Campo Grande, Quinta-Feira , 25 de Maio - 2017


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Marun, da tribuna da Câmara, rebate Renan, que o acusa de ter indicado ministro a mando de Cunha

Postado por Marco Eusébio , 25 Maio 2017 às 10:30 - em: Principal

As sessões do Legislativo nacional foram marcadas por Renan Calheiros (PMDB-AL) versus peemedebistas de Mato Grosso do Sul ontem. Além do bate-boca com o senador Waldemir Moka no plenário do Senado aqui divulgado, o líder do PMDB usou a tribuna da Casa para atacar o deputado Carlos Marun. Ao voltar a criticar a nomeação de Osmar Serraglio como ministro da Justiça que, para ele é uma indicação de Eduardo Cunha que teve Marun como emissário, Renan afirmou ter dado os seguintes conselhos a Michel Temer:
 
– "Olha Michel. Você pode receber o deputado Marun em qualquer circunstância. Pode botar o Marun como presidente da comissão da Previdência. Pode botar o Marun para fazer a sua defesa na Ordem dos Advogados do Brasil. A única coisa, presidente, que você não pode fazer, é receber o Marun como enviado de Curitiba para nomear o ministro da Justiça". E em seguinta emendou: "Um governo chantageado publicamente, que não tem noção do que significa o que pode ou não pode fazer, continue a ser pautado por um presidiário, inclusive, na nomeação de um ministro da Justiça."
 
Da tribuna da vizinha Câmara, Marun respondeu a Renan: "Pare de mentir. Vossa excelência já está mentindo tanto, que já está acreditando nas próprias mentiras. Vossa excelência não tem consideração pelo seu partido. Vossa excelência não tem consideração pelo seu País. É motivo hoje de vergonha para nós peemedebistas". E repetiu o que já havia dito antes ao senador alagoano, dizendo que visitou Cunha em dezembro porque "eu posso entrar em presídios e sair a hora que eu quiser", acrescentando que no Natal "é muito provável que eu visite novamente. O que eu tenho medo é de encontrá-lo lá". 
 
Veja o vídeo.
 




'A decolagem desse aviãozinho da alegria indignou muita gente', disse Marun sobre a ida de Joesley para os EUA

Um dos principais aliados do presidente Michel Temer no Congresso, o deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) está propondo a criação de uma comissão parlamentar de inquérito para investigar o acordo de delação premiada feito pelos donos da JBS, os irmãos Joesley e Wesley Batista. "Estamos nos baseando em matéria do jornal O Globo e da Folha de S.Paulo que disseram que esse acordo de delação tem uma benevolência inédita na história da vida jurídica brasileira" disse Marun. Em nota que acaba de enviar ao Blog, o deputado, que iria começar a colher assinaturas hoje para a CPI, afirma: 

"Decidi, no lugar de fazer correr uma lista de assinaturas para a CPI do JBS, me asociar ao requerimento de CPI Mista do deputado Baldi e do senador Ataíde sobre o mesmo tema (relação da JBS com o BNDES e o acordo de delação premiadíssimo). Penso que assim o objetivo de esclarecermos a sociedade a respeito desta questão e, eventualmente, propormos punições e anulações de atos jurídicos, poderá ser também cumprido".

"A decolagem deste aviãozinho da alegria indignou muita gente", justificou Marun, em referência à viagem de Joesley Batista para os EUA. As comissões de Finanças e de Controle e Tributação da Câmara também devem convocar o presidente da Comissão de Valores Mobiliários, que investiga o ganho de milhões de dólares dos irmãos Batista com venda de ações e compra de dólares antes da divulgação da delação, e o da bolsa de valores, a Bovespa, para repercutir os impactos no mercado financeiro. "Queremos saber quem ganhou e quem perdeu nessa história", disse Marun.

(Texto alterado às 11h45 para inclusão da nota enviada por Carlos Marun)




Deputado Alessandro Molon (à direita) protocolou o pedido na Câmara e postou a foto acima no Twitter

Postado por Marco Eusébio , 17 Maio 2017 às 21:00 - em: Principal


Vander durante a instalação da Comissão Orçamentária ontem no Congresso

Marun e deputados na hora do lanche durante a sessão da comissão da reforma da Previdência

Postado por Marco Eusébio , 10 Maio 2017 às 13:00 - em: Principal

Para evitar que a fome levasse deputados a se ausentar fazendo demorar ainda mais a tensa sessão que durou quase dez horas concluiu a análise do texto da reforma da Previdência (PEC 287/16) ontem, o presidente da comissão da Câmara, Carlos Marun (PMDB-MS), resolveu ser, sem trocadilhos, previdente: ofereceu lanches aos parlamentares no horário de almoço. Até integrantes da oposição apreciaram o "cheese previdência". Agora, apesar das resistências, Marun aposta na aprovação da reforma ainda neste mês no plenário da Casa, onde a PEC precisa de pelo menos 308 votos (três quintos dos 513 deputados) em dois turnos de votação, para depois seguir à análise do Senado.




