Campo Grande, Terça-Feira , 12 de Dezembro - 2017


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Liminar concedida pelo ministro Luiz Fux vale até o julgamento do mérito do habeas corpus pela 1ª Turma do Supremo

Postado por Marco Eusébio , 13 Outubro 2017 às 18:15 - em: Principal


Cesare Battisti na casa emprestada por um amigo em Cananeia, para onde foi depois de ter sido preso em Corumbá

Postado por Marco Eusébio , 12 Outubro 2017 às 13:00 - em: Principal

Enquanto Michel Temer aguarda parecer da Subchefia de Assuntos Jurídicos para decidir sobre sua extradição, Cesare Battisti, de 62 anos, "perde noites de sono em uma casa simples emprestada por um amigo", decorada com pôsteres de Chê Guevara, da antiga União Soviética, Karl Marx, Palestina e Guernica, de Pablo Picasso, no centro de Cananeia, no litoral de São Paulo, diz O Estado de S.Paulo ao divulgar hoje emtrevista com o italiano. Condenado à prisão perpétua na Itália pelo assassinato de quatro pessoas - que ele nega - Battisti disse ao jornal que a extradição equivale a uma pena de morte. 
 
Sobre a prisão em Corumbá (MS), neste mês, Battisti negou que fosse fugir para a Bolívia, disse que, se tivesse de fugir, seria para o Uruguai, e acusou a Polícia Federal de armar uma armadilha contra ele com ajuda da Embaixada da Itália. O italiano admitiu que só um governo do PT negaria sua extradição. Questionado se valeu a pena ter lutado pelo comunismo, respondeu: "Valeu e vale ainda. Não acredito que o mundo melhorou. Então por que não valeria a pena mais? Mas pensar hoje em fazer um movimento armado como foi comum em quase todos os países do mundo é uma loucura." 
 
Leia aqui trechos da entrevista no site Estadão.



Cesare Battisti ao ser preso em Corumbá: italiano será extraditado por Temer caso STF não conceda habeas corpus

Postado por Marco Eusébio , 11 Outubro 2017 às 16:00 - em: Principal

O governo de Michel Temer decidiu revogar a condição de refugiado do italiano Cesare Battisti e extraditá-lo para seu país de origem, mas vai esperar o Supremo decidir se concederá ou não um habeas corpus preventivo ao italiano, solicitado por sua defesa. As informações foram divulgadas hoje no site da Folha de S.Paulo. Condenado à prisão perpétua na Itália, acusado de assassinatos e terrorismo nos anos 70 como ativista do grupo Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), Battisti vive no Brasil como refugiado, condição concedida a ele pelo governo Lula. Sob risco de extradição, foi preso na semana passada em Corumbá (MS) tentando entrar na Bolívia e teve sua prisão preventiva decretada pelo juiz federal de Campo Grande, Odilon de Oliveira. No dia seguinte, o desembargador José Marcos Lunardelli, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), que mandou soltar o italiano, alegando que ele teria visto de permanência no Brasil e não seria mais refugiado.




Cesare Battisti ao desembarcar hoje no Aeroporto de Cumbica, em São Paulo, após prisão 'vapt-vupt' em Corumbá

Postado por Marco Eusébio , 07 Outubro 2017 às 13:40 - em: Principal

Cesare Battisti desembarcou na manhã deste sábado no Aeroporto de Cumbica, de volta a São Paulo, depois de ganhar a liberdade por habeas corpus concedido pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) e deixar Mato Grosso do Sul. No estado vizinho, Battisti tem dois endereços onde pode ficar: um em São José do Rio Preto, interior; e outro em Cananéia, no litoral.  
 
Preso em Corumbá na quarta-feira tentando entrar na Bolívia com 6 mil dólares e 1,3 mil euros, o italiano teve a prisão preventiva decretada na quinta pelo juiz federal de Campo Grande, Odilon de Oliveira, por evasão de divisas, lavagem de dinheiro e por tentar fugir do país por temer ser extraditado para a Itália. Mas foi vapt-vupt. Ontem, o desembargador José Marcos Lunardelli, do TRF3, mandou soltar o italiano.
 
Lunardelli descartou a imputação de lavagem de dinheiro e disse que, pelo CPP, a pena máxima por evasão de divisas não atinge o mínimo de 4 anos para a prisão preventiva ser decretada. Discordou também que Battisti fosse fugir: "Após negativa de extradição, o Conselho Nacional de Imigração concedeu-lhe visto de permanência, não se tratando, pois, de refugiado", declarou.
 
