceiro com 9%, Marina com 6% e Haddad com 5%. Brancos e nulos somam 36% e 8% não responderam.
 
SE LULA ESTIVER NA DISPUTA, segue líder e até avançou de julho para agosto no DataPoder360, mesmo depois de condenado pelo juiz Sérgio Moro. Num cenário com Alckmin, o petista passou de 26% para 32% e Bolsonaro de 21% para 25%. O tucano caiu de 10% para 4%, ficando tecnicamente empatado com Ciro que oscilou de 5% para 4% e Marina que desceu de 6% para 3%. Brancos e nulos somaram 23% e 10% não responderam.
 
No cenário com Doria candidato do PSDB, Lula cresceu de 21% para 31%, Bolsonaro caiu de 21% para 18% e o tucano oscilou de 13% para 12%. Ciro oscilou de 4% para 6% e Marina afundou de 12% para 3%. Brancos e nulos somam 23% e 7% não responderam.



Lula lidera em rejeição seguido por
Lula segue na frente na preferência de voto para a Presidência em 2018. Porém é o mais rejeitado dentre todos os candidatos, por mais da metade dos eleitores, com 55,8%. É o que aponta levantamento do instituto Paraná Pesquisas feito para a IstoÉ e divulgado neste fim de semana pela revista.
 
No cenário em que Geraldo Alckmin aparece candidato pelo PSDB, Lula lidera com 26,1%, seguido por Jair Bolsonaro com 20,8%, Joaquim Barbosa 9,8%, Alckmin 7,3%, Marina Silva 7%, Ciro Gomes 4,5% e Álvaro Dias 4,1%. Quando o candidato tucano é João Doria, o petista lidera com 25,8%, seguido por Bolsonaro com 18,7%, Doria 12,3%, Joaquim Barbosa 8,7%, Marina Silva 7,1%, Ciro 4,5% e Álvaro Dias 3,5%. 
 
Outros três nomes aparecem com rejeição superior a 50%: Alckmin com 54,1%, Bolsonaro 53,9% e Ciro com 50,2%. Depois vem Marina com 46,3%, Joaquim Barbosa com 42,3% e Dória com 42,2%. A rejeição de Álvaro Dias não é citada na pesquisa.
 
"Se Lula, Alckmin e Bolsonaro não conseguirem reduzir a rejeição, dificilmente ganham a eleição de 2018. E se Alckmin ou Bolsonaro forem os adversários de Lula num segundo turno, tudo pode acontecer. Até a vitória de Lula”, disse Murilo Hidalgo, diretor do instituto.
 
Além de ser o menos rejeitado, o prefeito de São Paulo também é o menos conhecido: 15,4% disseram não conhecer Doria suficientemente para opinar. A pesquisa ouviu 2.020 entre segunda (24) e quinta-feira (27. A margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos.



Dentre os tucanos, João Doria aparece com melhor índice do que seu padrinho político Geraldo Alckmin

Pesquisa Datafolha divulgada hoje pela Folha de S.Paulo sobre intenção de voto para a eleição presidencial de 2018 aponta Lula (PT) na frente com 30%, tendo empatados tecnicamente em segundo lugar Jair Bolsonaro (PSC) com 16% e Marina Silva (Rede) com 15%. Lula, entretanto, também é o campeão em rejeição. Dentre os tucanos, João Doria tem índices melhores em terceiro lugar do que Geraldo Alckmin. Quando citados, o juiz Sérgio Moro disputa o segundo lugar com Marina e Bolsonaro; e o ministro do Supremo, Joaquim Barbosa, aparece empatado tecnicamente em terceiro com Doria e à frente de Alckmin. Depois deles, vem Ciro Gomes (PDT). Os demais citados ficam todos na lanterna. Veja aqui os cenários no site G1.




Ciro pode ser o 'candidato das esquerdas', mas para isso é preciso 'maneirar em certos comportamentos' avalia Zeca do PT

Postado por Marco Eusébio , 15 Junho 2017 às 15:15 - em: Principal

Depois de Rui Falcão dizer no início do mês, antes de entregar a presidência nacional do PT a Gleisi Hoffman, que caso Lula não seja candidato, seria possível uma aliança com Ciro Gomes para as eleições presidenciais de 2018, a alternativa repercute dentre lideranças da sigla. Perguntei hoje ao presidente do partido em Mato Grosso do Sul, Zeca do PT, o que ele pensa a respeito. O ex-governador e deputado federal respondeu ter "uma enorme simpatia pelo nome de Ciro Gomes", a quem considera "preparado, corajoso, com condições de ocupar qualquer cargo público nacional", mas ponderou que Ciro deve corrigir algumas coisas. 

"Penso que o Ciro erra quando bate, agride o PT e agride o Lula", afirmou Zeca, salientando que isso afasta a militância e lideranças petistas que "têm um enorme potencial para ajudá-lo nessa empreitada". Para o ex-governador, se Ciro Gomes "corrigir isso, se aproximar do PT respeitando nossas diferenças, não tem problema nenhum". O dirigente petista acredita também que Ciro deve "maneirar um pouco em determinados comportamentos". Assim, sublinhou, o cearense poderá ser "de fato um grande candidato para mudar a história do Brasil e um grande candidato, de fato, das esquerdas brasileiras". Ouça o áudio abaixo.