Agentes penitenciários bloqueiam um dos acessos da Câmara contra reforma da Previdência

Postado por Marco Eusébio , 09 Maio 2017 às 13:00 - em: Principal

Agentes penitenciarios sitiam agora a Câmara dos Deputados contra reforma da Previdência, revoltados por terem sido excluídos da condição especial para aposentadoria. Todas as entradas estão fechadas, nem  servidores e deputados entram ou saem. A polícia legislativa tenta impedir invasões. O único acesso aberto para os funcionários acabou de ser fechado, a entrada pelo estacionamento do anexo 4. Lá dentro, sem saber da situação até há pouco, acontece a sessão da comissão especial da reforma sob a presidência do deputado Carlos Marun (PMDB-MS). "São uns 500 agentes penitenciarios por aqui. Estão em todas as portas de acesso à Camara. Até a chapelaria, que é um acesso mais restrito dos deputados, foi fechada" acaba de relatar o jornalista Clodoaldo Silva aqui ao Blog. Veja aqui vídeo de parte do bloqueio.
 



Ato assinado por Rodrigo Maia determina criação da comissão para tratar da PEC 282

Postado por Marco Eusébio , 05 Maio 2017 às 15:45 - em: Principal

A proposta de reforma política do Senado começa a andar na Câmara. O presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), determinou ontem a criação de uma comissão especial que vai tratar da PEC 282/16 que acaba com a reeleição majoritária – de prefeitos, governadores e presidentes – e determina a simultaneidade das eleições, prevê mandatos de cinco anos para prefeitos, vereadores, governadores e deputados estaduais e federais e de dez anos para senadores. Também proíbe coligações de partidos nas eleições para deputado (federal e estadual) e vereador a partir de 2020 e estabelece cláusula de desempenho para o funcionamento parlamentar das legendas a partir do ano que vem.




Comissão especial aprovou em sessão ontem na Câmara a reforma proposta pelo governo Temer

Postado por Marco Eusébio , 04 Maio 2017 às 09:00 - em: Principal


Pedro Chaves cobra urgência na votação de projeto e pede apoio à campanha da OAB

Postado por Marco Eusébio , 03 Maio 2017 às 12:45 - em: Principal

Vice-presidente da comissão especial do Congresso que elabora o novo Código Brasileiro de Aeronáutica, o senador Pedro Chaves (PSC-MS) está cobrando urgência do presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), para que coloque em votação no plenário da Casa projeto que suspende cobrança de bagagem em voos, revogando parcialmente resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizando as empresas aéreas a cobrar pela bagagem despachada nos voos domésticos e internacionais. Chaves diz que o projeto aprovado no dia 14 de dezembro no Senado, foi enviado seis dias depois para apreciação dos deputados. "Infelizmente, mesmo existindo um requerimento de urgência para apreciação da proposta, até agora o Plenário da Câmara não conseguiu votá-la", lamentou o senador, que pede apoio à campanha "Bagagem Sem Preço" na internet em que a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) está recolhendo assinaturas contra a resolução da ANAC. Quem quiser apoiar, acesse aqui.



Proposta para trabalhadores rurais é 'mais perversa do que a reforma trabalhista', diz líder do PT

Postado por Marco Eusébio , 02 Maio 2017 às 15:00 - em: Principal

Depois de aprovar a reforma trabalhista, a Câmara dos Deputados passar a tratar, com apoio do governo, fe mudanças nas leis para trabalhadores rurais. A ideia é adotar o mesmo espírito do projeto aprovado na quinta-feira: não tratar o trabalhador como "coitadinho" e restringir o poder da Justiça do Trabalho e Ministério Público do Trabalho sobre estabelecer novas regras ou interpretar as existentes. Conforme o site do jornal Valor Econômico, a proposta permite que empresas paguem seus funcionários não só com salário, mas mediante "remuneração de qualquer espécie" – o que pode ser fornecer moradia e alimentação. 
 
Além disso, diz o jornal, poderão aumentar para até 12 horas a jornada diária por "motivos de força maior", substituir o repouso semanal dos funcionários por um período contínuo, com até 18 dias de trabalho seguidos, e a venda integral das férias dos empregados que moram no local de trabalho. "É uma proposta mais perversa que a própria reforma trabalhista", critica o coordenador da bancada rural do PT, o deputado Beto Faro (PA). Entidades de defesa dos trabalhadores rurais, a Contag e a Contar afirmam, em nota técnica que será distribuída aos parlamentares, que o projeto "fere de morte normas constitucionais e infraconstitucionais relativas à saúde e segurança".
 
As modificações ficaram fora do parecer do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), relator da reforma, por um acordo da bancada ruralista com o governo – são 192 itens que deixariam o projeto muito maior e poderiam aumentar as resistências. "Alguns pontos da reforma aprovada já ajudam as empresas rurais, como o fim das horas in itinere, redução do tempo de almoço por acordo coletivo, as novas formas de contrato. Mas é claro que, pela especificidade do campo, merece uma legislação a parte", diz Marinho.