Ex-ativista do grupo Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), Cesare Battisti está condenado à prisão perpétua em seu país, acusado de quatro assassinatos e terrorismo nos anos 70, e estava no Brasil na condição de refugiado concedida pelo governo Lula.



Após depoimento em videoconferência, Juiz Odilon decretou prisão de Battisti: no dia seguinte TRF3 mandou soltar o italiano

Postado por Marco Eusébio , 07 Outubro 2017 às 13:30 - em: Principal

Um dia depois Cesare Battisti ter sua prisão preventiva decretada pelo juiz federal de Campo Grande, Odilon de Oliveira, o desembargador José Marcos Lunardelli, do Tribunal Regional da 3ª Região (TRF3) com jurisdição em SP e MS, mandou ontem soltar o italiano. Preso em Corumbá na quarta-feira tentando entrar na Bolívia com 6 mil dólares e 1,3 mil euros, Battisti teve sua prisão decretada na quinta por Odilon por evasão de divisas, lavagem de dinheiro e por tentar fugir do país, temendo ser extraditado para a Itália. 
 
O desembargador do TRF3, entretanto, descartou a imputação de lavagem de dinheiro e disse que, pelo CPP, a pena máxima por evasão de divisas não atinge o mínimo de 4 anos para a prisão preventiva ser decretada. Lunardelli discorda também que Battisti fosse fugir: "Após negativa de extradição, o Conselho Nacional de Imigração concedeu-lhe visto de permanência, não se tratando, pois, de refugiado", declarou em seu despacho.
 
Ex-ativista do grupo Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), Cesare Battisti está condenado à prisão perpétua em seu país, acusado de quatro assassinatos e terrorismo nos anos 70, e estava no Brasil na condição de refugiado concedida pelo governo Lula desde 2009.



De Corumbá, o italiano Cesare Battisti prestou depoimento por videoconferência ao juiz Odilon em Campo Grande

Postado por Marco Eusébio , 05 Outubro 2017 às 19:30 - em: Principal

Em seu último dia como titular da 3ª Vara Federal de Campo Grande, após conseguir sua aposentadoria e estar cotado por partidos políticos para disputar as eleições de 2018 (leia aqui), o juiz federal Odilon de Oliveira decretou a prisão preventiva de Cesare Battisti. O italiano foi detido ontem em Corumbá, tentando cruzar a fronteira com a Bolívia com 6 mil dólares e 1,3 mil euros, e prestou depoimento hoje ao juiz por videoconferência da sala do Fórum Federal na cidade fronteiriça. Alegou que ia a uma pescaria e comprar roupas de couro no país vizinho, mas não convenceu. O juiz considerou ter havido tentativa de fuga. O ex-ativista do grupo italiano Proletários Armados para o Comunismo (PAC), condenado à prisão perpétua na Itália em 1993 acusado de quatro assassinatos nos anos 70, estava no Brasil como refugiado político, condição concedida a ele pelo governo Lula em 2009. Para Odilon, Battisti queria fugir porque a Itália voltou a pedir sua extradição ao Supremo Tribunal Federal. A defesa do italiano promete recorrer contra a prisão.




Cesare Battisti preso hoje em Corumbá pretendia ir para a Bolívia já que a Itália pediu sua extradição ao Brasil

Postado por Marco Eusébio , 04 Outubro 2017 às 18:15 - em: Principal

Cesare Battisti foi detido hoje Corumbá numa blitz da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Autoridades brasileiras acreditam que o italiano, condenado à prisão perpétua em seu país que vive refugiado no Brasil, tentava fugir para a Bolívia porque a Itália pediu formalmente ao governo brasileiro que anule o refúgio e o devolva para cumprir a pena em seu país de origem. A defesa de Battisti já recorreu ao Supremo para tentar libertar seu cliente. Ao ser detido tentando atravessar a fronteira ele portava US$ 5 mil e 2 mil euros. O italiano ainda deve ser submetido a audiência de instrução em Corumbá e caberá ao juiz local decidir se o libera ou não. Antigo membro dos Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), grupo de extrema esquerda ativo na Itália no fim dos anos 70, Battisti foi condenado em 1987 à prisão perpétua por terrorismo pela suposta autoria de quatro homicídios atribuídos ao PAC – além de assaltos e outros delitos menores, igualmente atribuídos ao grupo.